Biquíni Laranja

Por: fernanda-28 • 08/07/2026 • 320691 leituras
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Biquíni Laranja.
Um conto erótico de Tuga069

Publicar por by: Tufão16x6,5cm

Data: 16/01/2024 19:22:45

Última revisão: 16/01/2024 23:50:15

*Nota do Autor: Esse conto não participo dele mas foi por mim assistido. Eu sou o escritor que está no Resort.

O resort lucrava alto com a taxa de ocupação na temporada de verão. Famílias, casais e esperançosos desimpedidos conviviam em meio a inúmeras opções de descanso e fuga da realidade. Habitando quartos conjugados, o casal típico com filha de um ano, era acompanhado por avó e pela tia-moça da criança, tendo chegado naquele momento às piscinas do hotel.

A mãe, cuidando da filha, logo desvencilhou-se da canga, revelando um preservado corpo maternal num comportado maiô preto, escondendo os naturalmente carregados seios. Contudo, as atenções se voltaram foi para a irmã mais nova. Primeiro quando soltou os longos cabelos castanhos claros, que caíram sobre seus seios médios, duros e empinados. Seguido pelo demorado retirar do shortinhos jeans, expondo-se num reduzido e cavado biquíni laranja.

Ali perto, um canalha escritor de contos lia um Bukowski original, degustando seu drink trajando um surrado chapéu e uma tradicional camisa social. E foi ignorado por todos enquanto furtivamente escolhia nela seu alvo para se tornar cúmplice íntimo, comprometendo-se em tudo registrar e compartilhar.

Inquieto, ele a assistiu dar uma breve e fria passada de olhos ao redor, medindo e confirmando que não havia ali outras mulheres páreo para ela na arte de seduzir e destruir sonhos alheios. Viu, então, o espetáculo da moça em proteger-se do sol, espalhando cuidadosamente o creme em cada pedacinho da pele já bronzeada. Automassagem em carnes firmes, penteando pelinhos de braços e coxas, e com dedos entrando em baixo dos tecidos, causando uma disfarçada ereção no abominável escritor.

A partir dali, flashes dos movimentos da moça transcorreram em sequência, em particular quando ajudava a tensa irmã a brincar com sua filha, ante um marido marombado e pouco afetuoso. A calcinha do biquíni há muito era engolida pelo bumbum, deixando explícito começo, meio e fim do apetitoso rego separando suas duas porções carnudas e redondas de nádegas. Gerando expectativas a cada inclinar de tronco e provocando fantasias de posições para cópula nos imaginativos, mas frustrados, amantes. Tortura aprimorada pelas brincadeiras lhe balançando os suculentos seios, e no agachamento acocorado mostrando claramente o rasgo da buceta no tecido da tanga, prêmio reservado a poucas e privilegiadas testemunhas.

Seu discreto desaparecimento dali foi muito sentido, todos acompanhando seu caminhar sensual para o quarto antes do almoço. Seguiu direto para o chuveiro, onde primeiro desceu a calcinha do biquíni laranja, largada ao chão no exato momento em que sentiu as mãos fortes do cunhado agarrando seus peitos, abraçando-lhe por trás.

— Seu louco! - o sorriso safado entregava o falso embaraço pela surpresa.

— Estava com saudades. Você me deixou com tesão, vagabunda! - respondeu ele, abaixando a sunga, o grande pau duro a procurando por trás.

— Então vai! Me come, seu puto! E rápido, antes da Camila chegar.

Sua bocetinha logo se umedeceu, ao receber as ríspidas bombadas do cunhado a possuindo intensamente. Numa foda finalizada rápido, ele jorrando dentro dela com a moça do biquíni laranja empinada apoiada na parede do box, dedando forte seu sininho num prazer proibido.

(Semelhanças não mera coincidências na manhã de hoje).

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

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