A aliança na mão esquerda, testemunha dos seus 25 anos de casado.
Há poucos dias nos encontramos na casa dos avós do meu namorado, um churrasco deprimente, cheio de gente velha e com pouco assunto, e sou vegetariana, já sai de casa sabendo que passaria o dia comendo alface.
Ademir estava sozinho, a esposa [gerente de um hipermercado não pode comparecer], e pasmem, longe dela ele parecia outra pessoa, mais cordial e amável.
Sentados nas cadeiras espalhadas pelo amplo quintal, em certo momento ele tocou a minha perna, ooooopsssssss, que sensação foi aquela?
Já senti a "danada" se animar, com um simples toque da mão do tio do meu namorado.
Em minha mente comecei a me imaginar na cama com ele, e acho que deixei transparecer o desejo instantâneo em meu olhar.
Com a "velharada" ocupada fazendo fofoca, e meu namorado entretido com os primos, fui em direção à casa, procurar algo para incrementar a "saladinha", já que eu não comeria nada de carne.
Convidei o Ademir por telepatia, apenas meu olhar malicioso, e minha boca salivando ao olhar para o volume na bermuda dele.
Entendeu o recado com sabor de pecado!!!!!
No quarto dos pais dele, nós dois, ainda meio incertos sobre o que faríamos, tomei a iniciativa, maliciosamente e com movimento delicado, tirei a calcinha e joguei pra ele, poucos metros nos separavam.
Nenhuma palavra foi dita, deitei na cama, abri as pernas oferecendo-me!
Ele atendeu, mergulhou no meio das coxas, encostou a boca na minha xaninha, tremi, gemi, agarrei-o pelos cabelos, que boca quente, língua esperta, esqueci do mundo sentindo aquela loucura, gozei em sua boca de maneira incontrolável, desejando que a sensação não se acabasse!
Eu estava louca pra ver o tamanho do "documento" dele, libertei o danado, saltou duro feito pedra, grooooosso, que delícia, cabeça imensa, mandei ver no boquete, rápido e eficiente, muita saliva, muita pressão, adrenalina a mil!!!!! [E se dessem falta da gente?]
Me virou de quatro na cama, enfiei o rosto no travesseiro, e esperei alguns segundos, que pareceram horas, até sentir a cabeça forçando a entrada da minha xoxota transbordante de mel, latejava querendo a vara do Ademir, minha fome de cacete estava imensa naquela hora:
"Mete, mete tudo, mete sem dó meu querido!!!!!!!!!"
"Vou te dar minha pica sua putinha descarada, vadiazinha, toma isso!"
Uh la laaaaaaaaaaaaaaaa, o travesseiro abafou meu grito misturado ao gemido quando o pau entrou inteiro, empurrando meu útero mais pro fundo!!!!!!!!!!!!!
Comecei a rebolar, e ele metia fundo, potente, cadenciado, malvado, estocando forte, cada vez mais forte, até inundar minha gruta com a porra farta, quente, um orgasmo que o fez tremer todo, e deixar as marcas das mãos fortes no meu quadril!
Gozou feito um animal que usa a fêmea sem preocupação.
Nos limpamos com a fronha do travesseiro da mãe dele, ao sairmos do quarto, um de cada vez, ele me segurou pelo braço no corredor,
olhou nos meus olhos, e pronunciou:
"Você nem se esforça pra ser tão vadia né?"
Olhei-o com desprezo, segurei a mão esquerda dele, e respondi:
"Não sou apenas vadia meu querido!!!"
Levei o dedo dele à boca, chupei como se fosse caralho, a saliva umedecendo o dedo, a aliança deslizou pra dentro da minha boca,sai apressada em direção ao lugar em que estava meu namoradinho,uma maneira de me proteger do ato que malvado que havia feito.
Eu estava satisfeita, e Ademir teria que dar muitas explicações sobre o sumiço de sua aliança...