Era isso exatamente o que eu pensava, e encontrara eco naquele pensamento, e por isso mesmo me entregava, de corpo e alma, aos toques que Mafalda, minha irmã fazia em meu ânus. Eramos cúmplices naquele jogo delicioso, pois depois de mim, seria vez dela me deixar curtir o seu cu, com o dedo e depois com meu torpedo que era enfiado até a base dentro daquele reduto delicioso. Mafalda e eu tínhamos relações desde que descobrimos que podíamos ser felizes, tendo o sexo entre nós, como fator de pura entrega, livre de preocupação que não fosse, infelizmente, ocultar a delicia que era o ato sexual entre nós. É algo mais carregado de mais prazer, que com pessoas comuns, impacta mais, por ser PROIBIDO. A língua dela, logo tomou o lugar do dedo, expandindo o calor que ela trazia em si e causava uma sensação única de entrega e posse para nós. Ela sempre se deita de bruços e colocando um ou dois travesseiros sob a pélvis, ficam a bunda empinada, separa as pernas e me brinda com a visão mágica de sua vulva e do rego com aquele ponto que era o alvo principal para nossa satisfação sensorial. Depois de satisfeito, a vi ficar na posição, sabendo que era chegado o grande momento dela e por que não meu também, poios tocar ou simplesmente ver aquela bunda a minha disposição, era a mais deliciosa das visões que eu podia ter. Corri um dedo, desde o cóccix, evitando tocar nas pregas, do cu de Mafalda, descendo para a sua boceta, onde a senti bem molhada e por isso embebi meu dedo naquele brilhante líquido e o introduzi de onde ele escorria, sentindo as contrações daquela abertura. Para a deixar mais ensandecida, deixei o polegar pousa sobre seu clitóris, massageando-o, para ouvir o gemido e o tremor de todo o corpo de minha irmã, então, fui de boca em seu rego e passei a língua sobre seu cu. ouvindo um gritinho delicioso de prazer emitido por minha deliciosa irmã. Dei muitos beijos em seu anel e lambi com precisão e leveza, me deliciando com aquele odor de cu gostoso e depois colocava o dedo que estava na boceta , na boca chupando aquele caldinho salgadinho delicioso. Mafalda, trouxe ambas as mãos, as nádegas as separando mais ainda, para ter mais presente as minhas caricias e gemia demais...
__Vai Hélio, me chupa mais, lambe o meu cuzinho...aaaahh...delicioso...adoro isso, sua boca...sua língua em meu botão é puro tesão...ooooohhh...eu amo isso...mais....mais...hummmm....hummmm.... meu amor, enfia a língua em meu cu, que vou abrir para você... assim...
Estufava o músculo anal e formava uma abertura mínima, mas que ao penetrar a língua endurecida naquele furo, eu o tornava mais aberto e entrava em seu cu e ela não se continua e soltava sua flatulência sem odor, por puro descontrole do prazer que estava sentindo. Meu pau, já estava babando, esperando o momento de ir ao trabalho num daqueles tuneis palpitantes. Substituindo a boca, levei o dedo lubrificado, que fui enfiando bem lentamente dentro do cuzinho mimoso. Depois de muito brincar, naquele alvo, senti que estava na hora da posse peniana e assim, apenas lhe pedi que me chupasse e deixasse meu pau bem molhado e assim eu o levei para o rego dela e fui forçando, vendo minha pica ir desaparecendo no interior da bunda. Me deitei sobre a bunda de Mafalda, já completamente atolado em seu cu, passando a estoca-la. Ela não sentia dor, pois estava acostumada á minha pica em seu rabo, uma "brincadeira" que a muito praticávamos. Estava tão excitado, que não dera mais que umas dez estocadas e urrando, cravei o pau bem profundamente dentro do reto de minha deliciosa irmã, jorrando porra lá dentro. Apertei o corpo de minha irmã, que estremecia anunciando que também me acompanhava naquele gozo estupendo.