Ana Luíza servida a dois negros (Parte 2)

Por: rafael-51 24/07/2026 2032 leituras
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Leia primeiro a parte 1 Uma garota vai passar as férias na fazenda de sua tia e acaba sendo violada em seu quarto por dois homens negros. Tlg Flamer000

Ela com o priquito já pegando o efeito da pomada, o outro também beijou na boca da Ana Luíza, sendo o segundo homem na vida a beijar ela. Depois disse a ela para cuidar bem a pica que faria dela mulher. Ela sem entender nada, mas obedecendo a eles em tudo. Ela reclamou do cheiro, mas ele passou o pau em seu nariz, depois esfregou nos lábios dela, mandando ela abrir um pouco a boca. Lá estava aquele negro com a cabeça da rôla na boca da menina. Ele mandava ela chupar e ela tentava. Depois o outro fez a mesma coisa. Eles batiam de leve o pau no rosto dela. Eles tentaram ensinar ela a bater punheta em pau de homem, ela toda desajustava tentava. Depois de um bom tempo nisso, eles enfim começaram a lubrificar suas rôlas pra o serviço. Ela olhava atenta. Eles mandaram ela ficar massageando a buceta, ela assim fez.
Ela deitada sem calcinha, a buceta já inchada e no efeito da pomada, ele se aproximou com aquela pica rígida... Subiu na cama, ajustou as pernas dela fazendo um frango assado, o outro negro ajudou segurando as pernas dela na posição... Ela atenta, vendo aquilo se aproximar do seu priquito. Ele ficou pincelando a cabeça da rôla bem na entrada da buceta dela, dizia que dentro tinha tipo um anel que ficava se contraindo sem querer deixar o pau entrar. Ele fez força pressionando a cabeça da pica pra entrar, ela fez cara de dor, ele aos poucos foi enfiando e ela abrindo a boca com dor. Quando rompeu eu vi a cabeça entrar de uma vez, eles comemorar e ela dá um gemido grosso. "Pronto! Tu agora é mulher!" E sorriam.
Ele disse que o priquito dela continuava mordendo a cabeça da pica dele, então, com a cabeça ainda dentro abaixou as pernas dela voltando a posição de papai e mamãe. Ele pecou nos ombros dela e começou a chamar.. Ela tentava tirar o priquito do ponto, mas não conseguia, ele mordia os lábios como se estivesse com raiva, e a "cobra preta" foi entrando. Faltando cerca de 4cm não entrou mais, parecia ter tocado o colo do útero dela. Ele deixou dentro para a buceta dela se acostumar e mandou ela dizer frases como “o senhor arrombou meu priquito”, “agora vou ter sempre minha buceta nas medidas de sua rôla” e etc... Depois ele foi enfiando devagar e tirando, cada vez ela dava um gemido, passado um tempo ele estava macetando ela sem dó, só dava pra ver o bumbum dele subindo e descendo. Então ele foi acelerando e ficando eufórico na respiração, enfiou fundo tentando colocar o pau todo e... Urrou gozando dentro dela. Deixou o pau dentro e ficou conversando com ela, os olhos dela parecia encantada por ele. Ele saiu e o pau ainda estava meio bêbado pingando esperma. Mandou ela chupar até limpar o pau dele, assim ela fez. O outro negro subiu em cima dela, virou ela de costa e ficou comendo a buceta dela , mas foi com o dedo procurando o cú dela, achou... Foi enfiando o dedo depois outro... Ela fazia cara de dor, e ele dando as varadas. Saiu da buceta dela com o pau melado do esperma do outro, pincelou o cú dela, deu um lençol pra ela morder e foi rompendo devagar as pregas dela. Ela olhava pro outro a espera de socorro, mas ele apenas assistia. Enfiar, enfiou até o tronco. Ele segurava nos ombros dela e apertava pra enfiar o mais fundo possível. Eles passaram a noite comendo ela, saíram quase o sol nascendo, com as rôlas moles de tanto fuder.
Quando eles saíram ela ficou pegando na buceta pra sentir como ficou o rompo. Ela estava mais aberta que uma puta de garimpo.

This story is a work of fiction; none of the acts described actually occurred. It should only be used by those who have the fetish and don't want to act on it.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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