Cacei na passarela, comi na rua e segui feliz!

Por: fernanda-63 • 11/07/2026 • 58814 leituras
Capa do conto
Olá, meu nome é Roger e, apesar de ler muitos contos aqui nunca escrevi.
Sou moreno claro, barbudo, tenho 1,77 de altura e 65kg. Corpo normal. Me defino como bissexual, porém com preferência por caras (minas só de vez em quando). Sou ativo, com uma rola de 18cm, durona, babona e tortinha pro lado. Curto foder e chupar um cuzinho, e se a rola for boa e o tesão for muito gosto de mamar.
Vamos ao conto, seus putos!
Moro na grande São Paulo e trabalho na cidade de São Paulo, ou seja, todo dia a vida de encarar 1h30 a 2h de trenzão lotado para poder ganhar o pão de cada dia.
Na estação que eu desembarco fica próxima a uma região mais industrial, cheia de galpões e com uma passarela que dá acesso ao lado mais residencial e o outro mais “industrial”.
No dia em que aconteceu este conto, eu sai tarde da empresa e estava com um tesão da porra, então me arrisquei a atravessar a passarela sozinho.
Era por volta de 23h hora quando iniciei a minha caminhada, subi a passarela e atravessei de boa para o outro lado. Nada e ninguém.
Quando cheguei lá, um carinha estava vindo em minha direção. Ao cruzarmos no meio da passarela, eu dei aquela velha e famosa apertada na rola (que estava meia bomba) e manjei o cara, que deu uma mordidinha na boca. Passou por mim e ficou olhando para trás.
O cara não era nenhum deus grego não. Moreno magrelo, com uns 32 anos, aliançona dourada no dedo. Cara de trabalhador braçal. Vestia um jeans e uma camiseta surrada vermelha.
Ele chegou no meio da passarela e parou. Eu, parei na entrada ou saída (no meu caso), olhei para ver se não vinha ninguém e voltei.
Ao me aproximar o cara perguntou: e aí, curte o que?
Eu respondi: tô num tesão da porra e curto uma sacanagem rápida, tá afim?
Ele pediu que eu o acompanhasse.
Saímos da passarela pelo lado mais industrial e fomos caminhando por uma rua deserta (não senti medo, pois o cara não parecia ameaçador. Agora ele estava mais pra uma putinha no cio).
Encostamos em um muro alto e com visibilidade para quem estivesse vindo, mas totalmente exposto. O cara abaixou, abriu rapidamente o zíper da minha calça e sacou a minha rola pra fora, que nessa hora já estava duraça e babona.
Começou lenta e delicadamente a esfrega-la na cara. Dizendo que uma rola dessa precisava de um tratamento especial. E que amava mamar macho roludo (não me acho roludo, tá mais pra ok) e barbudo (sim, tenho barba).
Cheirava a rola e o saco e quando eu menos esperei engoliu a pica com vontade.
Mano, fui a loucura. A boca era quentinha e molhadinha, e ele sabia o que estava fazendo.
Ele levantou, e eu perguntei sobre a aliança no que ele respondeu: sou casado com mulher, mas gosto mesmo é de mamar e tomar no rabo.
Ele tentou me beijar, mas eu segurei firme a cara dele, dei uns tapas de leve chamando de putinha e ai o beijei.
Porra! Não é que o cara tinha uma boca gostosa mesmo. Tanto para meter a rola quanto para meter a língua.
Enquanto eu dava uns amassos nele, passei a mão na bundinha dura por dentro da calça. Procurando o seu anelzinho.
Desgrudei as nossa bocas, cuspi na mão e voltei a massagear o cuzão dele. Maluco! O cara começou a gemer como uma vagabundinha. Macho, hétero, casado e puta. Isso me leva a loucura.
Ele me disse que queria me dar. Eu tava com tesão pra caralho, mas não tinha nenhum preservativo comigo (que erro amador), prontamente ele abaixou, abriu a mochila e me deu um daqueles preservativos de posto. A putinha andava preparada.
Agasalhei o piru com a camisinha, dei umas três cuspidas na mão e passei no rabo dele.
Posicionei a piroca na entradinha do cu, e fui fazendo pressão para entrar. De repente *ploc*, entrou e entrou tudo.
Tapei a boca do cara, pra ele não gritar e comecei um vai e vem lento, fui acelerando e ele babando e gemendo na minha mão.
Desci a outra mão, para ajudar o cara. Que rolona! A mina dele deve amar.
Quando mais eu socava a rola, mais ele gemia. Ficamos assim por um tempinho, até que anunciei que ia gozar. Ele pediu: goza meu machinho barbudo! E eu, como sou bonzinho gozei!
Tirei a rola do cu quente dele, minha pernas tremiam e não era de frio.
Agradeci pelo cu, dei um selinho nele e corri para pegar o trem.
Cheguei em casa e fui tomar banho, meu pau estava inchadão, com aquele cheiro de sexo. Bati uma lembrando a aventura à pouco vivida e dormi relaxadão.
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