Vocês já devem ter lido e até visto o perfil da Professora BH. Os contos dela relatam um pouco nossas aventuras. Até hoje eu não havia escrito nada a respeito porque ao meu ver, as mulheres têm mais credibilidade ao escreverem do que nós homens, e por isso, deixei que ela mesma contasse um pouco de nós dois. Mas, como ela me pediu para escrever um pouco também, aqui estou eu de volta à ativa. Eu iria escrever sobre acontecimentos passados, mas como o caso com a Professora BH é contemporâneo, creio que o "sangue fervendo" nas veias tornará a minha escrita mais excitante para vocês. Vamos lá!
Neste último Carnaval, fiquei de bolar algum programinha para mim e Márcia (chamarei a Professora BH de Márcia, mas desde já adianto que esse é um nome fictício), e como queríamos algo mais discreto por ambos sermos casados, aluguei uma casa de um amigo meu, situada na cidade de Pará de Minas. Pará de Mias é uma cidade bem tranquíla, no estilo "roça" como dizemos nós mineiros. Inventei uma desculpa qualquer em casa, envolvendo uns trabalhos de faculdade para fazer fora, e ainda contei com a ajuda de um amigo que se dispôs a servir de "àlibi" caso a minha saída fosse colocada à prova. O marido de Márcia como sempre, viajou a trabalho, ficando para Márcia mais tranquílo para poder sair comigo. Fui buscá-la cedo em casa, cerca de 7 horas da manhã no domingo de pré-Carnaval. Em minha mente já estavam planejadas mil coisas, todas elas envolvendo fodas alucinantes com a minha professorinha. Não escondi dela o meu tezão e por meio de mensagens que eu enviei ao celular dela, dei início às preliminares. Estacionei o carro na esquina de sua casa e dei um toque em seu telefone, cerca de cinco minutos após, a bela fiqura de Márcia surgiu vindo em direção a mim. Márcia usava uma minissaia e uma miniblusa, calçava tamancos e trazia uma bolsa à tiracolo, os cabelos estavam soltos e quando se aproximou de mim, percebi os lábios bem vermelhos devido ao batom.
- Oi- disse sorrindo ao entrar no carro- tava ansiosa esperando você chegar.
Sentou-se no banco do passageiro e se esticou para me dar um leve "selinho", fazendo com que eu sentisse o seu perfume, aumentando ainda mais o meu tesão. Arranquei o carro e saí logo do bairro e do Centro para não aumentarmos o perigo de sermos vistos. Conversávamos normalmente, eu a perguntar pelos seus dias, o trabalho, ela também a me fazer perguntas como sempre fazemos ao nos encontrarmos com alguém conhecido. Os assuntos foram vindo e quando chegamos na BR 381, o tesão foi aumentando. Apenas palavras, eu concentrado que estava no trânsito, poderia ficar apenas na base do sexo verbal. Comecei a revezar a mão direita, ora no câmbio e ora no pau por cima da calça. A mão de Márcia começou a acariciar a minha coxa e foi subindo até chegar ao meu pau. Sorrímos um para o outro, Márcia com uma carinha bem safada, desabotoou a minha calça e tirou o meu pau para fora. Olhou para mim e disse:
- Você é muito gostoso!- ela então apertou o meu pau, fazendo escorrer uma gota do meu líquido natural. Apertei os lábios de tesão, a minha pele se arrepiou. Tive vontade de parar no acostamento e meter com Márcia ali mesmo, mas me contive. A safada então se ofereceu:
- Quer que eu chupe enquanto você dirige, amorzinho?- diante do oferecimento, afrouxei com a mão livre a calça, deixando todo o meu pau para fora, duro como uma pedra. Márcia mordeu os lábios, olhou fixo para o meu membro e disse:
- Mas se eu chupar o seu pau agora, você vai dirigir mais devagar e a gente não vai chegar lá nunca.
- É! Tem razão- disse eu achando engraçado- mas em todo o caso, vou deixar "ele" fora para respirar um pouco.
Márcia então começou a acariciá-lo, e em um gesto provocativo, lambuzou toda a mão com o meu "óleo" e a levou à boca, labendo-a todinha, dedo por dedo que a minha professinha safada introduzia na boca em um ritmo lento, simulando o mais erótico sexo oral. A minha tara aumentava, e quando chegava próximo de parar o carro, decidia seguir viagem firmemente para chegarmos logo ao nosso destino e assim iniciar o meu Carnaval que ainda não havia começado. A BR 381 estava tranquíla a esta hora da manhã, e vendo este ritmo, Márcia me perguntou:
- Os vidros do carro são escuros, né?- confirmei que sim. Márcia então levantou a minissaia, tirou a calcinha e começou a se tocar no grelo que até brilhava. A safadinha olhou para mim e disse sorrindo:
- Eu posso, meu bem. Não estou dirigindo mesmo.
Eu por minha vez, rindo da artimanha feminina de Márcia, segurei o pau e retruquei:
- Bate uma olhando para ele, meu bem.- Márcia lambeu os lábios e sem tirar os olhos do meu cacete, passou a se tocar e por fim a enfiar dois dedos na xana. Coloquei a mão por cima de sua lisa coxa e fiquei alisando-a, descendo até chegar em sua bucetinha e em fim, por cima de seu clítoris, bolinando no ritmo dos gemidos de Márcia e de seus dedos introduzidos em sua vagina. Vez ou outra tirava a mão para trocar a marcha do carro, mas logo a retornava para bolinar a minha professorinha. Márcia começou a gemer e a perguntar:
- O quê que você vai fazer comigo quando chegar lá?
- Vou te chupar- respondi- lamber a sua bucetinha inteirinha, daquele jeito que você mais gosta...
- Aí... continua!
- Vou te colocar de quatro, fazer você rebolar bastante no meu pau, segurar em seus cabelos e montar atrás, beijando a sua nuca, do jeitinho que o seu corninho não faz.
- Nossa! Que delícia! Quero você só pra mim!
Márcia então retirou os dois dedos de dentro da vagina e agarrou a minha mão que a tocava, ordenando:
- Enfia aqui, vai! Quero seus dedos me fodendo agora! Vou imaginar que é o seu pau.
Engatei uma terceira no carro e fiz o que a minha linda Professora BH ordenou. Enquanto os meus dedos bombavam em sua buceta, as mãos de Márcia soltavam os seus seios e ela os agarrava. De olhos fechados, Márcia gemia lambendo os lábios e segurando os seios, movimentos típicos de quando transamos, eu e ela. Vieram os espasmos e a safada gozou com os meus dedos, deixando-os bem molhados. Para limpá-los, os lambi sem cerimônia, sentindo assim na língua, o melado da minha fêmea que em breve eu chuparia muito mais. Vieram os segundos de lucidez em Márcia, mas a mesma continuava safada, prolongando assim a minha excitação "ao volante". A Professora BH sem se dar por satisfeita, se virou de ladinho e me mostrou o seu lindo bumbum que tanto amo. Com uma mão o abriu, me mostrando o cuzinho e perguntando:
- Você vai comer ele também, não vai amorzinho?
- Vou fuder ele todinho, meu bem! Você quer?
- Claro que eu quero! Adoro dar o cu pra você, mas se tivesse um gélzinho, ia ser melhor ainda!
Era tudo o que eu queria ouvir e para a surpresa de Márcia, abri o porta luvas do carro e mostrei para ela: 2 géis lubrificantes para sexo anal e 2 KY's. Os olhos de Márcia brilharam e ela sem pensar, pegou um dos géis lubrificantes e começou a passar no cuzinho, voltando a me provocar:
- É assim que você passa em mim, não é?
Fiquei de olho, dividindo a atenção outra vez, entre o trânsito e Márcia. Vendo-a lubrificando o próprio cuzinho fêz-me decidir parar no próximo motel que eu visse. A safada então deixou o "anelzinho" bem lubrificado. Márcia então tornou a abrir a bundinha e me perguntou:
- É assim, amor?
Lambi os lábios de tesão ao ver o seu cuzinho piscar, e confirmando disse:
- Está no ponto! "Cuzidinho", do jeito que eu gosto!
- Quer enfiar o dedo aqui para testar?- Ela perguntou. Sorri sem dar resposta, deixando claro que queria. Márcia percebendo o seu domínio sobre mim, exigiu:
- Com duas condições: primeira; você não vai parar o carro enquanto não chegarmos e segunda, vai me dar depois um beijo de língua bem gostoso!
Aceitei a proposta e engatei a terceira outra vez, seguindo tranquilo para poder deixar os meus dedos liberados. Márcia se ajoelhou no banco, ficando de frente para a janela (fechada) e de costas para mim, apoiou o rosto e os obros no vidro e com as duas mãos, separou bem as nádegas. Comecei a acariciar o seu cuzinho como sempre faço e em seguida introduzi o meu dedo anular em seu reto, fazendo-a suspirar. Logo, após as primeiras introduzidas, iniciei uma foda anal com a Professora BH, usando os dedos anular e indicador. Márcia começou a se tocar no ritmo dos meus dedos. Pude aos poucos sentir o seu cuzinho se abrindo,e na medida que isso acontecia, ela ordenava:
- Enfia, vai! Fode gostoso que logo logo vai ser a vez do seu pau!
Márcia então gozou mais uma vez, dizendo loucuras que toda mulher costuma dizer quando sente o clímax na espinha. Ao gozar pela segunda vez, ficou mais tranquíla e disse com voz serena:
- Estava precisando me aliviar, mas chegando lá eu quero mais, hein?!
Rimos. Márcia vestiu outra vez a calcinha e ajeitou a roupa e a maquiagem. Puxou-me pelo pescoço e estalou os lábios ao beijar-me. Reduzi o carro para não perder o controle com esse gesto. Ela então colou carinhosamente a testa em meu rosto e cochichou:
- Você e demais, sabia?- sorri com esse seu carinho. Ela se encostou no banco do carro e cochilou o resto da viagem. Me olhei no retrovisor e vi a marca de seus lábios em meu pescoço, fiquei imaginando se algum conhecido visse aquilo...
Continuei excitado enquanto a sacana da Professora BH dormia tranquílamente. O saco doía, parecia inchado. O pau insistia em ficar duro, mas eu deveria esperar até chegar em Pará de Minas e aí sim, descarregar toda a minha energia naquele rabão gostoso!