Enquanto arrumava as coisas, o que durou uns 10 minutos, o Bruno ficou conversando comigo enquanto andava para lá e para cá, perguntando sobre mim e falando sobre ele mas ao mesmo tempo fazendo as coisas que ele precisava, como se não pudesse perder tempo se dedicando a me conhecer. Até que no final desses minutos ele parou na minha frente, em silêncio, mas eu já sabia que era hora, levantei e beijei ele, que me envolveu em seus braços e foi descendo suas mãos até agarrarem, forte, minhas nádegas, e ficamos nisso até que ele foi me levando até aquela cadeira, onde eu achei que ele ia se sentar e eu montar no colo dele, para continuarmos nos beijando, mas ele me parou antes disso e perguntou “Então você quer apanhar?” e eu disse que sim, o que fez ele me deitar de bruços no colo dele, com a bundinha empinada, fiquei meio desajeitado e desconfortável no começo mas ele não parecia se importar, movia minhas pernas e quadril como se eu fosse um objeto até me ajeitar como ele queria. Então começou minha punição, ele primeiro bateu fraco e foi ficando mais forte, decidida qual a intensidade que eu apanharia foi que ele puxou o espelho para a minha frente, para onde ele mandou eu olhar o tempo todo, e começou a bater, tapas e mais tapas, sentia seu pau duro cutucando minha barriga e o meu cutucava a perna dele, até que ele abaixou minhas calças, me batendo de cueca, e depois atolou a minha cueca no meu rabinho, quando começou a espancar direto minhas nádegas.
Toda vez que doía muito eu tendia a abaixar a cabeça, que ele levantava com brutalidade, puxando meu cabelo.
Bruno só parou de me espancar para perguntar se eu já tinha sido algemado “não, mas quero” ele na verdade amarrou minhas mãos para trás e me colocou um gag de pano na boca, me deitou na cama dele, e deitou por trás de mim, já os dois pelados, e continuou me batendo até passar a dedar o meu buraquinho, eu sabia o que estava por mim.
O tempo todo que eu estava lá Bruno ignorou a existência do meu pau, o que me excitava muito, e depois de lubrificar meu rabinho, me comeu, começando com delicadeza e depois forte, até gozar, eu gemia e babava por conta da minha mordaça, até que enfim ele gozou, me soltou e já foi se aprontar. Era hora dele ir embora, de saco vazio já e eu, sem gozar, bati mais uma em casa pensando no que tinha acabado de acontecer.