Apaixonada Pela Irmã Caçula

Por: pedro-95 • 24/07/2026 • 270 leituras
Capa do conto

Assim que descobri que minha mãe estava grávida, fiquei um pouco revoltada é claro. Afinal eu tinha passado 11 anos da minha vida sendo a filha única e muito mimadinha, mas eu fui a primeira pessoa pra quem ela se mexeu na barriga da minha mãe, assim que senti aquele chutinho na palma da minha mão passei a amá-la com todos o meu coração. E quando vi o rostinho da minha irmã quando ela chegou da maternidade me apaixonei ainda mais, eu quis cuidar e proteger ela pra sempre.
Acontece que cuidar dela incluía dar banhos e desde que ela ela bebê eu sentia um certo "nervoso" ao tocar o corpinho dela, em especial tocar a pepekinha dela pra lavar me dava um frio na barriga que conforme ela foi crescendo só foi ficando mais e mais forte.
Quando ela fez 7 anos esses sentimentos chegaram ao ápice e tive que admitir pra mim mesma que aquilo era tesão. Eu passava horas olhando pra ela e chegou o momento em que não aguentei mais me segurar e comecei a me masturbar a noite, já que dormíamos no mesmo quarto e a luz da lua entrava muito pelas janelas grandes, me deixando vê-la bem. Nas noites frias eu só via o rostinho porque ela não gostava de cobrir a cabeça, mas eu gostava mais das noites quentes onde o lençol não cobria quase nada e eu podia olhar aquele corpinho perfeito.
Certa noite ela se mexeu na cama e a camisolinha da barbie subiu e deixou a bundinha exposta já que era muito grande pra idade e a calcinha sempre acabava ficando enfiada. Me toquei tão gostoso que não deu pra segurar os gemidos e ela acabou acordando.
Eu estava com tesão demais pra parar e ela virou pra mim sem parecer assustada, só ficou me encarando com os olhos grandes e castanhos. Isso me excitou ainda mais e intensifiquei os movimentos dos dedos na minha buceta e apertei o peito direito, gemendo bem gostoso.
Ela não estava entendendo, mas sorriu pra mim e se ajeitou melhor pra continuar me olhando até que eu gozasse murmurando o nome dela.

- Lara... Ah, Larinha... Eu te amo. - eu dizia o mais baixo que meu tesão deixava, afinal meus pais podiam passar no corredor e ouvir.

- Também te amo, mana. - ela sussurrou com um sorriso.

- Quer dormir comigo? - perguntei ainda ofegante enquanto limpava os dedos MUITO melados no short, eu queria sentir minha irmãzinha.

- Você deixa? - os olhos castanhos brilharam de um jeito que derreteu meu coração.

- Claro, lindinha. - respondi sorrindo enquanto ajeitava meu short e a blusinha de pijama. - Pode vir.

Ela desceu da cama dela e correu pros meus braços. No momento em que Lara se aninhou no meu corpo e fechou os olhos pra dormir, tudo que eu conseguia pensar sentindo aquele cheiro delicioso de inocência e shampoo infantil é que ainda teria aquela garotinha pra mim, não importava o quanto eu tivesse que esperar ou quantos bons costumes e regras sociais eu estaria quebrando, eu precisava foder gostoso aquela criança.
Logo descobri que não teria que esperar tanto e que crianças tesudas não estão nem aí pra moral e bons costumes. Mas isso fica pra depois.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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