.
Depois de um tempo passei a ficar até praticamente o horário de fechamento da loja e acabamos nos tornando amigos, com ela contando até intimidades de seu relacionamento. Quase todos os dias ele a vinha buscar de carro após fechar a loja e com frequência cruzávamos no estacionamento do prédio e em breve esses encontros poderiam se tornar mais perigosos! Um dia qualquer, percebi algo diferente nela ao me atender, simpática demais, me tocando e falando perto demais. Achei aquilo estranho, mas talvez poderia me aproveitar da situação e fazer o mesmo, segurando sua cintura e acariciando seus cabelos pela nuca acabei percebendo que se entregava e essa seria a minha janela de abertura!
.
Fui ao caixa para pagar a conta e dessa vez ela não estava do outro lado do balcão, passei o cartão e fui me despedir dando um beijo em seu rosto, mas me aproveitei e segurei sua nuca e dei um beijo em sua boca! No primeiro ela segurou, mas depois avançou contra mim e demos um beijo mais demorado!
.
- Vem comigo! - Disse ela!
.
Me puxou pela mão por uma porta do lado de dentro do balcão que levava para uma entrada do estacionamento nos fundos do prédio e ali mostrou toda a sua pegada sem se segurar. Mordeu meu pescoço e arranhou minhas costas por dentro da camiseta, gemendo enquanto beijava pressionando meu corpo contra a parede! Obviamente eu aproveitei e apertei aquela raba que todos os dias me deixava de pau duro e sussurrava no ouvido dela que era louco para foder aquele rabão! Ouvindo isso ela soltou um suspiro no meu ouvido e acariciou meu pau por cima da calça, apertou e voltou a me beijar ainda com mais tesão!
.
- Quero que me foda igual uma putinha! Como meu marido fode as amigas dele!
.
Naquela hora eu entendi, era só um peão para uma vingancinha dela por algo que havia descoberto. Bom, sorte a minha que vou ter que resolver esse problema dela!
.
- Vou fechar a loja e amanhã conversamos melhor! - Disse me dando mais um longo e safado beijo!
.
Aquilo foi surpreendente e muito excitante, apesar de imaginar todos os dias pegando e fodendo ela, não imaginava que realmente poderia acontecer. Passei o caminho todo dirigindo de pau duro relembrando aquela pegada e gozei gostoso imaginando como seria nossa conversa no dia seguinte!
Entretanto para minha surpresa, na hora do meu café no final da tarde dei de cara com o marido na loja conversando com ela e isso se repetiu até a Sexta Feira nos impedindo de conversar. Mas o ditado que diz “Quem realmente quer, dá um jeito” se aplica muito bem nesse caso, e nesse dia entregou o café em uma embalagem para viagem e dentro da sacola tinha escrito em um guardanapo o nome de um Motel da região, a data daquele dia, hora e o número de um quarto!
.
Na impossibilidade de tirar dúvidas naquele momento, voltei ao trabalho e passei o dia na expectativa, passei na loja na hora da saída e havia outra pessoa atendendo no balcão. Fui até o tal Motel, passei pela recepção e bati na porta do quarto e de lá de dentro a ouvi pedindo para que entrasse, estava dentro da hidro coberta de espuma em um ambiente todo de vidro que ficava no centro, a iluminação estava à meia luz e ao fundo tocava uma musica sensual. Posicionou-se colocando os cotovelos na borda me olhando com um sorriso bem safado, de quatro fazendo com que sua grande raba emergisse em meio a espuma! Rebolava no ritmo da música mordendo o lábio esperando que eu terminasse de tirar minha roupa e fizesse companhia!
.
- Vem, Vi! Quero conhecer essa sua fome!
.
Eu adoro ser desafiado, meu pau que já estava duro apenas em vê-la ali dentro pareceu ficar ainda mais. Sentei na borda e logo ela veio entre as minhas pernas levantando e me dando um beijo lento e bem safado segurando meu pau e punhetando de forma combinada, eu agarrava e apertava sua bunda cravando os dedos e sentia que apesar de serem grandes não ás cobria por completo! Desceu beijando meu peito até minha virilha, passou a língua por toda a cabeça e o chupou sem pressa, fazendo pressão e o deixando totalmente molhado, engolindo, cuspindo, punhetando e passando nos bicos entumecidos de seus seios!
.
Entrei na hidro e pedi que permanecesse de 4 na banheira, fiquei por trás dela acariciando seu bumbum e apertando arrancando dela alguns gemidos e olhadas para trás e em uma dessas dei uma forte palmada que a fez encolher seu corpo!
.
- Filho da puta! - Falou dando um sorriso no final e empinando sua raba!
.
Desci o polegar massageando seu cuzinho, entre os lábios de sua buceta e chegando a seu grelinho! Fazia movimentos circulares e o penetrava para lubrifica-lo e em seguida voltava ao início, seu mel já fazia um fio entre meu dedo e sua buceta e preferi saborear diretamente da fonte. Passei a língua entre os lábios e penetrei fodendo sua buceta com ela, agarrava sua bunda e a abria para que fosse o mais fundo possível e ela colaborava jogando ela contra meu rosto! Xingava, gemia e rebolava como a putinha que dizia que seria naquela noite!
.
Segurei seus cabelos longos e cacheados pela nuca e encaixei meu pau na entrada de sua buceta!
.
- Abre esse rabão pra mim, minha putinha!
.
Obediente, ela abriu com suas mãos permitindo que a penetrasse fundo de uma vez e ainda pudesse ver seu cuzinho a disposição para mim! Estocava com força e a puxando pelos quadris contra meu corpo fazendo com que seus gemidos ecoassem pelos corredores do motel. Massageava seu cuzinho sem parar de foder e ela o piscava como se quisesse engoli-lo e atendi ao seu pedido, alternando a penetração e a preenchendo por completo!
.
O tesão que passei a semana sentindo por conta do beijo e da pegada que demos no estacionamento do prédio foram demais para segurar meu orgasmo e gozei em sua bunda, com os jatos chegando às suas costas. Sentei na hidro ofegante e sem me deixar recuperar ela montou sobre mim voltando e me beijar e rebolar sobre meu pau! Alternava os beijos apertando e chupando seus seios e mordendo os bicos arrancando mais gemidos e xingamentos!
.
- Vou te foder naquela cama, quero esse rabão gostoso! - Disse a ela!
.
Saimos da hidro e nem nos preocupamos em nos secar, logo deitei entre suas pernas e voltei a devorar sua buceta dessa vez sem nenhuma calma! Meu tesão já estava da mesma forma que quando cheguei e fazia muito tempo que não me sentia dessa forma, abria suas coxas e abocanhava sua buceta inteira e sugava fazendo pressão em seu grelo! Aparentemente a calma que tinha mostrado no começo ao me chupar também tinha ido embora e enquanto a chupava, suas unhas cravavam em minha nuca e costas, arranhando e me puxando contra si!
.
Já estava novamente de pau duro, apoiei suas pernas em meus ombros e voltei a foder sua buceta estocando em fundo. Apertava seu pescoço e dava tapas em seu rosto arrancando pedidos de “Bate, seu filho da puta!” e “Não para que eu vou gozar” entre sorrisos cheios de safadeza! Senti sua buceta contrair e apertar meu pau acompanhada de um longo urro de prazer, agarrava os lençóis da cama e os puxava, seu corpo dava espasmos e então percebi em meio as marcas dos nossos corpos molhados deixados na cama a marca de sua gozada!
.
Ergui mais as suas pernas e tirei meu pau de dentro de si e me surpreendeu a quantidade de seu mel que escorreu de sua buceta pelo seu cuzinho e marcando ainda mais o lençol. Foi o bastante para lubrifica-lo como queria e forcei a cabeça nele!
.
- Vagabundo!
.
- Disse que ia foder esse rabão, não disse?
.
Fui deslizando lentamente dentro dela que facilitava abrindo sua raba e logo tinha penetrado completamente. Fui aumentando a velocidade enquanto acostumava e ela gemia e me apertava com seu cuzinho, os dedos de uma das mãos massageava seu grelo e a outra apertava os seios. Anunciei meu gozo acelerando os movimentos e senti apertar ainda mais forte meu pau!
.
- Goza comigo!
.
Parece que foi o gatilho para que fizesse meu orgasmo vir forte como da primeira vez, meu pau pulsava dentro dela enquanto os jatos de porra a inundavam e o caldo morno novamente escorria de sua buceta sobre ele! Ficamos naquela posição por um tempo tentando nos recuperar, deitei por cima dela e voltamos a nos beijar lentamente como no começo e voltamos a mesma intensidade pouco depois quando fomos interrompidos pelo telefone da recepção informando que tinha acabado nosso tempo!
.
Deixei-a em casa por volta das 23h e no caminho ainda deu tempo de ver o carro do marido passando por mim na direção oposta. Sorri imaginando a desculpa que daria a ele por não estar no trabalho para voltar com ele! No dia seguinte, desci com a maior cara lavada para tomar meu tradicional café no final da tarde e ela me serviu como sempre, somente demonstrando com o olhar que a vontade era de fazer tudo aquilo novamente! Fui até o caixa e paguei a conta, ela olhou ao redor e escreveu algo nas costas do comprovante do cartão... “Suíte 21 às 20 horas”, sorriu e foi atender outro cliente! Parece que terei que tomar mais um café!
.
FIM
.
Espero que tenham gostado! Curtam, comentem e compartilhem para fortalecer!
.