“Nem fudendo, amor … se não daqui a pouquinho a BR vai ficar tudo parado,precisa não pode continuar dirigindo que eu cuido”, ela disse com a carinha mais safada, abrindo meu zíper sem aviso. Meu pau saltou duro na cueca, 18cm veiudos latejando. Anna se inclinou, cabelo solto roçando minha coxa, e engoliu a cabeça babando: “Mmm… rola do meu marido… vou mamar enquanto tu dirige.” Estrada movimentada,caminhões passando, faróis cortando a noite, risco puro me deixando louco.
Ela chupava voraz, boca quente descendo até a garganta, engasgando de propósito com baba voando no volante. “Porra, Anna… vadia… um guarda pode ver!” Mão nos cabelos dela, eu acelerava sem querer, pau pulsando na língua dela rodando a glande. Ela lambia o saco, dedo roçando meu cu pelo jeans: “Goza na minha boca, Gabi… engulo tudo na estrada.”
Um caminhão buzinou ao lado, com certeza o motorista viu tudo, acenou rindo. Adrenalina explodiu: “Eles tão olhando tua boca de puta engolindo pau!” Anna acelerou, punhetando a base enquanto mamava, olhos maliciosos pra mim: “Me fode a boca como buceta… imagina ele parando pra ver.” Eu gemia, desviando de curvas, pau inchando na garganta dela.
Não aguentei: “Toma leite,meu amor!” Gozei forte, jatos quentes enchendo a boca dela, ela engoliu metade, segurou o resto pra mostrar, cuspindo gotas no meu pau ainda duro. Lambeu limpo, beijou a cabeça: “Melhor boquete rodoviário… próxima parada, me come no banco de trás.”
Chegamos em casa pingando de tesão. Fudemos a noite toda.Anna quando vamos viajar de novo, tô viciada em risco na estrada