As bombadas do Tonhão

Por: felipe-248 • 12/07/2026 • 144667 leituras
Capa do conto
Vou contar minha primeira experiência pós-Semeão (veja meus contos anteriores), que foi meu primeiro macho e me comeu dos 16 aos 40 anos, initerruptamente, me pegando solteiro, noivo e casado...

Estava um dia de sol aqui no RJ e resolvi tomar uma cerveja no bar na esquina de casa, aproveitando a folga da patroa, que estava mais uma vez em Minas, na casa da sogra.

Quando entro no bar vejo um moreno parrudo, seus 50 anos, só de sunga, camiseta e chinelo. Não sou de olhar para homens na rua não, mas esse me chamou a atenção, principalmente pelo tamanho do pé (48, depois vim a saber).

Dei uma encarada nele e sentei na mesa. Quando ele deu aquela ajeitada na piroca, senti que ia tirar meu atraso em breve. Não demorou muito, numa troca de olhares, convidei-o para sentar na minha mesa.

Apertou minha mão com aquela verdadeira raquete e sentou-se ao meu lado no alto de seus 1m95 e conversamos amenidades, mas era nítido que rolava um clima. Não mais que 45 minutos depois ele se levantou e foi, deixando o convite para que eu fosse assistir o jogo do Mengão em sua casa mais tarde e tomar umas cervejas.

Estava na duvida se aceitava o convite ou não, mas o rapaz do bar deu-me boas referências dele, que havia acabado de se separar de uma das mulheres mais gostosas da região e estava morando sozinho na rua ao lado.

Há algum tempo sem fazer nada, me preveni. Fiz minha higiene, aprei a barba, os pelos e encaminhei-me para o “abatedouro”...

Chegando lá fui recebido com um sorriso no rosto, uma cerveja na mão e um macho enorme, sem camisa e com um short curto e largo. Sentamos na sala e começamos animada conversa sobre vários assuntos.

Ele ficou na cadeira em frente a minha e logo a cabeçorra de sua piroca surgiu pela lateral do short. Sentindo que não tirava meus olhos dela, ele falou: Tá gostando? Desde que te vi no bar sabia que você ia ser meu. Vem pegar, vem, cadelinha...

Irresitível. Engatinhei até aquele monumento e comecei a sorvê-lo com sofreguidão, mal cabia na minha boca, mas chupei como pude, engolindo aquelas bolas enormes e babando tudo. Logo ele me pegou no colo (não sou leve) e me colocou no sofá, levantando minhas pernas. Fez um delicioso cunilingus e preparou o meu cu para receber aquele monstro de 22x8.

Ponderei que jamais tinha encarado pau daquele tamanho, mas ele prometeu ser calmo e paciente. E foi. Aos poucos colocou centímetro por centímetro e me deixou acostumar com aquele tremendo invasor beijando muito minha boca e dizendo que seria meu macho e que eu ia conhecer em breve sua maior qualidade.

Ele começou a movimentar lentamente aquela tora dentro do meu rabo e a dor inicial já havia passado. Ele perguntou: está preparado? Nem quis saber para que e disse: Sim. Jesus! O homem parecia possuído, começou a bombar meu cu vigorosamente com aquela rola quase que entrando e saindo do meu rabo em movimentos fortes e ritmados. Foram 20 minutos tomando as Bombadas do Tonhão, até que ele gozasse fartamente, enchendo a camisinha.

Fomos tomar um banho gostoso e lá ele ainda gozou na minha cara. Terminamos mais duas cervejas, o jogo acabou e na hora que me levantei para ir embora, ele falou: não quer a prorrogação? Meu Deus, meu cú esfolado e esse puto querendo mais...Respondi timidamente, pode ser...

Resultado: saí de sua casa completamente arrombado e andava pela rua com a nítida impressão de que todos sabiam que eu tinha passado a tarde/noite inteira sendo enrabado.

Mas, com a certeza de que queria tomar mais: Bombadas do Tonhão!

E tomei...depois eu conto...

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