Em janeiro, decidimos apimentar ainda mais nossa história com uma viagem a Cancún. Escolhi um resort liberal (Teptation), onde o topless é não só permitido, mas celebrado. No primeiro dia, Paloma vestiu um biquíni branco fio-dental e descemos para a piscina, ela com um Aperol Spritz na mão, eu com uma cerveja gelada. O calor, o álcool e o clima do lugar começaram a nos envolver.
Depois de algumas doses, Paloma estava solta, já sem a saída de praia, dançando com uma sensualidade provocante. Uma animadora do resort, com um sorriso malicioso, convidou-a para uma brincadeira à beira da piscina. Paloma me olhou com um ar de safadeza e provocação. Com um aceno e um sorriso cúmplice, disse a ela para ir. Eu ficaria ali, observando e bebendo.
A brincadeira era puro fogo. Paloma e uma americana loira se deitaram em espreguiçadeiras, os corpos expostos como oferendas ao sol e aos olhares. Cinco homens foram escolhidos para dançar, cada um com a missão de seduzi-las. Após virarem um copo de chope, eles deveriam provocar as duas mulheres, e a plateia, junto com elas, elegeria o mais sexy. Não havia dúvidas, Paloma era muito mais bonita e gostosa que a americana, era o centro das atenções.
O primeiro cara foi tímido, limitando-se a dançar a uma distância segura, tentando seduzi-la com movimentos desajeitados. Paloma riu, os olhos brilhando com diversão. O segundo foi mais audacioso, deslizando as mãos pelas pernas dela enquanto dançava, os dedos brincando com as mechas do cabelo dela. O ar já estava mais denso, e eu sentia o calor subir.
O terceiro elevou o jogo. Ele dançava como um stripper, corpo esguio movendo-se com precisão. Desceu sobre Paloma, roçando-se contra ela com uma ousadia que fez meu sangue pulsar. Pegou a mão dela e a passou pelo seu peito, deixando-a sentir os músculos sob a pele quente. No clímax, ele posicionou o corpo de forma que sua sunga ficou perigosamente perto do rosto dela. Paloma sorriu, provocante, sem recuar. Meu coração disparou, uma mistura de ciúme e excitação me consumindo enquanto eu a observava.
Aproveitei a pausa antes do quarto participante para me aproximar. Levei um outro Aperol para ela e dei um beijo bem molhado e gostoso. Ela estava sorrindo, olhei para ela sorrindo e disse “Safadinha..”, o que a fez sorrir mais.
O quarto homem não economizou. Ele repetiu a ousadia do anterior, mas foi além. Sua língua traçou um caminho ardente pelas pernas de Paloma, subindo lentamente até o pescoço. Ele segurou os cabelos dela com firmeza, puxando de leve, enquanto seu rosto ficava a centímetros do dela, os lábios tão próximos que meu deixou excitado. De pé, ele guiou a mão dela até sua sunga, dançando com uma sensualidade, o volume evidente roçando perigosamente perto da boca de Paloma. A multidão explodiu em gritos, e eu, a poucos metros, sentia meu corpo reagir com uma intensidade que mal podia conter.
Quando chegou a vez do quinto, o clima estava incendiado. Ele era um moreno forte, tatuagens cobrindo os braços musculosos, a sunga preta destacando cada contorno de seu corpo. Seus olhos devoraram Paloma enquanto dançava, percorrendo cada curva com uma fome descarada. Ele se abaixou, roçando o corpo nas pernas dela, e então levantou uma delas, beijando a pele macia com uma lentidão torturante. Seus lábios subiram, traçando um caminho perigoso até a virilha, onde parou, deixando a tensão pairar. Paloma apenas o encarava, um sorriso malicioso nos lábios, como se desafiasse ele a ir além.
Ele não parou. Sua língua deslizou pela barriga dela, contornando o biquíni, até chegar ao vale entre seus seios. Subiu até o pescoço, o corpo dele agora colado ao dela, as pernas dela abertas, o volume da sunga dele pressionando contra o tecido fino do biquíni. A multidão rugia, mas para mim, o mundo era só eles dois. Ele a segurou pelo pescoço e por uma coxa, erguendo-a no ar com facilidade. Paloma, com o biquíni mínimo e o corpo exposto, parecia uma deusa nos braços dele, as pernas abertas em uma entrega sensual que me deixou sem ar.
Quando a música atingiu o ápice, ele virou o rosto dela para o dele e a beijou. Um beijo profundo, possessivo, que fez a multidão explodir em aplausos e gritos. Paloma não resistiu, pelo contrário, seus lábios responderam com uma intensidade que me pegou desprevenido. Ele a colocou de volta na espreguiçadeira, os olhos ainda presos aos dela, enquanto a plateia vibrava. Eu fiquei parado, o coração martelando, o corpo incendiado por uma mistura de desejo e adrenalina.
Com certeza o quinto ganhou a disputa...kkk
A noite transamos com ela contando com detalhe como cada um tocou ela, isso me excitava inda mais.