Isso porque Joyce tinha um olhar extremamente sexual. Não era sensual, era sexual. Ela tinha cara de quem vivia 24 horas querendo transar. Assim, nossa conversa foi bem curta e logo descambou para sacanagem. Ela me perguntou o que eu andava aprontando, se estava sozinho. Era fácil saber das intenções dela, saber que eram as mesmas que as minhas. Para ajudar, a tarde sumia após um belo dia de sol. Um dia quente e gostoso. Continuei a conversa analisando que seria fácil pegar aquela cachorra de jeito. Ela vestia uma saia jeans curta e solta, além de um top branco. Estava com o corpinho em dia, uma delícia. Seus seios eram grandes, gostosos. Eu estava apenas de bermuda. A praia foi ficando vazia e a convidei para uma caminhada. Ela entendeu que não era bem uma caminhada, mas sim a busca por um lugar em que pudéssemos matar os desejos recíprocos. Já escuro, encontramos um quiosque abandonado. Era todo aberto, mas a praia estava bastante vazia.
Arrastei-a para lá e antes de subir ao quiosque comecei a beijá-la. Era o que ela queria, era o começo do que ela queria, pois ao tempo que a beijava ela segurava meu pau cada vez com mais força. Era muito tesão de ambos. Comecei a alisar sua xoxota também, algo frenético. Ela gemia gostoso, livre. E logo resolveu chupar meu pau. Sentou no degrau da escada e mandou bronca. Ela me olhava, provavelmente para observar minha reação. Eu apenas segurava a base do meu caralho para que ela se dedicasse ao máximo aquele talentoso boquete. A brisa do mar era leve, era parte daquele momento gostoso. Resolvi levá-la para dentro do quiosque. Coloquei-a sentada na mureta e comecei a chupá-la. Uma boceta cheirosa, gostosa, molhada. Ela apertava minha cabeça e dizia exatamente o que desejava que fizesse. Lambia de cima a baixo, alternava entre leves mordidas e doces chupadas em seu grelo rosado. Enfiava a língua dentro de sua xaninha e ela chegava a tremer de tesão. Depois dediquei-me a lamber continuamente seu clitóris. Foi egoísta e gozou muito gostoso na minha boca. Ficou a ponto de não poder tocá-la por alguns instantes, tamanho seu fogo.
Voltei devagar, beijando seu pescoço e com pau completamente duro. Eu a beijava e ela batia uma punheta de primeira, coisa gostosa. Apertava gostoso e rosqueava meu cacete de forma delicada, explorando o máximo de prazer. Algumas pessoas começaram a passar com certa distância, mas o suficiente para ver o que fazíamos. Não ligamos, pois seria difícil de nos reconhecer. Então a coloquei com os peitos na mureta e comecei a fodê-la bem gostoso. Devagar, mas com o pau todo dentro de sua xoxota. Ia até o limite, ela pirava. Gemia, urrava e pedia mais. Meu pau não cabia em sua bocetinha, de forma que podia sentir a parede do que achava ser seu útero. Cada estocada que dava a menina enlouquecia. Suas pernas tremiam e logo dei um tapa em sua bunda. Um tapa forte, com mão cheia. Ela enlouqueceu. Comecei a puxá-la pela cintura cada vez com mais força, com as duas mãos. Depois comecei a trazê-la pelo cabelo. Ela vinha rebolando e se deliciando em minha pica.
Ela me mandava gozar, eu tive que obedecê-la. Avisei-a e ela se virou, ajoelhando-se e finalizando aquele momento em uma punheta executada com maestria. Minha porra voou longe, minhas pernas amoleceram... Sentamos no chão. Suados, extasiados e sentindo a brisa acalmar aqueles desejos.