Um dia, numa festa junina, eu estava acompanhado do Ronaldo e vi o Marcos e a regina se beijando. Marcos fazia de propósito só para me tesar. Neste dia bebi um pouco e resolvi: Vai ser hoje. Saimos da festa e fomos direto para a pensão dele. Comecei a tentá-lo já dentro do carro passando as minhas mãos sobre seu membro que a esta altura estava duro. Chegando, comecei a beijar-lhe a orelha, beijando os mamilos e ouvindo-o gemer :- vai gostosa, chupa meu cacete agora. Ele ficou deitado de costas e eu de joelhos entre as suas pernas. Fui descendo devagar com a minha lingua, tirei sua camisa, abri-lhe a correia e a braguilha da calça, quando "pulou" aquele pinto enorme (uns 23cm) que eu adorava chupar. Sempre tive dificuldade em chupá-lo pois minha boca é pequena para aquele gigante ( parecia de jegue: grande e grosso).Chupei aquele gigante começando pela cabeça, devagar, nos lados, os bagos, voltava na cabeça, punha quase tudo na boca enquanto com minha mãozinha ia batendo uma punheta. Voltava a lamber nos lados raspando meus dentes devagar naquele mastro cheio de veias (isto ele me ensinou). Ele estava indo à loucura. Terminei de tirar a calça dele tirei minha camiseta e ofereci-lhe meus seios para serem chupados. Ele chupava devagar. Um de cada vez. às vezes dava uma mordidinha nos bicos. Eu já estava louca de tesão. Ronaldo então inverteu a posição passando a ficar por cima de mim. Aos poucos foi tirando a minha bermuda. Foi descendo até chegar na minha chaninha como nem ele nem o Marcos já tinha feito. Comecei a gozar. Fechei os olhos e imaginei que aquela transa estava acontecendo com o Marcos- minha grande e única paixão-. mas estava ali para vingar-me. Ronaldo então disse: hoje você não escapa. Vou tirar seu cabaço. - Vem então. Enfia esta tora na minha buceta. Mas vai devagar porque ele é muito grande. - Então chupe-o mais um pouco. Chupei até deixá-lo molhadinho. Então ele apontou para a minha entrada e foi introduzindo devagar. Começou a doer. - Tira. Está doendo. Estou com medo, eu disse. -Fique calma. Relaxa. Fui sentindo rasgando no meio.
-entrou tudo minha gostosa
-está doendo um pouco, mas está gostoso. Mexe. bomba, vai.
Ele começou devagar e foi aumentando o rítmo. Fui à loucura. Gozamos muito juntos. Seu membro depois foi murchando e saiu de mim. Ficamos deitados lado a lado. Nossa. Não acreditava que aguentei aquilo tudo.
Mas estava satisfeita e VINGADA. Fomos tomar banho e iniciamos nova sessão de chupadas. Aos poucos seu instrumento foi crescendo de tal forma que novamente não coube na minha boca. Voltamos para a cama e pude perceber então a manha de sangue. Deitei-me de bruços e fiquei pensativa. Tinha me tornado mulher e tinha me vingado. Ronaldo então deitou em cima de mim e foi beijando minha nuca, orelhas, descendo com sua lingua pelas minhs costas. Arrepiei-me toda. Senti seu cacete entre as minhas pernas e parecia um pedaço de madeira roliço tal o tamanho e dureza. De repente levantou meus quadris e colocou dois travesseiros embaixo. Foi descendo a lingua e passou pelo meu anus. Fui ao delírio. Colocou-me de 4 e enfiava a lingua no meu buraquinho e alternando na minha chaninha já deflorada. Enfiava seu dedinho mindinho no anel e chupava meu grelo. Era demais. De repente enfiou seu membro na minha buceta e foi forçando devagar. Estava bom demais. Trocou o dedinho mindinho pelo indicador. Estava sendo possuida nos dois buracos, pensei. De repente a tragédia. Retirou da buceta e direcionou para o anus. Eu assustei e falei: aí eu não vou aguentar. Ele respondeu: vou fazer o serviço completo. Vou tirar todos os seus cabaços. No início eu deixei, mas depois começou a doer demais. Eu gritava e pedia para parar. Mas ele foi enfiando pois tinha o controle. Estava me segurando pela cintura. Arregaçou tudo. Saiu muito sangue. E pior, Demorou a gozar. Depois que saiu eu fiquei prostrada e toda dolorida. Era muito sangue no lençol. Tomamos um banho e ele me levou para casa. Ainda sai com ele mais algums vezes mas não deixei por atras. Tinha ficado traumatizada. Passados algum tempo o canalha sumiu.
Tempos depois, reencontrei minha piaxão (Marcos). Tinha vindo passear na nossa cidade. Estava empregado e morando em outra cidade. Como já não tinha mais nada a perder, aceitei sair com ele. Foi todo carinho. Todo gentileza. Estranhou na primeira vez que eu já não era virgem. Eu chorei de vergonha. Ele me comeu de varias posições e ainda gozou na minha boca. Em outras saidas eu dei o anus para ele. Ele gozou mas eu não. Meu trauma não tinha passado. Ele era educado, gentil, meigo, amoroso.Gostava de estar com ele pois era ainda a minha grande paixão e achava que gostava de mim. Ledo engano. Eu na verdade era a putinha que ele tinha quando vinha à nossa cidade. Fiquei com mais um trauma. Soube depois que ele casou.
Hoje estou casado com um bom homem, carinhoso, responsável e que sei me ama muito. Sou uma mulher arrependida. Devia ter esperado pelo meu hoje marido. Eu não o mereço. Até hoje de vez em quando eu estou trepando com meu marido e lembrando do Marcos. Não consigo dar o anus. Sei que satisfiz o Marcos ( e um outro tempos depois) com minha bundinha, mas não consigo com meu marido. Até hoje ainda guardo a lembrança do Marcos, pois além da paixão, como lí num conto aqui, O AMOR DE PICA É QUE FICA.
Joana