A noite fomos num baile funk, usei outro vestido, muito parecido, mais curto e com decote mais profundo, sem lingerie logicamente, foi começar a dançar e rapidinho fui convidada a subir num camarote cheio de homens deliciosos, fizeram uma roda em torno de mim, ficava um tempo com um deles é logo outro tomava o lugar, era muito beijo na boca, passadas de mão por todo meu corpo, chupões, mordidas, dedos entravam fundo na minha xana e rabinho, estava toda melada de prazer e doida para ser fudida põe todos eles. Minha mão sempre estava com um copo de cerveja gelada, sou fraca para bebida, então já estava muito alegre, no meio daquilo tudo, surgem dois irmãos, donos do tráfico de drogas da região e do camarote, como mágica os caras me largaram e sumiram do salão, fiquei largada, louca para ser fudida, mas me contendo para ver o que ia acontecer, um deles mandou eu ficar pelada, obedeci e depois de desfilar para os dois, mandaram eu descer no palco e dançar para que todos pudessem ver, num piscar de olhos estava rebolando indo até o chão, me acabando, sem pudor nenhum, expondo minha xana e cusinho inchados e molhados de tesão, a todo momento alguém me dava cerveja geladinha para eu tomar, outras vezes jogavam ela no meu corpo, estava toda lambuzada numa mistura de suor e cerveja, estava muito bêbada e o meu tesão só aumentava. Quando minhas pernas já não aguentavam mais acompanhar o batidão, me levaram de volta para os dois irmãos, agora nus da cintura para baixo, expondo suas jebas cavalares enormes, duras e cheias de tesão, cai de boca na mais próxima de mim, saboreando com vontade aquilo tudo, enquanto o outro me por de quatro e sem preliminares socou toda sua jeba no meu cusinho, quase desmaiei de dor, nem recuperei da dor terrivel o outro socou na minha xana, os dois nem se importavam com meus gritos e súplicas, continuavam a meter ferozmente em mim, cada metida mais forte que a outra, até que depois de uma eternidade gozaram rios de esperma dentro de mim, quando eu pensei que tinham acabado os dois trocaram de lugar, e voltaram a me fuder, só que dessa vez metiam com calma, ajudado pelo esperma dentro se mim, comecei a sentir prazer, mesmo toda esfolada, como boa puta, gozei escandalosamente, xingando, gritando, sentindo-me sem chão, presa na terra por aqueles dois cavalos socados dentro de mim, perdi a conta de quantas vezes gozei, minha garganta estava seca de tanto gritar, meu corpo todo estava mole, minha xana e cusinho ardiam muito, mas os paus cavalares continuavam a socar sem parar, com fúria, até que fui envolvida por uma onda de prazer muito forte e desmaiei. Acordei toda moída, doía tudo, está nua, encima de uma mesa e uma poça de esperma entre minhas pernas.
Meu corninho me ajudou a colocar meu vestido e carregou-me até nosso quarto do hotel.