Brincando de esconde-esconde

Por: felipe-248 • 14/07/2026 • 74506 leituras
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Brincando de esconde-esconde

Geeenteeee...que saudade! Quantas coisas aconteceram nesses dias que não escrevi...afff! Mas não posso deixar de contar pra vocês a minha última aventura.
Com o calor que faz aqui, estávamos eu e uma galera lá em casa na semana passada. Não tinha porra nenhuma pra gente fazer e derepente a Márcia, minha amiga, teve uma idéia: - Porque a gente não vai lá fora e brinca igual a criança de esconde-esconde? Todos nós rimos e ai a minha mãe falou: - Não sei do que vocês estão rindo! Pois eu achei a idéia da Márcia muito boa! Até eu topo brincar também! Todo mundo parou de rir, um olhou pra cara do outro e topamos na hora! Eu chamei a minha mão de lado e perguntei: - Você vai mesmo descer com a gente pra brincar? Ele me olhou, surpresa e respondeu: - Claro! Ué, não posso? E eu, respondi: - Claro que pode, né mãe! É que você está com esse shortinho super pequeno e colado no corpo, tá chamando a atenção dos meninos...não vai nem trocar de roupa? Ela riu, e disse: - Boba! Tá com ciúmes, é? Claro que não! Eu vou assim mesmo! Não vejo nada demais! Deixa os meninos me olharem! E de mais a mais você também está com essa sainha curtíssima, que se abaixar um pouquinho já aparece a calcinha..ah! Vai deixa a sua mãe! Eu acabei rindo também e nem esquentei!
Fomos todos para o elevador. É claro que com tanta gente não coube, né! A primeira leva desceu toda espremida, assim como a segunda. Na frente de um dos meninos, o Carlos, que é um negro lindo de morrer, acabei sendo espremida e encostei nele e logo comecei a sentir e seu membro duro feito pedra encostado em minha bundinha. Fiquei meio sem jeito e tentei me afastar (com o cuidado de não demonstrar claramente) mas não consegui porque a galera na minha frente me espremia cada vez mais. Com aquele corpo encostado no meu, acendeu dentro de mim um desejo enorme de ficar com ele. A medida que o pessoal entrava e se ajeitava, ele começou a se esfregar na minha bundinha e a se abaixar devagarinho para eu sentir aquela rolona bem nas minhas polpinhas por baixo da sainha.
Bom, quando chegamos no térreo a minha mãe percebeu que alguma coisa tinha acontecido e me chamou pra perto dela, me perguntando: - Você está bem? Aconteceu alguma coisa? E eu contei pra ela que tinha levado uma baita encochada do Carlos, dentro do elevador. Ela disfarçou, olhou na direção dele e me disse: - Uau! O cara é lindo heim? Da próxima vez deixa que eu vou na frente dele! Eu vermelha de vergonha e rindo ao mesmo tempo, falei: - Mãããeeeee.....como você é louca! A maioria deles são meus amigos! Ela riu mais ainda e respondeu, me dando um tapinha no bumbum: - E daí? Deixa de ser boba menina! Aproveita a vida! Olha só que negro lindo!
Fomos andando na direção da rua e quando passei por ele, na hora fiquei molhadinha, podia sentir minha xaninha inchada de tanto tesão e ele também percebeu que eu o queria pois começou a me encarar. Minha mãe apertou a minha mão me dando a maior força. Depois nois duas nos separamos e fomos nos juntar com a galera. Escolhido quem iria nos achar, tratamos de correr para nos escondermos. Me lembro que a minha mãe me falou enquanto corria junto com parte da galera: - Filha, daquele lado tem algumas construções vamos pra lá! Alguns de nós entrarão outros foram se esconderem em outros lugares, e tauz. Lá dentro estava escuro, só iluminado mesmo pela luz da rua. Acabei me perdendo da minha mãe, mas vi quando o Carlos entrou também. Fui subindo uma escada de cimento, bem devagarinho pra não pisar em alguma coisa que pudesse me machucar. Quando cheguei o piso de cima quase gritei quando fui puxada pela mão do Carlos pra dentro de um quartinho. Eu disse: - Nossa! Você me assustou! E ele foi logo dizendo: - Vamos nos esconder aqui! Tem uma janela bem ali e dá pra gente ver a rua, assim a gente pode se esconder melhor! Passado o susto eu perguntei pra ele: - Você viu a minha mãe? Não sei onde ela foi se esconder! E ele logo respondeu, com um sorriso meio safado: - Não se preocupa! Eu vi sim! Ela foi se esconder com o meu primo o Célio. A essa hora eles já devem estar bem escondidinhos!
Fiquei imaginando a minha mãe com aquele shortinho minúsculo deixando a mostra as polpinhas da bunda dela e se escondendo com o primo do Carlos. Um negão, safado e muito galinha! Afff!
Então, eu andei até a janela e meio que escondida e na ponta dos pés, fiquei olhando a rua. Ele cochichou de onde estava: - Dá pra ver a rua daí? Eu disse que dava e chamei ele pra ver. Não demorou, eu senti ele chegando levemente e se encostando todo em mim. O mastro deve tava duro como pedra e ele bem encostado na minha bundinha. Podia sentir a respiração dele na minha nuca e aquele cheiro de suor que vinha dele. Eu estava muito tarada, com os biquinhos dos meus seios e com a xaninha toda molhada de tesão. Podia sentir o pulsar do cacete dele bem no meu bumbum por cima da sainha que eu usava.
Tentei me ajeitar e acabei esbarrando mais ainda no cacetão dele.
Derepente, notei que ele se afastou de mim e assustada mais cheia de tesão pude sentir aquela coisa dura, grossa e enorme deslizar pelo meio das minhas coxas até tocar a minha xaninha por cima da calcinha como se quissesse me tirar do chão.
Apertei aquela tora com as minhas coxas e gemi dizendo: - Aiiiii...Carlos! O que você está fazendo? O que é isso? Tem mais gente se escondendo aqui! Para!
E ele louco de tesão falou no meu ouvido: - É caralho pra te fuder todinha! Tô doido pra te pegar! Pra fazer você gemer na minha pica e pra esconder ela na sua bucetinha!
No início eu lhe dei uns tapas na mão, mas ele botava o dedo na boca, me fazendo sinal de silêncio. E eu, que não queria ser encontrada, fiquei quieta e ele continou me passando a mão. Estávamos agachados e ele colocava sua mão na minha perna e ia subindo até o meu bumbum. Eu ouvia lá fora as pessoas sendo encontradas.
Ele também não perdia tempo e levantou a minha sainha e continuou esfregando aquela mastro negro que já tava explodindo, na minha xaninha, que já nessa hora deixava a minha calcinha toda ensopada.
Eu me contorcia e tentava abaixar a sainha, dizendo pra ele que aquilo era loucura, mas ele inistia em querer me foder ali mesmo. O Carlos então, pegou uma das minhas mãos e levou pra trás colocando em cima do cacete. Senti que ele estremeceu e eu levei um susto, mas deixei e comecei a alisar devagarinho. Era muito grosso e estava duro como pedra. Também, cabeçudo e cheio de veias, pensei estou ferrada vou sair toda arrebentada. Comecei a masturba-lo bem devagar e sem olhar pra trás podia sentir aquela tora grossa e imensa na minha mãozinha.
As vezes eu enfiada ela por baixo da minha sainha e passava no meu bumbum, fazendo ela tocar o elástico da minha calcinha e percorrer as minhas polpinhas e o meu reguinho.
Quando estava prestes a ceder, ouvimos um barulho e ele correu pra detrás de uma pilastra enquanto eu me arrumava. Foi a conta de nos separarmos e a Lúcia minha amiga chegou na porta, me viu e disse: - Ah! Então você está ai? É melhor a gente saire daqui! O vigia da construção está chamando a polícia, porque ouviu barulho aqui, vamos!
Mesmo no escuro, fui de mãos dadas com ela até sairmos da construção. Antes, quando passamos pelo piso de baixo vi a minha mãe de mão dada com o Célio, primo do Carlos, ajeitando o shortinho e também saindo com ele.
Pensei comigo: - Ai, tem!

(Continua)

bjus
Cinthia

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