Carlos, empurrou Teresa de costas á cama e depois de separar suas pernas, olhou guloso para a confluência das coxas, onde uma bocetinha, desprovida de pelos, o convidava para que se apossasse dela. De joelhos, ele foi até aquela beleza e passou a cheira-la e soprar sobre a mesma, provocando uma sensação deliciosa, de frescor e tesão, na irmã, que espremia os tenros seios com as mãos e, de boca aberta, ronronava igual uma gata preguiçosa. Carlos, chupou toda aquela maravilha e enfiou a língua dentro da vagina, que estava bem melada. Intensificou a chupada, até que ela verteu para sua boca, uma grande gozada. Subiu pelo corpo da jovem, já com o mastro resvalando pela boceta dela e se encaixando na entrada da vagina, que tinha sido demoradamente chupada. Empurrou cuidadosamente a vara, que a penetrou até os ovos . Enquanto a beijava ou chupava os tenros seios, estocava e ela o recebia com reboladas, onde aproveitava toda a torção do corpo para que sua vagina comprimisse aquela massa deliciosa que a invadia. Agarrou-se a ele e jogava o quadril para cima de encontro ao pau. Sem se importarem com mais nada, que não fosse aproveitar os corpos, ficaram de ladinho e meteção continuou firme, até que ele a posicionou sobre si. Cavalgando como exímia amazonas, ela dava golpes sobre o pau o enterrando fundo dentro da cona. Apertava os seios e urrava de prazer. Carlos, cheio de vontade de foder com dureza aquela bela garota que sua irmã era, ficou sentado com ela no colo e passou a chupar-lhe os seios, mexendo nos bicos, com a ponta da língua, Depois disso a encarou, deu um longo e melado beijo e depois disse:
__Me dá o seu cu? Deixa eu foder ele bem gostoso...
__Dou tudo para você - disse já saindo de cima do irmão e do lado já ficando de quatro, com a bunda empinada. Levou a mão a boca e a boceta e melada a passou em toda vara do irmão, depois salivou o rego e enfiou um dedo no cu para relaxar mais e depois se apoiou nos braços, para esperar pela penetração. Carlos atrás dela, deu mais um trato com saliva na rola e depois a encaminhou para o cu de Teresa. Mirou e foi empurrando, sentindo uma breve resistência, até que na terceira investida, após o grito da jovem, a glande sumiu dentro do cu. Deu um tempinho e foi empurrando, escutando os gemidos de Teresa.
__Ai...esta doendo...vai com calma...deixa eu acostumar com seu pau...nunca dei o cu para uma rola dessa grossura...calma...empurra mais um pouco...ai....ai...hmmm...nossa como arde....
__Quer que tira?
__Não vai adiantar, pois um dia ou outro você vai querer me foder de novo e vai ser da mesma forma. Espera mais um pouco...já esta passando a ardência...
Carlos ficou, ali parado, apenas acariciando as costa da irmã e seu traseiro, vendo o seu pau, com mais da metade atolado no cu dela. Podia ver as contrações do ânus da moça entorno do seu cacete, o que o excitava e seu pau também pulsava. Ficaram imóveis por uns cincos minutos até que ela, Teresa, começou a se movimentada, indo e vindo com a bunda sobre o membro, procurando ir mais fundo a cada empurrada de traseiro. Carlos com toda sua paciência a deixou que ela fizesse o serviço de se foder. Sentindo que ela já estava relaxada para que ele tomasse conta das estocadas, passou a faze-las. Meteram até esquecerem do tempo, só lembrando quando a vontade de gozar, ficara mais intensa para ele, acelerou as estocadas e disse a sua irmã que estava prestes a gozar:
__Me dá seu pau para chupar, quando for o momento. - ela pediu e ficou enlouquecida, jogando a bunda com mais violência de encontro ao cacete.
Carlos deu mais duas estocadas e se retirou do cu da irmã, segurando o pau para que os jatos não saíssem até que seu viu, coma boca dela aberta os esperando, ai, soltou e aquele fluxo esbranquiçado saiu com uma rajada, que acertou os olhos dela e depois a mesma pegou o pau e acertou aboca nele, recebendo as esporrada que atingiram sua garganta. Se lambuzou toda com a farta descarga, que esfregava no rosto , seios e ventre, Depois tomou a pica na boa e chupou. Carlos ficou desesperado diante da sensibilidade da rola chupada. Assim que terminaram, ele a carregou nos braços para o banheiro. Conversaram sobre tudo que tinha acontecido e firmaram um compromisso de fazer tudo de novo no dia seguinte.