Bom como estávamos no ônibus e alguém poderia ver o que eu estava fazendo levantei os meus cadernos o mais que pude o que me deu um certo conforto para movimentar a minha mão por sobre as coxas e dentro das coxas da Andréia, ela estava com a cabeça apoiada em meu peito e gemia muito, mas sempre baixinho até que chegou o lugar onde ela descia, fiz menção de descer junto, mas ela disse que não pois seu pai que morava na mesma rua dela sempre estava esperando ela na frente da casa dele e ela não queria que ele me visse, demos um selinho rápido e ela desceu do ônibus.
No dia seguinte na escola nos falamos normalmente, sem tocar no assunto do dia anterior, para que nossos colegas não percebessem nada, no final da aula ao pegarmos o ônibus, não conseguimos nos sentar e foi ate melhor, apesar de eu ser muito maior que ela tenho 1.80m, vi que ela fez questão de ficar na minha frente no ônibus somente para poder ir esfregando a bunda no pau que estava duro como pedra, podia sentir que ela ficava na ponta dos pés somente para sentir melhor meu pau roçando sua nádega e eu segurava sua cintura puxando ela de encontro ao meu corpo, isso durou os 30 minutos de ônibus que enfrentamos até que chegou o ponto dela e com um beijo super quente ela me disse que me esperava no dia seguinte na casa dela para podermos estudar.
No dia seguinte à tarde, fui para a casa dela com a intenção de estudar visto que os filhos dela estariam por lá e seria impossível fazer qualquer coisa, assim que cheguei ela me recebeu com um beijo no rosto e pediu para entrar, com um sorriso nos lábios me disse que iríamos estudar na cozinha, pois a sala estava uma bagunça, e que poderíamos ficar mais à vontade pois seus filhos haviam ido para o clube com o pai, pois era o dia da visita dele.
Foi quando notei que ela trajava uma minissaia e uma blusa jeans e meia fina, fomos para a cozinha e começamos o estudo, depois de quase 15 minutos ela começou a passar sua perna na minha, olhei para ela e antes que pudesse falar qualquer coisa a campainha da casa tocou e ela foi atender a porta, e quem entra com ela, o pai dela, um senhor de idade que me cumprimentai e conversa algumas amenidades com a Andréia até que diz que não iria mais atrapalhar os estudos, e vai embora, quando Andréia volta pedia para aguardar e foi ate o banheiro, quando voltou, sentou-se ao meu lado e antes de iniciarmos os estudos voltou a acariciar minhas coxas com as suas, olhei para ela e disse assim não vou conseguir lhe ensinar nada, ela pegou minha mão colocou sobre suas pernas e pude sentir que ela tinha tirado a meia fina, que pele macia e quente ela tinha, então pude ver ela morder os lábios, e fechar os olhos, segurei com força suas coxas e comecei a subir minha mão ate encontrar sua bocetinha “ela estava sem calcinha”, sua bocetinha estava muito úmida e quente, ao encostar meus dedos nela Andréia soltou um gemido alto, olhei para o rosto dela estava vermelho, me aproximei e pude sentir o rosto quente e a respiração rápida, beijei então sua face, seus olhos, desci e passei a língua por sua boca que rapidamente se abriu e nos beijamos, enquanto a beijava meus dedos passeavam por sobre toda a sua bocetinha ora entrando um dedinho ora massageando seu clitóris.
Ela levantou e me guiou para o quarto, sentou-se na cama e me disse que eu tinha que ser gentil pois fazia muito tempo que ela não dava pra ninguém, me ajoelhei na frente dela e a deitei na cama, levantei sua saia e comecei beijando os seus joelhos e fui subindo por dentro de suas coxas ora mordendo, ora lambendo-a, até chegar na sua virilha, segurei as pernas dela e falei para ela erguer o maximo que pudesse, ai pude ver de perto a bocetinha dela e logo abaixo o cuzinho rosado, não resisti e meti a língua na sua boceta, ela deu um gemido alto enquanto eu chupava ela da bocetinha ate o cuzinho e enfiava minha língua no seu grelinho o mais fundo que podia, enquanto chupava ela rebolava cada vez mais, quando dei uma mordidinha no seu clitóris e ela tremeu o corpo todo, havia gozado. Me levantei e fiquei olhando aquela mulher que acabara de gozar na minha boca deitada e se contorcendo, então fiz menção de tirar minha calça, estava com o pau muito duro e queria gozar naquela bocetinha, antes que pudesse terminar de descer o zíper aquelas pequenas mãos vieram me ajudar, ela baixou minha calça e tirou meu pau pra fora, ficou alisando com os dedos a cabeça do meu pau que reluzia vermelha e dura na mão dela, depois começou a beijar e lamber e como era gostosa aquela boquinha, ela apertava meu pau com os lábios e com a língua rodeava o pau dentro de sua boca, ora colocava muito ele dentro da boca ora ficava com ele sobre seus lábios esfregando os dentes e a língua na cabecinha, eu já estava indo a loucura, quando ela se soltou meu pau tirou a jaqueta e a camisa e se atirou de costas na cama e pedindo para que coloca-se todo o meu pau na sua bocetinha.
Deitei-me sobre ela e beijando seus seios e senti a mão dela agarrar meu pau e colocar na entradinha da boceta dela, ela me enlaçou com as pernas e me puxou de encontro a seu corpo gemendo “me fode.. me fode ... vai vai...”, meu tesão foi a mil e enfiei com toda força meu pau naquele bocetinha quente, ela deu um grito e falou “sim”, levantei meu peito apoiando meus braços na cama enquanto ainda estava com meu pau dentro dela e comecei um vai e vem bem devagar, o rosto dela estava se contorcendo e seus olhos estavam fechados, olhava para aqueles seios e beijava e mordia eles de vez em quando, cada vez me mexia mais e ela jogava seu corpo para cima para provocar uma penetração mais profunda, eu já estava a ponto de bala prontinho pra gozar e ela já havia gozado pelo menos duas vezes com meu pau dentro dela, então avisei que iria enchê-la de porra, ela gritou não que me tirou até a concentração, “não tomo remédio”, disse ela, então eu tirei meu pau e falei que eira gozar dentro dela de qualquer jeito, pedi para ela ficar de quatro e disse que gozaria na sua bundinha, ela obedeceu, olhei para os lados e vi um creme na cabeceira da cama, peguei ele e lambuzei meu pau e em seguida o cuzinho dela, enfiando um dedinho dentro, ai ela viu que eu eira comer o cuzinho dela disse para ir devagar pois não estava desacostumada, eu disse que seria carinhoso e que queria gozar dentro dela como havia dito, ela abaixou a cabeça na cama segurei ela pela cintura e comecei a forçar meu pau no cuzinho que logo abocanhou a cabeça do meu pau, ela deu um grito e eu fiquei parado aguardando ela se acostumar, quando senti ela começar a rebolar voltei a forçar a penetração que de tanto creme não foi tão difícil assim quando senti meu pau todo dentro dela parei e mandei ela rebolar, ela gemia alto, gritava com meu pau cravado dentro dela, não agüentei mais e comecei a gozar nela, que urrava sentinho minha porra quente dentro do seu cuzinho.
Terminamos e fui ao banheiro me lavar ela veio atrás e quando fui lavar meu pau ela segurou com as duas mão e deixou ele limpinho com sua boca.
Depois daquele dia saímos outras vezes mas nada tão intenso como este primeiro dia de nossas transas.