Arrombei o jogador roludo na quarentena

Por: ana-133 • 07/07/2026 • 487173 leituras
Capa do conto
    Vou contar brevemente uma foda que rolou comigo recentemente. Na turma da pelada de quarta tem um brother que a galera comenta que curte uma rola no sigilo, o Antônio. Sempre houve esse boato mas nunca botei muita fé, apesar de já ter batido umas pensando nele me mamando. O cara não é do tipo bonitão, mas é gostosinho no azeite, e macho. Ele tem por volta dos 30 anos, 1.80m, corpo malhado e com pêlos aparados no tórax. Num dia desses que o tesão bate de um jeito que a gente perde o controle, instalei um app de pegação sem me identificar (ninguém saca de mim) e comecei a trocar ideia com um cara até que decidimos trocar foto de rosto. Ele enviou primeiro... Puta que pariu! Era o Antônio!
    Fiquei paralisado por uns segundos, mas resolvi arriscar, o cara era gente boa e o tesão estava demais. Mandei minha foto e ele ficou doido também, nem desconfiava de mim. Pedi segredo. Falei que estava a fim de uma foda rápida, ele topou e marcamos de encontrar. Pedi pra ele ir só de calção, sem cueca. Já era tarde, peguei meu carro e fui encontrá-lo.
    Chegando lá, ele entrou no carro e seguimos em direção à um loteamento sem movimento, um pouco afastado da cidade. No caminho já botei minha rola pra fora e coloquei ele pra mamar. O bicho mamava igual uma cadela, como eu imaginava nas punhetas em que o homenageei!
    Parei em um lugar tranquilo, saí do carro e ele saiu também. Tirei a minha camisa e ele a dele, nos pegamos por um tempo, apoiados no carro, mas não demorou muito. Tirei a camisinha do bolso, encapei a vara e desci o calção dele que já mostrava o mastro hasteado. Puta que pariu! O filho da puta tinha uma rola da hora demais: reta, rosada e veiuda. Tava duraaaaaaça! Coloquei ele debruçado contra a traseira do carro, de costas pra mim, enquanto lubrificava minha rola com KY. Passei um tanto de lubrificante na ponta do dedo e atolei na raba dele, sem muito cuidado. Ele estava recebendo tratamento de putinha. Sem muita enrolação, meti a vara nele. Adoro a sensação do primeiro escorregão, e esse foi rasgando. O cara delirava de prazer, sabia que estava dando pra macho e se sentindo totalmente dominado. Meu peito pressionava o corpo dele contra o carro sem ter outra alternativa se não aguentar minha rola torando o seu rabo gostoso. Eu regassava o rabo dele. Meti, meti, meti... até que notei que ele gozou em cima do meu carro sem tocar o próprio pau. Aproveitei o embalo, tirei a capa e bati uma punha com a cabeça da vara tocando a portinha do cuzinho dele. Jorrou leite quente e não me segurei... empurrei a rola pra dentro com porra e tudo. Que tesão!
    Depois disso ele já me mandou mensagem de novo querendo repeteco. Vai virar putinha do papai!

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