Nao foi surpresa o marido abrir a porta. Os dois constrangidos, apertamos as maos e perguntei onde a esposa se encontrava. Sem sorriso no rosto ele apontou para o corredor:
-no quarto, segunda porta a direita
-obrigado. Posso lavar aos maos antes?
-lava la, é suite
Bati na porta e entrei. O quarto estava quase escuro, apenas uma luminaria na cabeceira estava acessa. A paciente estava de camisola, tecido fino, rendada, cabelos escocados soltos, maquiagem leve. Dava para perceber o contorno dos seios, grandes, areolas escuras
-pode entrar Dr
-quer que eu feche a porta?
-nao precisa, meu marido merece escutar e se quiser ver... pode ver. Ver o que perdeu por nao se tratar.
-a senhora esta muito bonita, como sempre
- eu nao o chmarei mais de Dr e voce nao me chama de senhora
-ok
Fui me aproximando da cama , ela sentada com as maos no colo . Ao chegar bem perto ja consigo ver a pele dos seios, reparar na respiraçao mais veloz. Ela tira a minha camisa de dentro das calcas, desafivela meu sinto, vai abrindo minhas calcas enquanto meu pau vai ficando duro, ao ponto maximo quando ela o retira para fora da cueca
-fiquei com saudades.
Acariciou a cabeça latejante e beijou antes de chupar. A levantei ate que nossas bocas se encontrassem e a beijei. Ela segurava minha pica e minha bunda e eu tentava tirar a camisola. Ela nao deixava
-nao quero que veja o todo, so por partes
-sem problemas
Comecei botando as maos nos peitos, apertava e a coroa gemia. Me curvei e pela abertura da camisola chupava seus bicos. Mantive a boca nos peitos e desci as maos para a bunda. Levantei a camisola e nao encontrei uma calcinha encravada na bunda. Passava a mao e nao sentia um pelo, a coroa se preparou toda pra mim
Ela mantinha uma punheta e ocasionalmente levava as maos meladas a boca e gemia
Sentei a senhora na cama, gentilmente empurrei seu corpo para deitar e de joelhos cai de boca na buceta da velha. Buceta molhada, cheirosa. Chupava e lambia o grelo enquanto ela me agarrava pelos cabelos. Depois do primeiro gozo levantei e mostrei minha vara dura e vermelha.
-vem, estou com saudades
Dobrei as pernas dela e coloquei a cabeca pra dentro daquela buceta. Ela de olhos fechados me segurava e no seu ritmo fui introduzindo ate ficar totalmente encostado nela. Quando senti ela relaxar comecei a movimentar, metendo e tirando, acelerando no ritmo da respiracao. Ela gemia alto, certamente o marido escutava. Fiquei me segurando o maximo para nao gozar ate que ela gpzou pela segunda vez e relaxei, deixando minha pica soltar jatos de porra dentro daquela senhora.
- levanta, quero chupar
Me ajoelho ao lado, ela ergue o tronco e passa a chupar meu pau melado de porra . Ele que estava meia bomba vai aos poucos ganhando força , volume e estou pronto pra outra.
Tiro a boca dela da minha pica e a viro de bruços
Desco da cama e fico de pé atras dela. A puxo pelas coxas ate a buceta aparecer na borda e meto a pica mais uma vez. Ela pede pra estocar mais forte. Eu estoco e abro a bunda dela
Vou babando e passando o dedo no anus e mantenho as estocadas. Tiro a pica e esfrego na bunda. Volto a meter na buceta. Volto a fazer isso mais algumas vezes ate que numa dessas meu pau escorrrega e entra no cuzinho da coroa. Ela da um grito de dor. Eu pergunto se quer que tire e ela diz que nao, que tem direito a tudo e que quer porra mo cu. Que loucura, era dificil segurar o gozo e ela começa a rebolar . Aperto sua bunda com força e gozo novamente. Sai de detro dela e ela se vira . Com a mao esta acariciando a buceta. Entendo o recado e caio de boca mais uma vez. Ela geme, geita, goza. Deito ao seu lado e ela olha em direçao a porta.
O marido estava la, com a mao numa piroca flacida, tentando bater uma punheta.
Ela ri , vai de encontro a minha e lambe todo meu gozo. Ela se recompoe e é a deixa para eu botar as calcas e ir embora.
-espero que fique bem
-estou bem melhor.
Se virando para o marido
- faz o cheque do dr