AS INICIAÇÕES DE BRUNINHO – A NATAÇÃO

Por: lucas-74 • 20/07/2026 • 23653 leituras
Capa do conto

Bruninho queria rola! Simples assim.

Cada um dos primeiros dias da aula de natação iniciava com aquecimento e brincadeiras livres dentro da piscina, a título de ambientação com a água. E nesses momentos, Bruninho fazia a festa nos corpos dos outros meninos.

Não que Bruninho sarrasse alguém. Muito ao contrário. Ele aproveitava os agarramentos para esfregar a bunda já avantajada nas rolas dos garotos e fazia isso com alegria verdadeira, olhando pra trás por cima do ombro e rindo feliz.

Mas, mesmo cronicamente querendo pica, Bruninho não rebolava no pau dos meninos de caso pensado, querendo dar no clube, local perigoso para isso. Ele o fazia por puro instinto de viado, sem pensar nas consequências. Tanto era uma brincadeirinha de passivo que, de toda a turma de seus coleguinhas de piscina, só três viraram fregueses repetitivos de seu rabo e mesmo assim depois de muita insistência da bunda de Bruninho em suas picas.

Mas naquele dia, no clube de classe média de Belém, perto de sua casa, a felicidade de Bruninho ao esfregar a bunda nas picas foi interrompida por um apito.

Minutos antes, sob um guarda sol enorme colocado no canto da piscina oposto ao local em que Bruninho caçava rolas com a bunda, conversavam o professor Cordeiro, supervisor geral da natação, magro, atlético, muito bronzeado, grisalho e com uns 50 anos, e o instrutor direto de Bruninho, Valdo, um rapaz bonito de vinte e muitos anos. Ambos só de sunga e óculos escuros.

- Égua, Valdo! Espia lá! Aquele garoto de lilás. Ele só quer saber de se esfregar no pau dos outros.

- É assim todo dia que tá aqui, Mestre. Já chamei atenção, mas tem jeito, não.

- Se é boiolinha, a gente tem que tomar cuidado. Tem problema não. Mas não pode é deixar os mais velhos agarrarem ele no vestiário.

- Vou falar pro Tupã ficar de olho.

Tupã era um jovem com nome de família francês que todos pronunciavam como o nome da divindade tupi-guarani. Branquelo, magro-atlético e de origem humilde, o rapaz trabalhava no vestiário da piscina para poder treinar na olímpica e competir. E Tupã tinha uma voz desproporcionalmente grossa para seu porte e idade.

- Tá. Mas só falar com Tupã não basta. Espia. Melhor chamar o garoto aqui e falar com ele.

Saiu desse diálogo o apito que cortara o barato dos sarros de bunda de Bruninho. E com todos os meninos olhando por causa do chamado, Cordeiro apontou para Bruninho e o apartou dos outros.

- Tu aí, de lilás! Vem cá!

Lilás era a cor preferida de Bruninho e ele ia pra natação com robe, sunga e touca lilases, escolha de cor que dera trabalho a Gilda para comprar pela Internet. Identificado pela cor, Bruninho deu um afeminado mergulhinho de onde estava até a escadinha de alumínio, saiu da água e foi sorrindo inocentemente até os dois instrutores.

- Caralho, Valdo. O garoto anda rebolando. E tem mais quadris do que ombro.

- Os meninos chamam ele de “pera”.

- É. Frutinha, mesmo.

Bruninho chegou perto dos dois, todo risonho e os instrutores viram que dentro da sunga lilás do fresquinho um piruzinho mínimo estava durinho. Tentando ignorar a ereção de tamanho ridículo e se esforçando para ser acolhedor, Cordeiro falou.

- Espia, menino. Tem problema nenhum o que vou te perguntar. Tu vai continuar aluno como qualquer outro. Mas a gente precisa saber, até pra te ajudar. Tu é boiola?

A pergunta do professor Cordeiro não deixou Bruninho sem graça, mas o fez recapitular sua relação com o pai distante. Ele não tinha problema nenhum em que a mãe e o tio soubessem que ele era viado. Os dois o acompanhavam no tratamento hormonal e no psicólogo e só faltava mesmo Bruninho lhes dizer diretamente. Mas com o pai, o rico empresário baiano Marcelo, era diferente.

Desde sempre, Marcelo assumira uma relação de aparecer e desaparecer da vida do filho. Em ciclos, o pai surgia com tentativas de “fazer do filho, um homem”, se frustrava e desaparecia. Bruninho notara isso das duas últimas vezes, com as histórias do jiu-jitsu e da natação.

No mesmo dia em que Bruninho flagrara seu tio Gil enrabando sua mamãe Gilda na mesa de jantar e se masturbara com o cabo do rodo de mão enfiado no cu, o pai o matriculara num curso de jiu-jitsu. O menino fizera algumas aulas e até gostara, mas poucos meses depois rolara uma exibição dos iniciantes e Marcelo aparecera para assistir. E o que o baiano viu, o chocou.

Numa demonstração de golpe de defesa, a partir de um “agarramento por trás”, Marcelo viu o atacante agarrar seu filho e viu Bruninho, por um segundo, antes de se defender, sorrir de prazer com a pegada do adversário. E não era um sorriso qualquer. Era exatamente o mesmo sorriso que Marcelo via pelo espelho, no rosto de Gilda, quando ele pegava a mulher de quatro.

Impactado pela semelhança, Marcelo se levantara e fora embora da apresentação, sumindo por meses. E Bruninho, sem o estímulo da presença do pai, logo se desinteressara do jiu-jitsu.

No entanto, sem que Marcelo imaginasse, Bruninho percebera o motivo do incômodo e abandono do pai. O prazer que sentira com o agarramento por trás, brincando de dar o golpe de defesa, era seu, era um momento de seu eu verdadeiro, completo. E quando Bruninho, com o adversário no chão, procurou o pai com o olhar, viu as grandes costas de Marcelo indo embora. Bruninho se mostrara verdadeiramente e o pai vira o que ele era e o rejeitara. Rejeitava-o por ser um viadinho. E isso só fez aumentar a convicção da orientação sexual do menino.

Em um último esforço, o pai, nadador premiado na juventude, colocara Bruninho na natação ainda na tentativa de o fazer “ser homem”. Mas Bruninho queria se vingar do pai, acentuando seu jeitinho de viado. Por isso, o tempo todo que estava no clube, o menino sinalizava seu desejo de ser fêmea enrabável, à disposição dos machos.

Assim, quando o professor Cordeiro perguntou, Bruninho não titubeou.

- Ah, Professor. Eu sou boiola, sim. Tem problema?

- Problema nenhum, meu filho. Só quero que tu saiba que aqui tá protegido, tá?

- Protegido de que?

O jeitinho de viado insinuante do garoto e os peitinhos pontudos com brotos mamários, quase deixaram Cordeiro de pau duro, mas ele desconversou atrás dos óculos ray-ban.

- Dos outros garotos... de abusos...

- Precisa não, Professor. Me defendo.

- Tá... eu... tu tem algum pedido especial?

- Ah... tenho sim. Meu pai vem me ver treinar na quinta e eu queria treinar só pernada, com a prancha, pra ele ver. É que nisso eu sou bom.

- Num sei... Valdo, dá pra ser?

- Dá, sim, Mestre. Mas o Bruninho aqui já tem tempo de pernada. Tava na hora de passar pras primeiras braçadas.

Bruninho retomou e ampliou o pedido, acompanhando-o de gestos muito afetados.

- Ái, quero não, professor Valdo! Eu queria treinar só pernada. Pra sempre!

Daí, quando dois dias depois Marcelo surgiu na arquibancada, Bruninho o cumprimentou de longe, acenando desmunhecadamente e depois sarrou o pau dos meninos com a bunda, como fazia todos os dias. E num desses sarros Marcelo viu de novo, no rosto de Bruninho, o mesmo sorriso lindo e libidinoso que Gilda tinha ao falar “me come de quatro, por favor”. E o pai mais uma vez se levantou e foi embora. Era tudo o que Bruninho queria dele.

Bruninho se sentiu fortalecido. A opinião do pai que fosse para o inferno! Ele era boiola, fresco, viado e assim como tinha se assumido para os instrutores, ia se assumir pra todo o mundo. E se ele ia se assumir, ia logo tratar de realizar seu sonho e dar o cuzinho. De preferência ali no clube mesmo, para os três garotos que já estavam viciados em roçar o pau em sua bundinha.

Assim, como se fosse para comemorar a expulsão do pai e a primeira vez que se assumia viado para alguém, logo que o professor Valdo apitou o fim do treino Bruninho chamou os três amiguinhos da natação que sabia gostarem de se esfregar na sua bunda, para tomarem banho juntos e sarrar.

- Geeente! Bora brincar de agarramento no banho, também?

- Eu vô é te comer, se tu fizer isso.

- Eu também!

- Áiii, adorei. Mas tem que ser rapidinho, antes que o Tupã pegue a gente.

Satisfeito com a reação dos fãs de seu traseiro, Bruninho correu todo alegrinho para o vestiário do clube, que era igual ao de vários outros, escondido sob as arquibancadas de concreto. Havia um grande balcão de guarda-volumes, onde trabalhava o jovem Tupã, e das laterais do balcão saíam dois corredores paralelos, um deles com armários e bancos para se trocar, e outro com vários chuveiros e algumas, privadas.

Bruninho e os três meninos falaram rápida e alegremente com Tupã, pegaram suas toalhas e passaram correndo para o final dos chuveiros. Pela primeira vez o viadinho faria fora ?água os mesmos rebolados de sua bunda generosa na pica dos três amigos e a ideia deixou todos de pau duro.

- É hoje que a gente te come, Bruninho!

- Quero só ver!

Impondo-se aos meninos, Bruninho tirou rebolando sua sunguinha lilás molhada, ensaboou bastante o próprio reguinho, fechou a água do chuveiro e organizou a sacanagem.

- Espia! Um de cada vez! Os outros dois fazem barreirinha pra ninguém ver a gente!

- Tá, anda logo!

- Eu vou ficar paradinho aqui, com as mãos na parede e rebolando. Quero ver quem consegue encaixar o piru na minha bundinha. Mas sem usar as mãos, hein?

- Eu primeiro!

- Não, eu que vou!

O segundo a falar estava mais perto de Bruninho e num impulso colocou o pau já teso pra fora. De frente pra parede e rebolando lentamente, o viadinho nem olhou para a rola.

- Vem logo!

- Tu quer rola, né Viado?

- Quero! Cadê? Tu tem?

O garoto encaixou o pau duro bem no meio da bunda de Bruninho e instintivamente segurou no quadril do viadinho, gerando protestos dos outros dois.

- Ei, não vale!

- É! Bruninho disse sem as mãos!

- Égua! Tá bom! Consigo sem as mãos, teus babacas!

Foi só um breve momento com as mãos do machinho segurando sua cintura, mas foi o bastante para Bruninho se arrepiar todo. Sentindo o calor do primeiro piru que se encostava em suas carnes, Bruninho esqueceu a brincadeira e parou de rebolar, desejando muito que aquela pica achasse o caminho de seu buraquinho. Só o menino se mexia, esfregando a rola no rego da bichinha e falando.

- Eu vô te comer, viado... tu vai ver só...

Mas os dois tinham zero experiência em sexo e mesmo querendo muito, não rolava o acoplamento desejado. Ansioso, Bruninho começou a implorar pela enrabada, colocando pra fora a putinha que ele já era.

- Aiiihhh... veeemmm... me come toda... mete em mim, mete...

O garoto dava golpes desajeitados com o quadril, como se apenas pirocar com força fosse o bastante para achar o furinho, mas não rolava. E, verdade seja dita, o pau do menino não era lá grandes coisas e a bunda de Bruninho era bem fornida de carnes. Irritado, o garoto bufava e começou a fingir que estava metendo de verdade, para se mostrar para os outros dois.

- Viado do caralho... ufff... tô te comendo... ufff... tô te comendo todo...

Bruninho sabia que não estava levando rola, mas as tentativas com aquele pau em seu rego eram gostosas e ele não denunciou o menino. Ficou só gemendo, como se estivesse mesmo sendo penetrado.

- Áiii... gostoso... assim... aiiihhh... aiiihhh...

Mas dois outros adolescentes cheios de hormônios explosivos esperavam na fila e o segundo logo se impacientou e empurrou o primeiro pelo ombro, acabando com o falso coito.

- Minha vez, égua! A gente tem pouco tempo!

Achando que tinha enganado a todos, o primeiro menino foi fazer barreirinha batendo uma punheta no pau ensaboado e falando compulsivamente.

- Meti! Meti no Bruninho! Cês viram! Cês viram! Meti rola no viado!

O terceiro menino, que não era o maior mas parecia ser o liderzinho do trio, logo repreendeu o colega.

- Fala baixo, bestão! Senão o Tupã escuta!

Nisso o segundo garoto já se encaixara de pau no rego de Bruninho. E a bichinha, na esperança de que dessa vez fosse penetrado, abaixou um pouco as mãozinhas na parede e arrebitou mais a bunda para o machinho.

- Aiiihhh... gostoso... vem... isso... me come também...

Mas o segundo menino, além de tão desajeitado quanto o primeiro, era mais inseguro e ficou intimidado achando que o primeiro havia conseguido penetrar o cu de Bruninho e ele não. E para piorar seu lado, quase não havia mais sabão no rego do boiolinha e com isso a rola do segundo menino não deslizava tão facilmente quanto no início da brincadeirinha.

- Num tô conseguindo... assim é bão... mas num tô conseguindo...

- Aiiihhh...

Nisso os quatro ouviram algum barulho no balcão de guarda-volumes e o terceiro menino, ansioso pela bundona oferecida, empurrou o segundo pro lado.

- Sai fora! Senão num dá tempo! Minha vez!

Nesse momento, Bruninho foi rápido no raciocínio e no gesto e entre uma rola e outra conseguiu ensaboar mais o próprio rego, por conta do atrito da segunda esfregada de pica. E em poucos segundos, se abaixando e empinando mais ainda o rabo, o fresquinho sentiu o terceiro pau adolescente procurando caminho entre suas nádegas.

- Aaaiiihhh... que bom... ishiii... vem... come tua putinha, come...

O terceiro menino era tão inexperiente como os outros, mas suas tentativas de pica tesa foram institivamente mais para pinceladas do que cutucadas. Pinceladas só mexendo os quadris, pra cima e pra baixo e facilitadas pelos movimentos pra cima e pra baixo da bunda de Bruninho.

- Mete... come tua puta, come... aaaiiihhh... tá gostoooso...

E numa das pinceladas aleatórias, quando a cabeça da pica tinha descido bastante e voltava a subir pelo períneo do viadinho, aconteceu o milagre.

- Ái!

- Shiii... fala baixo.

A cabeça do terceiro piru que passeou pelas carnes de Bruninho encontrou aleatoriamente o cuzinho do garoto e entrou.

O machinho nem percebeu direito e iria continuar o movimento. O viadinho, por sua vez, nem chegou a sentir dor, só o alargamento súbito e levemente ardido de seu cuzinho, e ia dar a ré no quibe para tentar engolir o resto do pau do amiguinho. Mas um e outro não tiveram tempo pra mais nada, atropelados pela voz grossa de Tupã.

- QUE PORRA QUE CÊS TÃO FAZENDO AÍ?

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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