Eu ficava ali, menino ainda, admirando cada centímetro. Quando ela me saboava no banho, a mão dela passava no meu pauzinho, lavando com cuidado, e eu sentia um calor estranho subir. - Olha só como tá limpinho agora, meu tesãozinho – ela dizia rindo, natural como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Eu nunca me importava de ficar pelado também. A gente brincava, eu mamava nos peitos dela de brincadeira, puxava de leve os pentelhos da buceta dela. Ela ria e me fazia cócegas. Mas conforme eu cresci, aquelas imagens não saíam da minha cabeça. Na adolescência, eu batia punheta pensando nela o tempo todo. Imaginava eu em cima dela, enfiando a pica na buceta quente e molhada que eu via todo dia.
Ela continuava com os hábitos. Andava sem calcinha em casa, de vestido fino, e quando sentava eu via a buceta lisinha. Às vezes saía pra rua de saia no calor e eu sabia que não tinha nada por baixo. Meu pau ficava duro só de pensar. - Mãe, você tá sem nada aí embaixo de novo? – eu perguntava, já com a voz rouca de tesão. Ela ria: - Tá calor demais, filho. Deixa a mamãe respirar.
Uma noite, depois de assistir filme na cama dela, acabamos dormindo juntos. Eu acordei com a pica latejando. Ela estava de lado, a camisola subida, buceta toda arreganhada, os lábios inchados e brilhando um pouco. Eu comecei a bater punheta devagar, olhando pra aquela xota que me deixava louco. Os movimentos fizeram a cama mexer e ela acordou.
- O que você tá fazendo, hein? – ela perguntou, voz sonolenta mas já com um tom diferente. – Isso é coisa pra fazer no banheiro, seu safado.
Eu já era cara de pau. Olhei pra ela, pica na mão, e soltei: - Mãe... me ajuda? Só uma vez. Tá doendo de tanto tesão.
Ela ficou me olhando um tempo, pensativa. Depois suspirou. - Tá bom... só essa vez. Mas não conta pra ninguém, hein.
A mão macia dela, aveludada, envolveu minha pica. Começou devagar, subindo e descendo, apertando a cabeça. Eu gemia baixo: - Ahhh... mãe... que gostoso... continua...
Ela acelerou um pouco, o polegar roçando o frenulum. Meu corpo inteiro tremia. Não durou nem dois minutos. - Mãe, vou gozar! – e a porra espirrou forte, jatos grossos caindo na minha barriga, no peito.
Ela sorriu, aquele sorriso carinhoso e safado ao mesmo tempo. - Já? Nossa, como foi rápido... Tudo isso de tesão pela mamãe?
- Foi gostoso pra caralho... Você bate uma punheta deliciosa. Quero sempre, mãe.
Ela pegou uma toalha, limpou tudo com cuidado, passando a mão na minha pele. - Agora dorme, meu tesãozinho. E não pede mais, tá? Isso não pode virar costume.
Mas virou. Na noite seguinte eu pedi de novo. Dessa vez ela não resistiu muito. Depois da punheta, baixou a cabeça e eu senti a boquinha quente dela engolir minha pica inteira.
- Ahhhhhhh... mãe... que boca gostosa... chupa... chupa meu pau...
Ela sugava com vontade, a língua rodando na cabeça, descendo até os testículos, lambendo tudo. - Mmmmm... que pica dura... tá pulsando na minha boca... – murmurava ela entre uma chupada e outra.
Eu segurava a cabeça dela de leve, empurrando devagar. Ela engolia fundo, sem nojo nenhum. Quando gozei, enchi a boquinha dela de porra quente. Ela engoliu tudo, lambendo os lábios depois. - Delicioso... seu leitinho é doce, filho.
A primeira vez que comemos de verdade foi alguns dias depois. Começou com punheta, depois boquete. Ela estava molhada pra caralho. Puxou minha mão pra buceta dela: - Sente como a mamãe tá encharcada por você.
Meus dedos entraram fácil na xota quente, apertada. Ela gemia: - Isso... mexe no grelinho da mamãe... ahhh...
Depois ela me puxou pra cima dela, abriu as pernas bem arreganhadas. - Vem, meu tesãozinho. Coloca essa pica na buceta da mamãe.
Eu posicionei a cabeça da pica na entrada molhada e empurrei. Entrou de uma vez, até o fundo. - Aaaaiiii... que delícia... tá enchendo toda a buceta da mamãe... – ela gemeu desesperada, unhas cravando nas minhas costas.
Comecei a meter forte, o barulho de pele contra pele enchendo o quarto. - Mãe... sua buceta é tão quente... tão molhada... tô comendo você...
- Me fode... me fode gostoso... aiiiii meu Deus... que pica grande... vai fundo... – ela gritava, quadril subindo pra encontrar minhas estocadas.
Eu mamava nos bicos rosados, mordia de leve, enquanto metia sem parar. Ela gozou primeiro, buceta apertando minha pica como um punho. - Tô gozandooooooo... aaaahhhhh... filho... me enche...
Eu não aguentei. Gozei lá dentro, jatos grossos enchendo a xota dela. - Mãe... tô gozando dentro... porra...
Ficamos abraçados, suados, ofegantes. A partir daí não teve mais segredo. Quando dava tesão, a gente mandava ver. De manhã, eu acordava com ela chupando meu pau. - Bom dia, pica dura... mamãe tá com fome.
À tarde, se ela estava na cozinha de vestido sem calcinha, eu levantava a saia e metia por trás, segurando aquela bundinha redonda. - Toma essa pica, mãe... sua buceta engole tão bem...
- Isso... me arromba... ahhh... mete mais forte... me faz tua putinha...
À noite, dormíamos pelados, eu com a cara enfiada na buceta dela, lambendo o grelinho até ela gozar na minha boca, depois ela sentava no meu pau e cavalgava desesperada, seios balançando, gemendo alto: - Que delícia... essa pica me rasga toda... vou gozar de novo... aaaaiiii...
A gente fodia no banheiro, no sofá, até no quintal quando tinha certeza que ninguém via. Eu adorava quando ela ficava de quatro, bundinha empinada, e eu enfiava na buceta e depois no cu, devagar no começo. - Devagar no cuzinho da mamãe... issooooo... agora mete fundo... ahhh... que gostoso...
- Seu cu é apertado pra caralho, mãe... tô te arrombando...
Ela rebolava, pedindo mais: - Me enche o cu de porra... goza dentro...
A gente experimentava tudo. Eu lambia a buceta dela por horas, chupando o grelinho inchado até ela tremer e squirtingar no meu rosto. Ela engolia meu pau até a garganta, babando, olhos lacrimejando de tanto tesão. - Engole tudo, sua safada... mama meu pau...
- Mmmmm... adoro seu cheiro... sua porra...
Durou anos. A gente transava como marido e mulher, sem culpa, natural pra caralho. Quando eu gozava dentro dela, ela apertava a buceta pra não perder nada. - Deixa a mamãe sentir seu leitinho quente...
Até eu me casar. Aí tivemos que parar. Ela arrumou um companheiro e vive feliz até hoje. Mas aquelas lembranças... o jeito que a buceta dela apertava minha pica, os gemidos desesperados, o gosto da xota molhada... nunca vou esquecer. Foi intenso, safado e verdadeiro. Como se fosse a coisa mais natural do mundo entre um homem e uma mulher que se desejavam pra valer.