Arrombei o cuzinho da minha sobrinha.

Por: nu-evdominda-1 12/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Tenho uma namorada de 41 anos, como mora ela e a mãe durmo alguns dias da semana na casa dela. Já namoro essa mulher há muitos anos então sou íntimo da família. Ela tem um irmão que mora no Acre e todo fim de ano vem visita-la. Ele tem uma filha (Carla) que conheci aos dez anos, o tempo passa e ela hoje tem 19. Ela virou uma bela mulher, mas nunca me despertou o interesse até porque a conheci criança. Diferente dos últimos anos ela chegou mais cedo para visitar a avó. Como eu não sabia, fiz meu ritual, cheguei na casa da minha namorada, entrei, e fui para seu quarto. Quando cheguei ela não estava no quarto mas ouvi barulho de banho e a aguardei. Enquanto esperava ví um filmezinho na internet e fiquei excitado. Como sou muito brincalhão, tirei a roupa, peguei minha toalha, “pendurei’ no pau e fiquei esperando ela sair do banho na porta do banheiro. Qual não foi minha surpresa quando quem saiu do banheiro foi sua sobrinha. Fiquei atordoado, voltei correndo para o quarto, enquanto a Carla se acaba de rir. Poucos minutos depois ela bateu no quarto, eu já estava vestido e a atendi com os olhos para o chão. Ela me explicou que sua tia havia saído para ir ao banco, eu tentei me desculpar e ela me disse que não era mais criança e que entendeu perfeitamente o acontecido. Ela continuou a conversa e me revelou que já havia visto eu transando com a tia dela. Eu perguntei como? Ela disse que sempre foi curiosa e que olhava pelo buraco da fechadura do quarto. Então falei que ela não via nada, porque a cama ficava ao lado da porta e não dava visão. Para minha surpresa ela disse: Verdade, só dava para ver quando ela ficava na beirada na cama de quatro e fazia sexo anal com vc”. Olhei para porta e ví que nesse caso o ângulo era perfeito. Nesse momento eu já havia perdido a timidez e perguntei como ela sabia que era sexo anal. Ela me chama de Pedro e falou. “Pedro, eu via vc passar KY no pau e ouvia ela gemer e pedir para vc ir devagar”. Como já estava excitado, perguntei o que ela achava disso. Ela tranquilamente respondeu que não sabia porque nunca havia feito sexo anal, mas que tinha curiosidade. Imediatamente perguntei se queria tentar. Ela riu e respondeu: O que vc acha tio. Como fiquei sem ação ela se adiantou, sentou na minha frente, tirou meu pau do short e colocou meu pau inteiramente na boca; nunca havia sido mamado daquela forma, por pouco não gozei imediatamente. Quando ela viu minha excitação, parou e pediu para eu fazer igualzinho fazia com a tia dela. Então joguei ela na cama e já ia deitar em cima dela quando ela me empurrou e disse: Pedro vc não me entendeu só quero ficar de quatro na beira da cama e que vc coma meu rabo e só. Bom, nesse momento me senti um pouco usado e irritado; pensei comigo mesmo “tudo bem sua puta se é pau no cú que vc quer e isso que vou te dar”. Fui até a gaveta do guarda roupa, peguei o KY, quando cheguei ela já estava de quatro. Antes de passar o KY nela abri aquela bundinha para ver o cuzinho, para minha surpresa ela era bem peludinha, uma graça. Quando encostei o dedo com KY naquele cu ela se contraiu toda e disse que estava gelado; brinquei e falei que daqui a pouco tempo ia esquentar. Nesse momento senti que aquela autoridade e prepotência inicial já havia acabado. A segurança já dava lugar ao medo; para não perder aquela oportunidade falei que ia ser carinhoso e que se criasse algum incomodo eu pararia. Passei Ky no pau e quando fui encostei minha mão na cintura dela, ela estava gelada. Coloquei a cabeça na entrada do cuzinho dela e ela foi para frente; puxei ela de volta e tentei mais uma vez; mais uma vez ela foi para frente; nesse momento não puxei, acompanhei o movimento dela para frente sem desencostar o pau do rabinho dela. Ela então disse que era melhor parar que a tia já devia estar chegando; Ela foi chegando para frente até deitar na cama, ai já era tarde demais, deitei junto com ela e sobre ela, como sou pesado e meu pau e o cuzinho dela estava todo lambuzado, meu pau foi invadindo aquele cuzinho apertado, ela foi se contraindo, gemendo e pedindo para eu parar. Ai foi minha vez de falar: ”Sobrinha quero ver ser marrenta agora com meu pau enterrado no cú” . Soquei várias vezes dentro daquele rabo, mas como era muito apertado gozei muito rápido. Sai de cima dela e ela correu para o banheiro. Já sem tesão fiquei com remorso e fui atrás dela, cheguei no banheiro era estava debaixo do chuveiro e chorando. Cheguei perto peguei o sabonete e fui dando banho nela. Quando fui ensaboar a buceta dela, ela se fechou, insisti e ela relaxou. Como me achei na dívida, ajoelhei na frente dela e lambi devagar aquela bucetinha. Aos poucos ela foi relaxando, começou a gemer e puxar meu cabelo e eu continuei a mamada até sentir ela gozando na minha boca. Acabado isso fomos cada um para seu quarto. Tivemos outros encontros que depois volto para contar.

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