Carnaval com papai 2

Por: joao-136 • 09/07/2026 • 250683 leituras
Capa do conto
Depois de ouvir meu proprio pai me chamando de putinha, sentir aquelas mãos grandes e pesadas passando pelo meu corpo e seu pinto duro esfregando na minha bunda, fui rebolando ate passarmos por um beco e falei pra entrarmos com a desculpa de que precisava mijar. Fomos bem pro fundo do beco, virei de frente pro meu e o beijei, ele retribuiu como um animal feroz, quase me engolindo com aquele beijo, me levantou segurando pela minha bunda, eu agarrei minhas pernas na sua cintura e ja me esquecia que aquele homem era o meu pai, eu só queria que ele me comesse ali mesmo, nao me satisfazia mais com as suas dedadas
Eu: posso te mamar?
Pai: pode, mas não agora, faz tempo que eu não gozo e quero gozar nesse rabo gostoso
Eu: entao vamos pra casa, que eu quero sentir essa sua rola
Pai: eu nao vou aguentar chegar em casa, vai ser aqui mesmo
Eu: mas eu nao vou aguentar esse pauzao, é mto grande e grosso, peeciso lubrificar
Pai: vai ter que aguentar piranha, veio me atentando desde cedo, agora aguentar

Ao terminar essa frase, meu pai ja tinha rasgado minha calcinha e me viradode cara parede, sinto ele passando cuspe no meu cu e tento virar, mas ele segura minhas costas com um braço e puxa minha cintura com o outro, me deixando empinado, por eu ja estar bebado e e ser bem mais forte, nao conseguia reagir, enquanto ouvia ele falando
Pai: sai que nem uma biscate, rebola no meu pau o dia inteiro e depois quer fugir, agora vai levar, ora aprender a se vestir e nao provocar mais o negao aqui
Nisso ja sentia o pau entrar, e talvez pelo efeito do alcool nao tava doendo tanto. Ele meteu con tudo e as primeiras estocadas foram intensas e brutas, ate ele perceber que eu estava rebolando e começar a fluir naturalmente, metendo me xingando e gemendo como ninguem
Pai: aaaaah.... delicia... uhhh isso rebola vagabunda... que cuzinho delicia mulata... aaah gostosa
De repente sinto o primeiro jato quente me inundando, seguido de mais 3, fazia tempo mesmo que ele nao gozava, meu cu estava todo melado
Pai: agora engravidei a vagabunda, podemos ir pra casa
Eu abaixei meu vestido e qdo virei percebi que tinha uns caras que deviam ter assistido a gente, decidi fingir que nada aconteceu e fui voltando pra avenida com meu pai, mas o bloco ja estava longe. Quando estavamos passando pelos dois caras, sinto uma mão na minha bunda e um deles fala com meu pai
Cara 1: oh negao, divide a putinha com a gente tambem
Pai: se enxerga rapaz, nao é putinha nao, é minha... meu filho e nao é pro seu bico
Cara 2: ah la, o negao acha que essa historia vai colar. Pergunta direto pra putinha. E ai, quer dar pra gente? Somos meais gostosos que esse velho ai
Nisso sinto mais uma mao na minha bunda e meu pai me puxa com tudo
Pai: qual é a de voces, vaza se nao eu quebro os dois, nao vem passando a mao nesse rabo que é meu

Percebi que meu pai estava se alterando, fui puxando ele pra sair dali. Os caras ficaram xingando e eu puxando ele ate ficar longe. Decidimos pegar um taxi pra voltar porque tinhamos andado muito. O taxista ficou olhando estranho o caminho inteiro, mas qdo fomos descer falou pro meu pai
Taxista: aproveita esse rabao ai, queria eu ter tudo isso pra mim
Entramos no apartamento, peguei mais uma catuaba e começamos a beber, mas meu pai estava de pau duro de novo e louco pra me comer, me colocou em cima dele, e me beijava loucamente, sentia a cabeça do seu pai na minha entradinha as vezes e era uma loucura. Nessa noite transamos ate cansar e dormir, nao consegui chupar ele, só no dia segunte que rendeu varios outros contos

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