Bezerrinho em Ascensão

Por: sofia-57 • 24/07/2026 • 215 leituras
Capa do conto

Quando nasce pra ser bezerrinho não tem jeito, se aparecer uma oportunidade de agarrar uma rola grande, nem o tio escapa.

E aí pessoal beleza. Aconteceu uma situação comigo a um tempo atrás que me deixou muito tenso sem saber direito o que fazer, talvez por se tratar do meu sobrinho, vou tentar explicar mais ou menos a situação.
Eu sou um cara de aparência normal, até um pouco bonitinho poderia dizer, tenho 28 anos, casado e tals e tenho uma cunhada que é mãe solteira de um menino de 8 anos. Acontece que recentemente por motivos pessoais ela teve que viajar e pediu pra gente ficar com o menino filho dela por um tempo. Como eu trabalho de noite e a minha mulher de dia, a gente ficou revezando pra ficar com ele. Eu não gostei muito da ideia pois eu não tenho muito jeito com criança e iria atrapalhar eu jogar o meu futebol aos finais de semana. Apesar disso eu fiz uma amizade legal com o moleque onde ele ficou bem apegado, dava de ver que ele é bem carente, o que até faz sentido já que ele cresceu sem o pai. O moleque era bem de boa só que ele tinha uns comportamentos meio estranhos pra uma criança.
Tipo, eu durmo na parte da manhã e à tarde gosto de ficar em casa de boa, muitas vezes nem troco de roupa, fico com a que dormi mesmo, cueca, calção de futebol e uma camiseta. Nesse período normalmente gosto de ficar vendo TV na sala, onde o moleque muitas vezes ficava lá comigo, só que já na 1ª semana aconteceu o seguinte. Teve um dia que ele veio e como ele é pequeno ele se deitou do meu lado no sofá e colocou a cabeça na minha perna usando ela como travesseiro, até aí normal pois não era a 1ª vez que ele fazia isso. Mas depois de um tempo ele foi se ajeitando melhor e subiu mais pra cima do meu colo ficando com a cabeça bem em cima da minha mala. A princípio não dei bola e continuei assistindo TV normal, só que de vez em quando ele mexia a cabeça ali e como eu tava usando um calção de futebol bem fininho eu sentia bem fácil a orelhinha e a bochecha do moleque passando em cima do volume. Por ele ser pequeno nem pensei nada, provavelmente devia sentir ali mais macio que a minha perna e devia ser até inconsciente aqueles movimentos.
O problema é que ele parecia cada vez mais inquieto roçando a cabecinha no volume do meu calção, tanto que depois de um tempo eu comecei a ficar até meio desconfortável com aquela situação, aquilo tava me excitando aos pouquinhos e me deixando com o pau meia bomba ali, mesmo que involuntariamente, era difícil controlar. Ele completamente duro mede 19cm, e em meia fase já dá um volume legal e eu já tava ficando nervoso com aquela situação do meu pau ficando durão na cabeça dele. Eu queria tirar o moleque, mas eu tava muito sem graça, depois de um tempinho perguntei se o colo do tio tava desconfortável e se ele queria uma almofadinha pra colocar a cabeça, mas ele disse que não, que tava bom.
Eu tava me sentindo meio culpado ali pq apesar dele ser criança, tava bem gostoso sentir ele pressionando o volume, principalmente quando ele virava mais a cabeça pra baixo e dava a impressão que ele ia encostar os lábios e dar uma sugadinha por cima do calção. Eu ficava pensando essas coisas e isso tava me deixando doido devido o tesão acumulado que eu tava naqueles dias. Tava difícil transar com a minha mulher devido aos desencontros de horários e com toda essa situação da irmã e do moleque ali em casa, tava mais difícil ainda, então qualquer coisinha tava me excitando.
Só que quando ele respondeu eu senti a voz dele meio roquinha de quem tava quase dormindo. Deixei aquilo se estender mais um pouco pra ver se ele pegava no sono pra tirar ele dali, mas não pegou. Chegou uma hora que eu pedi pra ele sentar que o tio precisava ir no banheiro, tive que fazer isso se não ia ficar com o pau durão ali no short e eu tinha medo do moleque se emocionar com o tamanho e falar algo pra alguém depois.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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