Brincando de ser putinha (Parte 1)

Por: Aline 13/07/2026 22149 leituras
Capa do conto
Meu nome é Aline e essa história se passa quando eu tinha 21 anos. Na época, eu não tinha namorado e fazia faculdade em uma cidade diferente da que minha família morava. Quando eu saía à noite, era comum ser abordada por homens mais velhos, a maioria casados, que me ofereciam uma bebida ou vinham querendo conversar.

Normalmente, eu não aceitava, mas um dia me veio à cabeça a ideia de que poderia ganhar alguma coisa com isso. Em outro conto que eu publiquei aqui, contei a história de quando transei com um vizinho coroa em troca de dinheiro. Então, por que não fazer de novo? Eu não estava precisando de grana, mas dinheiro é sempre bem-vindo. E, além disso, a ideia toda me excitava!

Resolvi que iria fazer! Coloquei um vestido com um belo decote e fui a um local meio distante de onde eu morava, pois não queria correr o risco de encontrar algum conhecido. Chegando lá, me sentei perto do balcão e fiquei esperando. Era um lugar meio chique e o pessoal que o frequentava devia ser meio abonado.

Não demorou muito e um homem começou a me olhar, meio de longe. Eu dei um sorrisinho e ele se aproximou. Era um homem na faixa dos 50 anos, altura média e um pouco gordinho. Perguntou se podia me pagar uma bebida e eu aceitei.

Começamos a conversar e ele disse que era comerciante. Quando perguntou o que eu fazia, eu disse apenas que era estudante, sem dar maiores detalhes. Ficamos conversando durante uma meia-hora, até que ele disse:
- Que tal irmos para um lugar mais reservado?

Por sorte, eu já tinha bebido um pouco e não esta nervosa. Respondi:
- Você tem dinheiro?

Ele me olhou meio surpreso e eu disse que se tratava exatamente daquilo que ele estava pensando. Ele deu uma risadinha meio debochada e falou:
- Então... Acho que você não é bem uma estudante, né?

Eu apenas confirmei, meio sem-graça. Ele disse que topava e negociamos o preço. Nós saímos dali e entramos no carro dele.

No caminho, eu estava meio confusa. Estava bastante excitada, mas, ao mesmo tempo, ficava imaginando o que meus pais e minhas amigas pensariam se soubessem o que eu estava fazendo. E isso me deixava com mais tesão ainda...

Ele parou o carro em frente de um motel, daqueles bem vagabundos. Eu disse:
- É aí que nós vamos?
- Claro! Você não esperava que eu te levasse pra minha casa, né?

(continua)

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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