Comecei uma pesquisa no laboratório da universidade, estava muito contente. Todos foram bem receptivos e generosos comigo. Como a pesquisa era muito difícil sempre pedia ajuda para os mais experientes, sendo o Carlos o mais solícito. Sempre tivemos uma relação de muita proximidade: abraços, cafuné, massagem..etc. tudo isso me causava dúvidas pq ele não era do tipo q dava pinta e era assim com todos. Até q um dia eu e ele ficamos sozinhos na lab e ele começa a fazer um cafuné, aquilo foi.me deixando excitado, disse para ele parar de me provocar, então ele começa a descer a mão pelo meu pescoço e em seguida peito, foi fazendo isso de forma forte, a essa altura já estava com o pau bem duro. Quando ele me pergunta.
-o q você curte?
Apenas respondi q já tinha transado com uma amigo meu.
Então ele fala q lhe desde q eu entrei no Lab tinha vontade de ficar comigo.
Nessa hora eu seguro o rosto dele e lhe dou um beijo. Foi só o começo. Começamos num sarro sem fim, nos muito excitados. Passo a mão pelo corpo dele, vou descendo pela costa até chegar na bunda dele. Nossa é q bunda linda. Redondinha, bem impinada.
Coloco ele para sentar de pernas abertas no meu colo e ficamos no beijando intensamente, peço para olhar o pau dele, q prontamente deixa. Quando coloco para fora uma pica toda babada surge, um pouco gordas e linda. Começo uma punheta de leve enquanto volto a beija-los depois de um tempo ele pede para eu parar pq ele ia gozar. Ele tbm pedi para olhar meu pau, eu não aguentava de tanto tesão, ele tira e também estava todo melado, começa a punheta-lo bem gostosinho, então peço para ele chupar o q faz prontamente.. e começa uma boquete muito gostoso e devagar do jeito q eu gosto, sempre engolindo minha rola todinha.. quando de repente escutamos a zuada da chave na porta e lembramos q estavamos no laboratório. Rapidamente nos ajeitamos e fingimos estar estudando. Era meu orientador com os novos alunos, ele fala conosco e começa a apresentar o Lab para os alunos.. e eu sentado ali de cacete duro, implorando para não precisar levantar rsrs. Carlos então sai do lab e eu fico lá esperando nos outros irem embora. Finalmente fico sozinho novamente e não demora Carlos aparece com a mochila dele, sem pensar já fomos logo nos agarrando, nos encaminhamos para uma sala mais reservada então abaixamos as calças e ficamos num amosso com nossos paus encostando um no outro q delicia q foi, eu resolvo chupa-lo ( nunca tinha chupado ninguém) a princípio foi estranho, a baba era salgada, mas fiquei ali mamando ele por um tempo, a essa altura meu pau já estva latejando doido para entrar naquele cu, me levando é peço para se virar q eu meter nele, ele tira a camisinha e o lubrificante da mochila, peço para ele colocar a camisinha no meu pau com a boca, Melo bem o aquele cu e começo a entrar, ele diz q está doente, pergunto se ele quer para eu parar, ele diz q não então começo a enfiar mais e mais até o talo, dou um tempo para ele se acostumar, então ele começa a rebolar e eu a fuder o cuzinho quente dele, nossa como foi gostoso e excitante. A loucura de estarmos fudendo alí onde a qualquer momento alguém poderia entrar..
Ficamos ali curtinho cada instante, eu enfiando em seu rabo, começo uma punheta nele, digo q qro levo-lo gozar. Não demora muito ele fala q vai gozar, quando o faz seu cu contraí apertando minha rola, aumento o ritmo ele gemendo e falando-me fode, me fode. Até q eu gozei muito. Ficamos parados ofegantes ele diz para eu tirar com calma, quando tiro fico impressionado com a quantidade de porra q tem na camisinha. Arrumo a bagunça q fizemos. Hoje somos muito amigos, mas não rolou mais nada (por hora, pois escrevendo esse conto me deu maior vontade de fuder aquele rabo novamente). Essa é a foto do meu pau, q já rolou em várias bocas na universidade. Quem sabe também não pode ser a sua boca tbm rs