Era quinta-feira, saí do trabalho exausta, com uma dor de cabeça chata, mas decidi que o treino seria meu remédio. E foi. Fiz todo o meu treino de glúteos e já estava me sentindo um pouco melhor.
Quando fui para o cárdio, peguei o celular e fiquei lendo alguns contos. Enquanto meus batimentos subiam na esteira, as palavras começavam a invadir minha mente. Eu estava ali, soada, ofegante, sentindo o calor do meu corpo se misturar com a safadeza da leitura. A cada parágrafo, eu sentia minha buceta encharcar e o tecido do meu short ficar úmido entre as pernas. E o desejo de me tocar ia crescendo cada vez mais.
Não me aguentei, eu precisava saciar aquilo. Caminhei em direção ao banheiro com as pernas bambas, não apenas pelo treino, mas também pelo tesão. Escolhi a cabine mais distante da porta, a última, onde o movimento era menor.
Ao baixar o short, minha calcinha estava completamente encharcada, melada e babando. Continuei com o celular em uma mão, lendo. O contraste era enlouquecedor: as pessoas saindo e entrando, lavando as mãos, conversando. Enquanto eu começava a me tocar.
Enfiei dois dedinhos na minha bucetinha, que naquela altura já estava escorrendo. Eu tremia. Cada vez que a porta do banheiro abria, meu corpo se arrepiava por inteiro. Eu precisava morder o lábio e segurar a respiração para não soltar um gemido alto que atrairia toda atenção.
Me imaginei dentro de cada cena que lia. O ritmo dos meus dedos aumentaram, a umidade era tanta que o som da penetração era abafado apenas pelo meu esforço em ficar quieta.
Foram minutos de êxtase. Quando o orgasmo veio, foi com tudo. Eu não apenas gozei, eu esguichei, sentindo o jato quente se espalhar pela cabine enquanto minhas pernas falhavam de vez.
Fiquei ali, ofegante, sentindo o coração palpitar no peito. Me recompus, limpei a bagunça como pude e saí como se nada tivesse acontecido, mas com um sorriso de quem acabara de realizar um desejo delicioso. Voltei para casa relaxada, com o treino feito e o corpo e alma, devidamente lavados.