Derreto-me ao pensar na sorte que o meu parceiro tem por estar a fazer sexo comigo. Já fiz sexo com homens feios, velhos e completamente desprovidos de interesse. Faço tudo com eles pelo simples prazer de vê-los nas nuvens por minha causa. Com eles sinto-me a mulher mais bonita do mundo sou uma deusa para eles, que me olham e desejam, pensando ser um sonho impossível de alcançar. Todos os dias á volta da minha escola passava um homem muito mal vestido e ligeiramente corcunda. Apesar de parecer inofensivo e de ter um sorriso doce, todas as minhas colegas tinham medo dele. Ele morava numa casa velha, relativamente perto da minha, e fazia questão de passar por lá para que ele pudesse olhar para mim. Ele observava-me, obviamente excitado pelas curvas do meu corpo, e isso agradava-me. Estávamos em junho e , depois de um dia de aulas cansativo, o sujeito cruzou-se comigo e, com os olhos a brilhar, cumprimentou-me com um simpático "bom-dia, menina". Estava resolvida em fazê-lo muito feliz nessa mesma noite. Eram dez horas e a noite começava a cair. Disse aos meus pais que ia sair com uns colegas e fui ao encontro do desconhecido. Bati á porta e, como não houve resposta, entrei. Deitado num colchão que estava no chão e numa sala que apesar de tudo, estava arrumada, lá estava ele a dormir. Tirei a roupa e ,sem o acordar, mergulhei os lábios no pénis murcho. Lambi da cabeça aos testículos e observava, sempre o que podia, a cara de satisfação que ele apresentava. Ele puxou-me para cima e começou a chupar os meus seios. Como era bom sentir-me um pedaço delicioso de carne a satisfazer aquele animal selvagem. Eu ajeitei-me para recebê-lo e tive de conter um grito quando ele meteu o pénis na minha vagina dilatada, com toda a raiva, devido à tesão acumulada de todos estes anos. Ele entrava e saia com gana e ainda obrigava o meu corpo a abrir-se mais com as mãos. Que delícia cavalgar sobre ele e ver a felicidade nos seus olhos. De repente, ele contorceu-se e um jarro branco escorreu pelas minhas pernas. Ele abriu os olhos disse-me obrigado. Eu vesti-me e voltei para casa.
caridada sexual
tenho 18 anos, cabelo louro e muito comprido, lábios carnudos e um bumbum apetitoso que faço questão de exibir vestindo uns calções apertados. Gosto de sentir os homens delirar quando eu passo, mas ao contrário da maioria das mulheres, os homens bonitos nunca me excitaram.
Derreto-me ao pensar na sorte que o meu parceiro tem por estar a fazer sexo comigo. Já fiz sexo com homens feios, velhos e completamente desprovidos de interesse. Faço tudo com eles pelo simples prazer de vê-los nas nuvens por minha causa. Com eles sinto-me a mulher mais bonita do mundo sou uma deusa para eles, que me olham e desejam, pensando ser um sonho impossível de alcançar. Todos os dias á volta da minha escola passava um homem muito mal vestido e ligeiramente corcunda. Apesar de parecer inofensivo e de ter um sorriso doce, todas as minhas colegas tinham medo dele. Ele morava numa casa velha, relativamente perto da minha, e fazia questão de passar por lá para que ele pudesse olhar para mim. Ele observava-me, obviamente excitado pelas curvas do meu corpo, e isso agradava-me. Estávamos em junho e , depois de um dia de aulas cansativo, o sujeito cruzou-se comigo e, com os olhos a brilhar, cumprimentou-me com um simpático "bom-dia, menina". Estava resolvida em fazê-lo muito feliz nessa mesma noite. Eram dez horas e a noite começava a cair. Disse aos meus pais que ia sair com uns colegas e fui ao encontro do desconhecido. Bati á porta e, como não houve resposta, entrei. Deitado num colchão que estava no chão e numa sala que apesar de tudo, estava arrumada, lá estava ele a dormir. Tirei a roupa e ,sem o acordar, mergulhei os lábios no pénis murcho. Lambi da cabeça aos testículos e observava, sempre o que podia, a cara de satisfação que ele apresentava. Ele puxou-me para cima e começou a chupar os meus seios. Como era bom sentir-me um pedaço delicioso de carne a satisfazer aquele animal selvagem. Eu ajeitei-me para recebê-lo e tive de conter um grito quando ele meteu o pénis na minha vagina dilatada, com toda a raiva, devido à tesão acumulada de todos estes anos. Ele entrava e saia com gana e ainda obrigava o meu corpo a abrir-se mais com as mãos. Que delícia cavalgar sobre ele e ver a felicidade nos seus olhos. De repente, ele contorceu-se e um jarro branco escorreu pelas minhas pernas. Ele abriu os olhos disse-me obrigado. Eu vesti-me e voltei para casa.
Derreto-me ao pensar na sorte que o meu parceiro tem por estar a fazer sexo comigo. Já fiz sexo com homens feios, velhos e completamente desprovidos de interesse. Faço tudo com eles pelo simples prazer de vê-los nas nuvens por minha causa. Com eles sinto-me a mulher mais bonita do mundo sou uma deusa para eles, que me olham e desejam, pensando ser um sonho impossível de alcançar. Todos os dias á volta da minha escola passava um homem muito mal vestido e ligeiramente corcunda. Apesar de parecer inofensivo e de ter um sorriso doce, todas as minhas colegas tinham medo dele. Ele morava numa casa velha, relativamente perto da minha, e fazia questão de passar por lá para que ele pudesse olhar para mim. Ele observava-me, obviamente excitado pelas curvas do meu corpo, e isso agradava-me. Estávamos em junho e , depois de um dia de aulas cansativo, o sujeito cruzou-se comigo e, com os olhos a brilhar, cumprimentou-me com um simpático "bom-dia, menina". Estava resolvida em fazê-lo muito feliz nessa mesma noite. Eram dez horas e a noite começava a cair. Disse aos meus pais que ia sair com uns colegas e fui ao encontro do desconhecido. Bati á porta e, como não houve resposta, entrei. Deitado num colchão que estava no chão e numa sala que apesar de tudo, estava arrumada, lá estava ele a dormir. Tirei a roupa e ,sem o acordar, mergulhei os lábios no pénis murcho. Lambi da cabeça aos testículos e observava, sempre o que podia, a cara de satisfação que ele apresentava. Ele puxou-me para cima e começou a chupar os meus seios. Como era bom sentir-me um pedaço delicioso de carne a satisfazer aquele animal selvagem. Eu ajeitei-me para recebê-lo e tive de conter um grito quando ele meteu o pénis na minha vagina dilatada, com toda a raiva, devido à tesão acumulada de todos estes anos. Ele entrava e saia com gana e ainda obrigava o meu corpo a abrir-se mais com as mãos. Que delícia cavalgar sobre ele e ver a felicidade nos seus olhos. De repente, ele contorceu-se e um jarro branco escorreu pelas minhas pernas. Ele abriu os olhos disse-me obrigado. Eu vesti-me e voltei para casa.
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