Estava em um dia de bastante movimento na casa de swing (o BB, como é conhecido) e estava tendo bastante rotatividade entre os casais e singles, com bastante gente circulando mesmo e, o gloryhole estava bem disputado, principalmente para os homens sozinhos que tinham que esperar o outro gozar para tomar seu lugar. Os quartos coletivos com singles e casais dividindo o ar pesado, o cheiro forte no ar. Sequer estava usando roupão, só a cueca e levava a camisinha dentro da cueca, porque fazia muito calor lá dentro devido à quantidade de pessoas.
Em uma das camas coletivas do andar, tinham vários homens em volta da mulher, batendo punheta e se revezando em comê-la e quando isso ocorre, parece ter uma cumplicidade entre todos, que comem rápido para vir o próximo. O marido percebia que o cara estava para gozar e mandava gozar no corpo. Todo mundo tirava a camisinha rápido e corria gozar em cima dela e outros, que não participavam da transa, ficavam batendo punheta e gozando nela.
Ela parecia gostar muito daquilo. Sempre que o cara tirava a camisinha ela dizia: me dá leite! goza em mim!
Por eu ser alto, conseguia ver bem a cena, mas não participei, tinha certa resistência em ficar "no molhado", mas acompanhei bastante.
O marido, era um negro alto, bombado, pau grande e grosso, mas ele gostava de ver a mulher no rodízio de pica e porra. Quando dispersou todo mundo e os poucos que estavam olhando também saíram por não querer participar, pude apreciar o cara, que deve ser todo macho na academia, cheio de contatinhos das patricinhas que gostam de negros, caiu de boca no corpo da esposa, gemia alto lambendo e beijando, como quem andou pelo deserto por dias em busca de água. Seu rosto brilhava de porra e ela também, estava com o corpo liso. O corno virou um predador insaciável provando a porra e metendo forte nela. Ela gritava sentindo a rola grande. Mesmo tendo dado para 20-30 pessoas seguido e tomado muito banho de porra, o pau dele é quem fazia ela gritar. Antes, ficava como uma prostituta de rua, que fica parada esperando o cliente gozar. Não gemia, não demonstrava excitação. Apenas sorria e pedia porra aos machos.
Quando o monstrão dela vinha para cima, louco por porra e com o cacete pegando fogo paga meter, não tinha como domar o bicho. Um animal trepador, mas louco por porra dos machos.