Entre as amizades que aceitara estava João (nome fictício), um homem de 37 anos, engenheiro mecânico, que morava numa cidade a cerca de 65 km da minha. Era solteiro, simpático e com uma conversa fluida e sem aquela carga normal dos homens que se pensam engatatões e depressa resvalam para a vulgaridade. Como foto tinha um golfinho, nada mais. Eu optara também por usar no meu perfil uma tulipa amarela, linda.
Com o tempo a cumplicidade entre nós foi crescendo e chegou o dia em que trocámos fotos reais. João era bem parecido sem ser bonitão. Alto e bem proporcionado, cabelo negro e sorriso lindo. Eu, com os meus 38 anos era mulher cuidada, fazia ginásio e piscina e sabia que tinha corpo e rosto que despertava atenções.
Como disse meu ex tinha aquelas semanas de ausência e, a cumplicidade com João ia crescendo alimentada pela minha carência afectiva e física, até porque meu ex não era mesmo o tipo de homem que fizesse feliz uma mulher na cama.
Um dia depois de estarmos a conversar no face pela noite dentro, quisemos ouvir-nos e ligámos por telefone. João tinha aquela voz quente que se gosta de ouvir. Senti nele o homem que antes imaginara nas conversas escritas. Antes de desligar, ele sugeriu conhecermo-nos. Fiquei suspensa uns momentos, Aceitar era quebrar o secretismo que eu impusera a mim mesma quando criei aquele face. João insistiu: "Vem, vamos olhar-nos, tomar um copo e conversar. Afinal já somos amigos faz bom tempo. Que tem de errado em nos conhecermos?"
Cedi logo. Ele tinha razão! Ele falou em sábado à tarde e era boa proposta para mim. Só impus que o encontro fosse num local publico. Assim sentia-me protegida e se algo não corresse bem podia facilmente ser dona da minha vontade.
"Tudo bem" - disse ele. E acertámos às 15.30h numa esplanada de uma localidade intermédia para ambos.
Era ainda 5ª feira e andei ansiosa até sábado pelo encontro. Como seria mesmo João? Que pensaria ele de mim indo ao seu encontro sendo eu ainda casada? Como devia ir vestida?
Estávamos em Maio e com tempo primaveril naquela tarde de sábado. À hora marcada cheguei e logo vislumbrei João sentado na esplanada com um copo alto na mesa. Estacionei e sai sorrindo enquanto caminhava ao seu encontro, cumprimentando-o com dois beijos sociais. Pedi um Dry Martini com tónica quando o empregado chegou e reparei melhor em João. Era na verdade um homem interessante. Conversámos algum tempo, até que ele sugeriu irmos até ao Buçaco. ali perto, que é um sítios bem mais agradável. Aceitei e tomei a dianteira dirigindo-me para o meu Audi, já que queria seu eu a ter o controlo de tudo.
O Buçaco é um imenso parque nacional, arborizado com espécies raras e de grande beleza natural, onde em fins de semana famílias casais procuram relaxar num ambiente de verdura e romântico. Parei junto do Palácio que funciona com hotel de referência, e saímos caminhando. João era óptima companhia e eu estava a sentir-me muito bem com aquele homem. Parámos num pequeno largo junto de uma queda de água onde nos sentámos num tronco feito banco tosco.
Eu vestia uma saia curta e uma blusa decotada. Sentados lado a lado senti-me protegida por ele, e, mais ainda, quando pegou minha mão e me olhou olhos nos olhos. Senti-me percorrida por um estranho calor que invadiu todo meu corpo. Num instante, nossos rostos bem próximos, deixaram os lábios juntarem-se num beijo demorado e intenso. Senti a língua dele enrolada na minha e a ao mesmo tempo que uma mão ficava nos meus cabelos a outra pousava nas minhas coxas libertas pela saia minúscula. Meus braços enlaçaram-nos pelo pescoço enquanto nossos corpos se juntavam mais prolongando aquele beijo louco.
Meu corpo recostou-se ficando quase deitada pressionada por ele. A blusa já aberta expunha o soutien que ele soltara já quando me beijava, e num ápice, as minhas mamas ficaram acessíveis e visíveis.
Sei que tenho mamas lindas e sensuais e senti que João ficou louco quando as viu. Caiu com a boca nestes biquinhos rosados e rijos e deixou os lábios envolve-los, chupando de inicio suavemente, mas passando depressa a mordiscar e a estica-los, ao mesmo tempo que deixava a mão subir pelas coxas e acariciar os lábios quentes e carnudinos da minha xaninha. Eu perdera o meu habitual controlo e deciava-me com o momento.
João, entretanto, libertara-me da mini cueca fio cor de pele e passeava aqueles dedos safados no meu grelinho.
Num segundo de lucidez levantei a cabeça e olhei em volta. Ninguém! Seriam já perto de 18h e não havia gente ali. Sosseguei e nem notei que a cabeça dele mergulhara entre minha coxas e chupava agora este grelinho já inchado de tesão. Estremeci e elevei as ancas oferecendo-me mais àquele prazer louco. João metia a língua em mim, bem fundo, ao mesmo tempo que eu cruzava as pernas em volta dele puxando-o mais a mim. a dado momento em que já gemia de prazer segurei a cabeça dele com as duas mãos fazendo pressão com sua boca na minha grutinha já molhada.
Quando por fim se soltou de mim, abri-lhe a calça e tirei fora aquele sexo quente, grande e rijo, e mergulhei com a boca nele mamando intensamente. Minha cabeça baloiçava com ele todo a encher-me a boca tentando conseguir engolir todo. Difícil porque era enorme e acabei engasgada quando ele me forçou com as mãos. Tossi mas insisti na mamada enquanto envolvia as bocas quentes com a mão. chupei aquele rolo quente largos minutos sentindo na boca já um misto de saliva com o néctar dele.
Por fim ele puxou-me pelos cabelos e beijou-me dizendo-me que me queria mais. Delicadamente encaminhou para que ficasse debruçada no banco, acariciou meu rabo e sussurrou " Delicia de corpo....vou comer-te todinha!"
Nem sei como me saiu aquilo, mas deixei sair um "fode-me..por favor fode forte!" e logo senti passar entre as coxas aquele membro rijo e quente, entrando na minha xaninha toda aberta e bem molhada. As mãos dele puxavam-me pelas ancas ao mesmo tempo que empurrava para ele num querer senti-lo todo.
João entrou num vai vem gostoso, fodendo bem fundo, fazendo-me sentir seu corpo bater em mim a cada bombada. Pelo meio dava palmadas leves que me excitavam ainda mais.
Eu gemia de gozo sentindo a xana cheinha como não sentia à imenso tempo. Quando ele estendeu o braço por cima e puxou minha cabeça atrás, enterrou com toda a força fazendo-me soltar um grito abafado e sentir aquela dorzinha saborosa que todas nós gostamos.
Aquele safado, quando sentiu que iria vir-se a sentir-se assim sugado por uma grutinha que parecia boca chupando-o, parou e deu na minha boca para mamar assim lambuzado de mim.
Comigo ainda na mesma posição, voltou atrás de mim, e, quando eu pensava que continuar a sentir aquele rolo gostoso na minha xanoca que escorria, senti que roçava a cabecinha macia no meu cuzinho.
Até então só uma vez eu tivera sexo anal quando ainda andava na faculdade e não fora nada de bom. Doeu! Agora quando percebi que me ia comer o cu senti medo. Quis sair mas senti-me segura por suas mãos nas ancas.
Devagar as minhas entranhas iam sendo cheias daquele sexo redondo e grande. O desconforto inicial ia-se diluindo à medida que entrava e a dor transformava-se em gozo. Por fim, com ele todo dentro, começou a bombar. Era bom e eu rebolava o corpo no seu ritmo engolindo-o todo no meu cu apertadinho. João estava doido de tesão e gemendo de prazer ia dizendo " toma putinha boa, consola-te! toma todo!" E eu louca de tesão e a querer aquele aquele pau todo soltava entre suspiros "Fode, fode esse cu, rasga-me!".
Por fim, João acelerou, gemia mais forte e, num embate mais fundo que me fez gemer toda, veio-se intensamente em espasmos, enchendo-me o cu de leitinho quente, ao mesmo tempo que eu estremecia num orgasmo de loucura que me deixou a escorrer.
O dia estava no fim e o sol já esmorecera. Regressámos e conduzi até ao local onde ele deixou o carro, quase sem falarmos mas satisfeitos.
Voltámos a estar juntos algumas vezes mais mas já indo para um motel.
E tudo nasceu de uma inofensiva conversa de amizade virtual!