Aproveitando o luto - parte 1

Por: beatriz-228 • 10/07/2026 • 197014 leituras
Capa do conto
Fala pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim. Já estava com muita saudades de contar algumas experiências aqui.

Dia 12 de Maio, fui acordada com a gritaria no apartamento da frente (estou morando em um residencial, de dois apartamento por andar), assustado, fui olhar o que estava acontecendo, ao abrir a porta vejo a minha vizinha, o marido um dois policiais e um dos filhos (Pedro, 22 anos, branco, cabelo liso e jeitão de nerd e com o corpo de rato de academia) do casal.
- Meu Deus, porque isso aconteceu, falava a vizinha. Chamei o filho dela e perguntei e precisava de ajuda, ele disse que sim. Coloquei uma camisa e fui fazer uma "carapa", no decorrer da situação, ela foi ficando mais calma e começou a conversar, foi ai que comecei a entender toda a história. O irmão dela era gerente de um posto e gasolina e foram assaltar o posto durante a madrugada, após pegar o dinheiro, os criminosos dispararam contra o irmão dela e veio a óbito.
Disse que iria ficar ali para jajudar no que fosse necessário, voltei para o meu apartamento e comecei a preparar um cafe rápido, assim eles poderiam tentar se alimentar para receber os familiares.

Nesse meio tempo, chega alguns familiares e o Pedro vai avisar, nisso percebo que ele está de samba canção azul marinho que marcava o tamanho de sua tromba, sem camisa, os pelos pubianos saltando. Dou aquela olhada e fico sem um norte da situação, o garoto percebeu e pediu desculpas por ter entrado daquele jeito, disse que não era problema algum. Terminei o café e imaginando aquela moleque trocando, gozando e tudo mais.
O dia foi passando e o clima mesmo de tristeza, não parava de chegar pessoas, familiares e amigos, o meu vizinho chamou no canto e perguntou e poderia fazer um favor, não pesei duas vezes e disse que sim; - vai vim uma.familia do interior e não temos lugar para todos dormirem, o Pedro pode dormir aqui essa noite? Na hora o meu coração quase saltou pela boca e de imediato aceitei a idéia.
Chegou a noite e fui no mercado afazer algumas compras e encontro o Pedro na caragem:
- Pow cara, muito obrigado pelo que você está fazendo pela nossa família., valeu mesmo.
Nada cara, temos que ser solidário (nesse momento o pensamento estava a mil e planejando uma situação para logo mais a noite) com a dor do próximo.

Era por volta das 23h30min quando receber uma mensagem do Pedro: - Cara, desculpa o horário, já estou indo aí dormir, estou muito cansado. Apenas visualizo (não uso a confirma o de leitura) a mensagem, corre e coloquei uma cueca box apertada e fico sentado no sofá. Pedro bate na porta e vou atender.
- Opa, acho que cheguei (calção de jogar futebol e uma camiseta branca) em uma hora boa, na verdade... chegeui na hora errada.
- Que nada, estava apenas assistindo um filme.

Perguntei se teria algum problema e dormir em meu quarto, já que o quarto e hóspedes está sendo usando como escritório e não tem ar condicionado, ele nnpensouao pensou duas vezes e disse que não teria problema algum. Fui andando pelo corredor e mostrei o banheiro e o " nosso futuro cantinho de acasalamento". Disse que ele poderia ficar a vontade, com poucos tempo depois vou dormir e se deparado com uma cena (só de lembrar o c* fica piscando), ele estava deitado sem camisa e era possível ver a marca de uma enorme tromba, gelei na hora, entrei no banheiro e bati uma punheta pensado naquele pedaço de mal caminho, voltei para o quarto e quando estou quase deitando escuto:
- Ficou nervoso só em vê o brinquedinho aqui é correu para o banheiro?
- Na na não, fui tomar um banho, estava muito quente.
- Faz tempo que percebi que você fica olhando pelos cantos quando passo (ele não mentiu);
- Que isso garoto?! Isso deve ser coisas de tua mente.
- Hahahaha, conheço uma vagabunda de longe, nessa hora os planos foram de água abaixo, ele senta encima do meu tórax e solta uma tromba enorme (aproximadamente 23cm, cabeça vermelha, grossa e cheia de veias), o cheiro de homem subiu na hora.

Não pensei dias vezes e comecei a fazer o serviço direito, fiquei chupando aquela rola por uns 10min e cada chupada ele se contorcia de prazer soltava um uns berros grave.
- Chupa vadia, se é rola que você quer, agora você tem rola, e sempre levava uma lapada de rola na cara (pense numa coisa gostosa).
Ele disse que queria fuder gostoso, ele colocou na posição de ladinho (tipo, conchinha), quando ele colocou a cabeça, penseinque estava rasgando tudo, ele empurrou de vez, dei um grito e escuto: Se gritar vai ser pior, é melhor sentir a dor calado. Ele foi acelerando as décadas, e cada socada era uma lágrima de dor misturado com prazer. Depois fiquei de frango assado num puff e sentia até as boas baterem na minha bunda. Com isso, já não estava mais aguentando ele resolveu que era a vez do vamos "quatro". Quando ele começou a socar, ele começou a bater punheta em mim, gozei na mão dele, sem nenhum tipo de cerimônia tomou o meu esperma e percebo aquela tromba ficar maior dentro de meu cu e uos jatos de poha escorregando entre as pernas.
E ele tira a rola e diz: quero gozar mais, comecei a bater uma punheta e sem avisar sou surpreendido com um jato de poha na cara. Ficamos ali por alguns minutos e resolvemos tomar banho, no banheiro ele derrubou o sabonete de propósito e acabei sendo enrabado novamente. Quando saímos o banho era quase 3h da manhã e fomos comer alguma coisa, ao voltarmos para cama ele disse que queria guardar a tromba dele no meu cu (quem vai para guerra com medo de morrer é soldado covarde), atendi o pedido dele, mesmo com o cu ardendo, ficamos de conchinha e sentia as leves pulsações dele com aquele mastro.

No outro dia, acordamos e transações novamente, calma ae! Vou deixar para uma segundo capítulo. Não se esqueça, votem e comente, tem críticas? elógios? Ou sugestões? Manda uma mensagem (pode ser nudes também, hehehehe).

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