Eu, 46 anos, casado, dando o cue gozando
Eu tenho 46 anos, casado há 20 com a Patrícia, dois filhos adolescentes, vida certinha: trabalho, churrasco no sábado, igreja no domingo. Nunca na vida eu tinha olhado pra homem com tesão. Nem imaginava. Pau era só pra meter na minha mulher, ponto final.
Até o Rafael.
Rafael tem 40, casado com a Fernanda, amigo do meu irmão, a gente se via de vez em quando em churrasco de família. Alto, peito largo, barba sempre feita, aquele sorriso de canto de boca que mexe com a gente sem explicar. Um dia, num feriado, as mulheres e as crianças foram pra piscina do clube e a gente ficou na casa dele “tomando uma” só nós dois.
Três cervejas depois, o papo já tava solto demais. Ele falando de umas loucuras que já fez na juventude, eu rindo, mas com o pau estranho na cueca. De repente ele me olhou fundo e falou baixo:
“Você já pensou como deve ser gostoso dar o cu, Márcio?”
Eu engasguei. Ri nervoso.
“Que isso, cara… eu sou casado, hétero…”
Mas minha voz saiu tremida. Ele se aproximou no sofá, mão no meu joelho.
“Relaxa. Só curiosidade. Eu também sou casado… mas já deixei um cara me comer. E caralho, Márcio… eu gozei como nunca.”
Meu pau inchou na hora. Eu senti. Tentei disfarçar, mas ele viu. A mão dele subiu devagar pela minha coxa.
“Quer sentir só um gostinho? Sem ninguém saber. Só nós dois.”
Eu devia ter levantado e ido embora. Mas não consegui. Fiquei parado, coração batendo na garganta.
Ele me levou pro quarto de hóspedes. Fechou a porta. Me beijou. Caralho, como eu deixei? Mas a boca dele era quente, a barba arranhando gostoso, a língua invadindo a minha. Eu gemi sem querer.
Ele tirou minha roupa devagar, me deitou de bruços, abriu minha bunda com as duas mãos como se fosse dono.
“Que cu lindo, Márcio… sempre quis meter aqui.”
Eu tremi inteiro. Ele desceu a boca. A língua dele no meu cu pela primeira vez… puta que pariu. Eu nunca senti nada igual. Era quente, molhado, entrando e saindo, rodando no anel, me deixando louco. Eu empinava sem perceber, gemendo alto, pau vazando no lençol.
“Gostou, hein, safado? Casadão dando o cu pro amigo…”
Ele enfiou um dedo. Doeu um segundo, mas logo virou um fogo gostoso. Dois dedos. Três. Eu já tava rebolando, pedindo mais.
“Me fode, Rafael… por favor, me fode…”
Ele riu baixo, pegou o lubrificante na gaveta (o filho da puta já tava preparado). Passou no pau dele, que era grosso, veiudo, cabeça vermelha brilhando. Encostou no meu cu.
“Respira fundo, casadão. Vai entrar tudo.”
Empurrou devagar. Eu senti o cu se abrindo, queimando, mas uma vontade do caralho de sentir cheio. Quando a cabeça passou, eu soltei um “AHHHH” rouco e empinei mais ainda.
Ele foi entrando… entrando… até eu sentir as bolas dele encostadas na minha bunda. Eu nunca me senti tão cheio, tão certo na vida.
“Começa devagar… depois me arromba.”
E ele começou. Primeiro lento, depois mais forte. Cada estocada batia num lugar dentro de mim que fazia meu pau latejar sem eu tocar. Eu gozei a primeira vez sem mão, gritando, porra espirrando na barriga, o cu apertando ele com força.
“Puta merda, Márcio… teu cu tá me sugando…”
“Goza dentro, vai… enche meu cu de porra…”
Ele meteu fundo, segurou minha cintura e gozou. Senti jato quente atrás de jato, enchendo tudo. Quando ele saiu, a porra escorreu grossa pela minha coxa. Eu fiquei ali, de quatro, tremendo, o cu latejando e aberto.
Naquele dia eu gozei três vezes só de cu. Ele me comeu de lado, me comeu de frente com as pernas no ombro, me fez cavalgar no pau dele. Eu pedia mais, mais grosso, mais fundo.
Voltei pra casa com o cu arrombado, cueca molhada de porra dele. Minha mulher perguntou por que eu tava estranho. Falei que bebi demais.
Desde então não consigo parar.
Toda semana invento desculpa: “vou jogar bola”, “vou ajudar o Rafael numa obra”. Chego lá já tiro a roupa no carro, entro de joelhos chupando ele, depois empino e peço:
“Me fode logo, Rafael. Tô doido pra sentir teu pau rasgando meu cu de casado.”
Hoje mesmo, sábado, minha mulher acha que tô no futebol. Tô aqui no quarto dele, de quatro, cu já arrombado, porra dele escorrendo, e eu gozando de novo só de levar vara.
Eu sei que não vou mais parar. Sou casado, pai de família, hétero na rua… mas no fundo eu virei puto do cu. E toda vez que sinto ele gozando dentro, eu sei: esse é o meu lugar agora. Dando o cu pro meu comedor. Sempre.