Ana, a mulher perfeita.

Por: shampoo-psi-1 10/07/2026 437930 leituras
Capa do conto
Ana, a mulher perfeita.

Gostava de ir naquela praça onde sempre tem algumas garotas a fim de uma transa, mas...
Sou Fred e tenho 22 anos, um corpo esbelto não magro, cabelos crespos e olhos verdes e 1, 75 de estatura. A primeira vez que estive no local encontrei uma garota cavala e fogosa que aceitou sair, mas fazia algo que não gosto, ingerir bebida alcoólica e foi esse ato que criou uma embaraçosa situação para mim:
— Porra cara!!! Isso é o seu material?
Riu do meu cacete que é pequeno, mas que é o que tenho, foi além ao comentar com as outras e fui alvo de gozação dos caras, parei de frequentar por um tempo, mas um dia estava louco de desejo e antes de chegar de vez procurei me certificar se a cavala não estava. Andei por trás das arvores e notei uma garota que nas outras vezes estava sentada na penumbra da copa da mesma árvore. Não era bonita e essa era a razão de estar sempre só, sentei do seu lado e puxei conversa.
— Boa noite!!! Sou o Fred!
Me olhou com os óculos de fundo de garrafa e respondeu sem intensão de magoar:
— Já ouvi seu nome e não gostei da conversa!
— Não me preocupo!
— Será!? Por que sumiu?
— Como sabe que... que droga!!!
— Não fique chateado, eu não fico mais!!
A conversa fluiu e outras garotas e rapazes passaram sem notar nossa presença, eu estava querendo transar e...
— Está aguardando alguém?
— Sim! Só que nunca chega.
Notei a tristeza na fala curta e o nervoso arrumar dos óculos que marcavam o nariz:
— Se quiser ir embora esteja a vontade.
Segurei sua mão e apertei convidando para sair comigo e veio o riso nervoso e tímido:
— Tem certeza?
— Porque não! Ou não quer?
Pensei em desistir quando ao levantar se apoiou na bengala, mas o gesto seguinte matou o preconceito no ninho, o sorriso lindo que a réstia de luz deixou observar e beijei aqueles lábios que ávidos responderam com sofreguidão e o sussurro:
— Que beijo!!! Uhau!!! você sabe o que faz e terá que me ensinar quase tudo!
Gostei da conversa e se notei a dificuldade do caminhar o fiz indo no seu tempo e ajudei no carro e no seu apartamento que insistiu que fossemos. Um beijo e um bombom, ela estava nervosa e eu louco para transar e aceitei que o quarto ficasse a meia luz. Seu corpo tremeu ao toque nos seios em forma de taça, rígidos os mamilos aumentaram ao toque da minha boca e o suspirar profundo trouxe um apelo quase infantil ao notar que estava afoito pelo corpo cheiroso:
— Não me machuque, sou virgem!   
— verdade?
Não precisou responder e cuidei para dar todo prazer que sabia fazer e na língua cheguei ao clitóris tenso que soltou pré gozos e gritinhos que incentivei:
— Isso Ana, se solte para sentir todo prazer.
Gemidos e encheram o ambiente a primeira gozada na minha língua foi magistral, me ajeitei para dar inicio a penetração e me surpreendi com o que pediu:
— Deixa mostrar como gosto?
— Já fez antes?
Seu sorriso iluminou a face:
— Te disse que ele sempre se atrasa, mas faz muito tempo que não aparece!!
— Como é virgem?
Ela segurou meu cacete e comentou feliz:
— Igual o dele!! É perfeito sabendo usar e meu pai sabia!! quero te ensinar como ele faz.
Fiquei inquieto, mas ela segurou e foi introduzindo forçando para cima:
— Segure e tente sentir o meu grelo, começando pela abertura... aaaaiiiii uuuummmm assim... bem devagar va percorrendo toda extensão e ... pare!! Pare!! Só até ai!
Fui seguinte sua indicação e não demorou descobrir algo desconhecido, a ejaculação, isso a levou a loucura:
— Delici... aiiiii que gozo porra... segura... não solte... faz de novo e tente gozar comigo meu amor... faz bem devagar forçando para cima... uuuuiiiiiiiaaaaiiii.
Nunca tinha gozado tanto, foi uma explosão sentir seu jato na cabeça louca para soltar e inundar sua buceta de porra.
— Você é deliciosa Ana, poooorraaaaa!
Gozamos mais duas vezes e me levantei e depois de seu consentimento aumentei a luz, deslizei a mão sobre seu corpo todo e não podia mentir:
— É maravilhoso seu corpo! Porque o esconde nessas roupas?
Sorrindo me puxou para cima de si e mordeu meus lábios até sangrar:
— Esperava você me encontrar... agora o medo se foi e... que cacete delicioso e perfeito tem!
— Você me ensinou algo que não darei a cavalona, ela encontrara seu cavalo ideal, eu quero você!
Hoje escrevo na data do aniversario de doze anos que juntamos nossos pedaços para nos tomarmos maiores na felicidade buscada.   

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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