BRINCANDO COM MELDÍVIA A DEUSA DOS CONTOS

Por: carlos-276 • 11/07/2026 • 48752 leituras
Capa do conto
Como estás, amor? Estou te esperando, Mel, para brincarmos nesses buraquinhos de foder. Que saudade de meter em ti. Olha aí ao lado o que te espera. É o bastante para a tua menina cabaçuda e fornicadora? Essa máquina de meter enterra sem dó, nos teus buracos de foder, com as super transas arrebatadoras com Tratamento de Choque que tu amas. Imagina isso enterrando bruto nessa menina cabaçuda. As grandes apertadas, lambidas, chupadas nesses peitos de deusa, nessa boceta de ninfeta produzindo cabaços novos sem conta, nessa boquinha sugadora louquinha para beber o leitinho quente na fonte do prazer. Ai essa boquinha bombando no meu pau, tirando o leitinho para degustares...

E o cu? Imagina só a enterrada nessa delícia de cu. Tu abres bem as pernas e pões toda a força para cagar, no cu, mas a enrabada bruta te faz estremecer, arrepiar, gemer e gozar a metida arrepiante nesse cuzinho das arábias. Ah, amor, vamos gozar nele. Prometo enterrar-te até os bagos assim que tu estiveres louca para meter e eu tiver tirado a tua calcinha com o dedo correndo no teu rego, arrepiando-te toda. Vem sim, para eu mamar nas tuas tetas, fazer a siririca do cão na cabaçuda e por a pica enterrando adoidada nesses buracos do caralho. Vem senão eu vou aí e como também a tua mãezinha. Que saudade daquela cachorra! Ela tem um cu, amiga! E a bocetinha: que cabaços ela dá. É enterrar e gozar e continuar enterrando e gozando...

Ah, deixa. Eu vou aí. Quero tua mãezinha chupando os meus bagos enquanto eu quebro teus cabacinhos novos. E depois, vamos a ela para fazê-la rebolar e gozar na minha vara. Ela fica tão contente com a vara bem selvagem fornicando naqueles buracos deliciosos.
Eu vou aí, comer essas fêmeas do caralho.

FIM

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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