Então, já louca de desejo empinei bem a minha bundinha, ficando na ponta dos pés, e fui descendo ela por cima do cacete dele, duro feito uma pedra por baixo daquele calção. Levei a minha mão pra trás, segurei naquele tora grossa e grande e sussurrei: - Então, você me acha deliciosa é? E tudo isso ai, duro desse jeito é por minha causa? Ele, me deu uma pegada forte por trás, segurando os meus seios por cima da camisolinha e disse: - Você é uma safada! Já nem sei quantas punhetas eu bati pensando em você, sabia? Ontem na praia, vestindo aquele biquini pequenininho me deixou doido, depois perdeu a aposta e sentou no meu colo, fiquei mais maluco ainda e agora ai desse jeito, nessa camisolinha curtinha, só de calcinha por baixo, esfregando essa bunda na minha vara...você me mata, menina! É, claro que o meu pau tá duro por você faz tempo! Não vejo a hora de te fuder, bem fudida! Minha xaninha já estava ensopada, meu corpo queimando de tesão e foi quando ele, deslizou a mão pra dentro da minha camisolinha e desceu pela minha barriguinha, até entrar pela minha calcinha, tocando a minha xaninha.
Eu estremeci e me contorci, grudada com o meu bumbum no cacete dele e me fazendo esfregar mais ainda naquilo tudo. Ele, então cochichou no meu ouvido: - Nossa! Sua bucetinha tá toda molhada! Que delícia! Tá doida pra levar pica, né gostosa? Gemi e respondi: - Aiii...Amselmo! Eu tô sim! Mas, a Lúcia e o Flávio podem chegar! Você vai no meu quarto mais tarde? Eu te espero!
Ele, respondeu meio insatisfeito: - Mais tarde? Pôrra, não acredito nisso! Nois estamos cheios de tesão agora! E, quando a minha prima chegar, vai ser difícil me livrar dela, você sabe!
Eu insisti: - Eu sei! Mas, agora não dá tô com mêdo de alguém nos pegar! Olha só...se você se livar da sua prima, eu faço tudo o que você quiser! Ele, com cara de espanto, respondeu: Tudo? Tudo, mesmo? Eu, louca por ele, confirmei: Tudo! Tudo mesmo! Ele ainda, falou: Olha, lá heim! Aposta é aposta! Tem que pagar!
Ainda de costas, olhei de rabo de olho quando ele abaixou a bermuda e pulou pra fora aquele monumento. Era um cacete lindo, enorme, grosso, roliço e cheio de veias pulsando, muito duro, com a cabeça grande e vermelha. Não esperei, me virei e peguei o mastro dele, como tava quente e duro! Então ele falou, quase mandando em mim: - Chupa! Deixa eu fuder essa sua boca linda! Segurando firme e sem tirar os olhos daquele troço, fui me abaixando e institivamente comecei a chupar aquele colosso com toda a vontade que uma mulher pode ter quando chupa um cacete. Aquilo mau cabia na minha boca, pequena! Ele começou a gemer e quando ouço um gemido masculino, ficou louca com isso e comecei a chupar com mais vontade. Segurando com as duas mãos aquilo tudo eu engolia e tirava, tossia, engolia de novo e tirava pra poder respirar direito! A tora dele já estava toda babada da minha saliva. Tirei aquilo da boca por alguns minutos e fiquei olhando e imaginando tudo aquilo dentro dos meus buraquinhos, só de imaginar acabei gozando ali mesmo! Ele segurando aquela tora, vendo que eu olhava sem parar falou: - Gostou? Pois fique sabendo que a minha prima já levou tudo isso no cu e adorou! Por isso, vive doidinha atrás de mim!
Eu doida, só respondi: - Aiii..Anselmo, não fala isso! Me dá ele de novo! Quero o seu leitinho...me dá? Ele, enfiando na minha boca aquele cacetão de novo, falou: - Ah, é? Quer porra, cadelinha? Pois eu vou te dar bastante porra nessa boquinha de boneca...só não vale engasgar heim! Dai ele começou a socar aquele cacete na minha boca, como se estivesse fudendo a minha xaninha e ainda dizia: - Mama o caralho do seu macho, mama putinha!
Depois de algum tempo, a minha boquinha já estava cansada e voltei a passar a língua rápido enquanto eu punhetava aquela tora. Ele fo respirando mais forte e rápido, e quanto mais ele chegava perto do orgasmo, mas eu o punhetava e lambia. Quando senti que ele ia gozar, pois estava já começando os primeiros esguichos, coloquei aquele cacete todo na boca e sofridamente chupei, sentindo a porra vir até na minha garganta. A minha boquinha se encheu toda da porra dele e enquanto ele urrava de tesão e prazer eu, engoli tudo. A porra dele era uma maravilha, achei deliciosa, não apenas o gosto, mas ter tanto assim, sentindo todo o sabor, engolindo ela quentinha, descendo pela minha garganta...docinha!
Tive que lamber os cantos da boca com a minha língua, pra não cair na minha camisolinha e ainda passar a mão no queixo pra terminar de me limpar!
Ele me pegou pelos braços, me levantou e me colocou de costas pra ele. Disse, bem desse jeito: - Antes de você subir, deixa eu esfregar a minha rola nesse seu rabo um pouco. Eu, dei uma risadinha e peguntei porque? E, ainda falei que como o cacete dele ainda estava molhado ia sujar a minha calcinha. Ele, já começando a se esfregar em mim, respondeu: - Primeiro, porque essa sua bunda é linda e muito gostosa...me deixa louco, e depois se eu sujar a sua calcinha, você troca...seria melhor se não estivesse usando ela, tivesse ficado somente com essa camisolinha quase transparente e curtinha, sem calcinha! Eu, olhei pra trás, mordi o lábio e pressionei com a mão aquele cacetão dele, que ainda estava duro, fiquei passando ele nas minhas polpinhas e falei: - Ah, é? Então vou te esperar mais tarde desse jeito, na minha caminha, tá?
Ele, passando a mão no meu bumbum, respondeu: - Não esquece da aposta, tá? Se eu ganhar, vou fazer tudo o que eu quero com você! Eu ri, fui deixando ele e subindo pro meu quarto e respondi: - É! Mas primeiro, você vai ter que ganhaaaaar a aposta!
Cheguei no meu quarto, tirei a roupa, camisolinha e calcinha, e fui tomar banho pra ficar bem cheirosinha pra ele. Ainda estava escolhendo a cor do baby doll que is vestir, quandou ouvi lá embaixo a Lúcia e o Flávio chegarem. Me pareceu que tinham bebido mais ainda porque ouvi também, o Anselmo dizer para os dois: - Porra! Vocês estão bêbados! Vão dormir, vão! Se não, ainda acabam vomitando aqui! A Lúcia ainda falou, com a voz de quem estava bêbada: - Ê cadê a Cinthia? Já foi dormir? Anda, Anselmo! Vem comigo! Dai, o Anselmo falou: - Que vem comigo, nada! Você tá bêbada! Vai dormir que amanhã a gente se fala! Ela então insistiu: - Não, vou! Só se você vier me fazer um carinho, daí eu durmo! Como o Flávio já tinha ido pro quarto, ele respondeu com voz de quem está de saco cheio: - Tá!, tá! Mas você precisa mesmo dormir...está muito mau! Vi pela fresta da porta quando eles dois passaram e ele segurava ela, que estava muito tonta. Quando chegaram na porta do quarto, ela fez questão de beijar ele na boca. Ele, olhando para os lados falou baixo: - Para, com isso! Alguém pode ver a gente! Vamos entrar! E puxou ela pra dentro do quarto, fechando a porta! Corri, em silêncio coloquei o ouvido na porta para ouvir alguma coisa, e acabei ouvindo mesmo. A Lúcia, bêbaça dizia: - Ah, primo come a minha bunda, come! Tõ com vontade! E, ele continuava dizendo: - Para, pôrra! Você tá bêbada...alguém pode ouvir! E, ela dizia: - Mas você mesmo falou que a Cinthia está dormindo, o Flávio já deve ter apagado, também! Ah! Deixa de ser chato! Me fode, vai!
Continua... (atenção!!! meu e-mail mudou)
bjus
Cinthia