Meu primo que tinha 15 anos na época, dois a mais que eu, conhecia muito sobre sexo e era um expert em masturbações e ejaculações, diferente de mim, que não sabia quase nada além das histórias que os garotos da rua contavam sobre mulheres e sexo.
As vezes nos masturbávamos olhando revistas da Play Boy, que eram da coleção do irmão mais velho do meu primo. Eu ainda não sentia o mesmo prazer que meu primo demonstrava, quando, depois de uma prolongada masturbação ejaculava um verdadeiro jorro de porra grossa e leitosa, que as vezes atingia paredes ou móveis do seu quarto, à consideráveis distâncias, me causando muita inveja.
Doni sempre se aproveitava das situações nas quais estivéssemos sozinhos, inventando brincadeiras de tudo quanto era jeito com a finalidade de ficarmos pelados. Um dia de manhã, aproveitando que seus pais haviam saído para o trabalho, Doni me chamou para brincar na garagem da sua casa, que tinha um grande salão e ficava em frente a um ponto de ônibus. A porta de aço da garagem era muito velha, e a ferrugem havia lhe feito alguns buracos, de onde se podia enxergar as pessoas que estavam em frente esperando o ônibus. Nós estávamos jogando bola dentro da garagem, quando meu primo se abaixou, olhou por um dos vários buracos da porta de aço, como era de costume, e me chamou, mandando que eu também olhasse para ver uma gatinha de mini-saia que estava no ponto de ônibus. Eu, mais que depressa, me abaixei ao lado del