- Boa tarde, beleza, tá indo para onde? Perguntei a ele.
- Vou para o Shopping, começo a trabalhar as 15 horas.
- O que levou você a aceitar a carona de um estranho?
- Achei você gostoso quando vi passar, quando menos esperei você voltou. Ele falou isso apertando meu pau que estava duro na calça.
O tempo era curto, sai da avenida e fui procurar um lugar discreto, mas era umas 14:20, um sol para cada cidadão, fui dirigindo pelo bairro de Capim Macio até a última rua já no pé da duna, eu com o pau para fora, ele salivando e batendo uma. Estacionei numa rua deserta, verifiquei se não tinha câmeras, e coloquei o rapaz para mamar.
- Isso puto, mama com gosto.
- Pauzão da porra.
- Então engole todo. Forcei a cabeça dele até o talo.
- Caralho, fiquei sem ar assim.
Ele veio engolindo o meu pau, pedaço por pedaço, até o talo e ficou até engasgar. Quando percebo a calça dele fica toda melada.
- Porra putinho, você tá todo babado.
- Caramba, e eu vou trabalhar assim, vou ter que passar no banheiro para dar um jeito nisso antes.
Olho no relógio e vejo que já são 14:50, ele fica preocupado com o horário e quer ir embora.
- Espera porra, tenho que gozar, mama logo.
- Tô atrasado.
- Não quero saber, só sai daqui quando eu gozar.
Puxei ele pelo cabelo e soquei na boca dele como se fode uma boceta, os olhos verdes dele marejados e o meu tesão estava no máximo, e despejo meu leite na boca daquele safado.
- Engole tudo!
- Caralho, foi muito leite.
- Mostra para mim que engoliu.
Ele abriu a boca, e provou que era realmente um putinho submisso.
Deixei ele no shopping faltando dois minutos para ele ir trabalhar.
Meu saco e pau ainda estava todo babado, nem tinha fechado a calça, a rola duraça ainda mesmo depois de gozado na boca daquele putinho desconhecido.
Sempre encontrava ele no shopping, mas geralmente eu estava acompanhado, anos depois encontrei com ele numa festa de formatura que minha cunhada e a namorada dele cursava, ainda coloquei ele para mamar no banheiro, mas com medo de ser pego logo sai.
O moleque nasceu para mamar um pau. Pena que nunca mais repetiu.