?Bruno e Breno eram irmãos , com ascendência japonesa do lado do pai. Viviam juntos em São Paulo e, apesar de serem bem diferentes, se davam bem. Bruno, de 22 anos, era o típico brasileiro: louco por futebol, churrasco e fanático pela Seleção. Breno, de 21, era o otaku da casa — vivia enfiado em animes, mangás e torcia fanaticamente pelo Japão.
?Na noite de 29 de junho de 2026, os dois ocupavam o sofá da sala com a TV ligada na transmissão da Copa do Mundo. Brasil e Japão se enfrentavam nas oitavas de final, em Houston. Bruno vestia a amarelinha; Breno, a azul dos Samurais Azuis.
?O clima de provocação começou logo no hino nacional. Breno, confiante, cantarolava o hino japonês só para irritar o irmão.
?— Corta essa, Breno. O Brasil vai atropelar. Vocês não passam das oitavas nem fodendo — provocou Bruno, rindo e jogando uma almofada nele.
?— Atropelar? O Japão tá voando taticamente, Bruno. Vocês vão passar vergonha — Breno rebateu, ajeitando a postura no sofá. — Quer apostar quanto que a gente faz o primeiro gol?
?Bruno deu um sorriso folgado, confiante demais no favoritismo.
?— Apostar dinheiro é sem graça. Se o Japão fizer gol primeiro, eu chupo a sua rola. Duvido você bancar.
?Breno arregalou os olhos, ficando vermelho na hora, mas o orgulho falou mais alto.
?— Tá falando sério? Beleza, aceito. Mas se o Brasil não ganhar no e o jogo terminar empatado, você que vai ter que mamar a minha e dar o cu . Mas ó, o trato é só o boquete. Não vai gozar na minha boca, a aposta não envolve engolir porra.
?— Fechado — mandou Bruno, sentindo um frio na barriga, mas mantendo a pose. — Mas e se o Brasil ganhar direto, sem empate? Aí eu quero o seu cu, otaku. Vai encarar?
?Breno engoliu em seco, olhando para a TV e depois para o irmão. O coração acelerou, mas a bola já ia rolar.
?— Fechado. Quem perder paga tudo.
?O primeiro tempo começou tenso. O Brasil dominava a posse de bola, mas o Japão se defendia bem. Aos 29 minutos, Kaishu Sano roubou a bola de Danilo e chutou rasteiro: Japão 1 x 0.
?Bruno travou, pálido. Breno, nervoso com a própria sorte, olhou para o irmão e baixou o short devagar.
?— Agora você vai ter que pagar... aposta é aposta.
?Bruno engoliu em seco, com o coração na boca de tanta vergonha. Ele se ajoelhou entre as pernas do irmão caçula. Breno já estava semiereto, misturando ansiedade e o peso do momento. Bruno puxou a cueca dele, segurou o pau do irmão — quente, a pele limpa — e aproximou o rosto. Hesitou por alguns segundos, sentindo o calor ali tão perto.
?— Vai logo... — murmurou Breno, desviando o olhar, constrangido.
?Bruno abriu a boca e colocou a cabeça para dentro. Chupou devagar, meio travado no início, sentindo o pau do irmão endurecer completamente sob sua língua. Começou a lamber o comprimento, descendo até a base e subindo de novo, sugando com cuidado. A sensação e o peso da situação o deixavam desnorteado. Continuou ali por alguns minutos, mantendo um movimento constante, ouvindo os gemidos baixos de Breno. Toda vez que sentia o irmão dar uma tremida mais forte, Bruno afastava um pouco a boca.
?O apito do intervalo foi a salvação. Bruno se afastou, limpando o queixo com as costas da mão, com o rosto queimando de humilhação.
?— Caralho... que loucura — resmungou, sem conseguir olhar direto para o irmão.
?No segundo tempo, a dinâmica mudou. Endrick entrou em campo e incendeou o jogo. Aos 11 minutos, após um cruzamento, Casemiro cabeceou firme: 1 x 1.
?Breno congelou no sofá.
?— Não... empatou. Merda.
?Bruno, ainda sentindo o gosto do irmão na boca, deu um sorriso tenso.
?— Sua vez, otaku. Lei do jogo.
?Breno tremia visivelmente enquanto se ajoelhava no tapete. Bruno desceu o short, já rígido pela adrenalina do jogo e da situação. Breno segurou a base, olhou para cima assustado e abriu a boca, engolindo a cabeça. No começo foi desajeitado, salivando bastante, tentando se acostumar com o tamanho. Ele ia descendo devagar, fazendo o máximo para não engasgar quando ia mais fundo. Bruno soltou um suspiro pesado, segurando de leve no cabelo de Breno para dar apoio, mas sem forçar nada.
?O caçula continuou por um bom tempo, usando a língua na parte de baixo, subindo e descendo de forma mais molhada. O pau de Bruno pulsava, completamente cheio, mas Breno reduzia a velocidade sempre que sentia o irmão recuar o quadril.
?O jogo seguiu lá em Houston. Vini Jr. carimbou a trave. A pressão do Brasil era total. Já nos acréscimos, aos 50 minutos, Gabriel Martinelli pegou uma sobra e virou o placar: Brasil 2 x 1.
?Bruno comemorou de pé, num impulso, mas o grito de gol logo morreu na garganta quando ele olhou para Breno. O peso da última aposta caiu sobre a sala.
?— O Brasil ganhou. Acabou o jogo. Agora eu quero o seu cu, Breno.
?Breno perdeu o restinho de cor que tinha no rosto. Sentou-se sobre os calcanhares, com as pernas bambas.
?— Bruno... isso já é demais. Tô com medo, de verdade. O seu é grosso... vai doer.
?— A gente não combinou até o fim? Tem que pagar — respondeu Bruno, com a voz um pouco mais grossa, o corpo totalmente entregue à adrenalina da vitória.
?Eles foram para o quarto em silêncio. Breno tirou a roupa devagar, com as mãos trêmulas, e deitou de bruços, escondendo o rosto no travesseiro.
?— Vai devagar, pelo amor de Deus... — pediu, com a voz abafada.
?Bruno pegou o lubrificante na gaveta e passou uma quantidade generosa, usando os dedos para massagear e abrir a entrada aos poucos, preparando o irmão. Breno gemia baixinho, desconfortável, apertando o lençol com os dedos. Bruno se posicionou e empurrou a cabeça devagar. Entrou firme, fazendo Breno soltar um gemido alto, tencionando o corpo inteiro.
?— Espera... para um pouco, tá muito grande...
?Bruno travou o movimento, respirando fundo, esperando o irmão relaxar um pouco. Quando sentiu o corpo dele ceder ligeiramente, continuou a empurrar, centímetro por centímetro, sentindo o calor apertado o envolvendo. Com o pau todo lá dentro, começou a se mover num ritmo calmo, segurando firme nos quadris de Breno. O otaku choramingava baixinho a cada estocada, numa mistura de dor e do prazer inevitável que a insistência causava.
?Aos poucos, o movimento ficou mais fluido. Bruno acelerou de leve, entrando mais fundo, o impacto abafado ecoando no quarto. Ambos estavam cobertos de suor, com a respiração cortada. Breno acabou levando a mão entre as próprias pernas, se tocando devagar para conseguir aguentar a pressão.
?Perto do final, com o peso de toda a noite acumulado, Bruno chegou ao limite. Ele segurou o irmão com mais força, deu as últimas estocadas profundas e descarregou tudo lá dentro. Breno, sentindo o calor interno, tremeu inteiro e gozou segundos depois contra o lençol.
?Os dois desabaram na cama, exaustos. Breno permaneceu deitado, sentindo o irmão amolecer aos poucos dentro dele antes de sair.
?— Nunca mais... nunca mais aposto com você em jogo da Seleção — murmurou Breno, com a voz rouca e o rosto enfiado no travesseiro.
?Bruno, ainda ofegante, deitou de lado e passou a mão pelo ombro do irmão.
?— Você pagou direitinho... irmão.
?O quarto voltou ao silêncio, restando apenas o som das respirações recuperando o fôlego e o peso daquela noite pairando no ar.