Entramos em um motel no bairro da República e fomos para o quarto. Lá ele já foi ficando a vontade, tirou a roupa ficando só de cueca. Tentou me beijar e o rejeitei, daí ele disse que ia tomar uma ducha e quando voltasse eu deveria estar mais a vontade. Tambem tirei a roupa ficando só de cueca, aquelas modelo slip, deitei de bruços na cama e fiquei pensando naquilo tudo. Ele saiu do banho começou a fazer uma massagem e eu fui amolecendo, em pouco tempo estava relaxado e ele aproveitou para enfiar um dedo no meu cuzinho, eu rebolava e gemia totalmente entregue. Daí ele se preparou para me enrabar, se posicionou atrás de mim daí pensei em fugir, ele no meio das minhas pernas mantendo elas bem abertas, apontou o pau, apoiou a mão nas minhas costas na altura dos ombros e colocou de uma vez. Eu senti uma dor muito forte, lágrimas escorriam pelo meu rosto, ele esperou alguns instantes para me acostumar, e depois começou a bombar, eu não conseguia reagir, só tinha forças para gemer, e de pinto mole recebi aquela pica até ele gozar.
Ele terminou, foi ao banheiro tomar outra ducha e quando voltou eu ainda estava lá na cama, deitado, destruído, ele chegou colocou a mão na minha bunda, sentiu eu tremer, me acariciou dizendo que eu era muito gostoso e mandou que eu fosse tomar um banho. Na saída do motel ao passar pela recepção, ele me deixou um pouco a frente e meteu a mão na minha bunda como se me conduzisse e foi assim até a porta, como quem diz: “O macho aqui sou eu!!”. Já na rua, eu de cabeça baixa, ouvi o que seria uma das lições da minha vida:
“Espero que o que aconteceu hoje não afete a sua masculinidade, você é fraco, um macho inferior, uma presa fácil, e machos verdadeiros como eu adoram se impor e mostrar como um macho de verdade se comporta, siga sua vida, de cabeça erguida, não é vergonha ceder e se humilhar para os mais fortes, é uma das leis da natureza.”