Casal de milionários brasileiros- Regresso ao Bras

Por: carlos-165 06/07/2026 488460 leituras
Capa do conto
Fiz questão em acompanhar a Iolanda e o Fernando ao aeroporto no regresso a Paris. Saímos do hotel nas duas limousines. Numa, o casal, eu e o motorista. Na outra, incrível, as bagagens e todas as compras que a Iolanda tinha feito aqui em Paris. Entramos no Aeroporto com os carros por um acesso privado pois que iam viajar num jacto privado.
Pelo meu serviço pagaram-me com um cheque sobre um banco francês e uma importância louca que nem vou referir aqui. Partiram com um convite para eu e o meu marido os visitarmos em Angra dos Reis e com a promessa de que sempre que viessem a Paris me contactariam. E o Fernando viria a Paris com muita frequência.
Pessoas extraordinárias, bonitas por dentro e por fora. Pessoas que nunca irei esquecer.
No regresso à cidade voltei com o motorista da limousine que nos tinha levado para o aeroporto. Entrei no carro sentando-me logicamente à frente ao lado do motorista (André). O mesmo motorista que na véspera nos tinha trazido no regresso da festa no castelo. Como referi no conto anterior, o André, através do retrovisor, viu-me toda nua e a ser comida pelo Fernando. Discreto mas sempre olhando pelo espelho e com uma cara bem safadinha. Era um homem bem parecido e novo. Tinha um porte atlético.
Bom, ele estava eufórico com o pagamento que tinha acabado de receber. Disse-me orgulhosamente quanto.
Confessou-me que até aí nunca tinha realizado o sonho de estar com uma mulher como eu. Mas, desta vez, como tinha recebido tanto dinheiro estava disposto a pagar para estar comigo. Gostava de me convidar para almoçar e depois do almoço estar comigo. Perguntou quanto isso lhe iria custar. Ficou surpreso com a minha resposta. Disse-lhe que aceitava o convite mas que ele não iria pagar nada. A partir daí as mãos dele andaram mais pelas minhas pernas e peito do que no volante. Para grande surpresa minha levou-me a almoçar a um dos mais caros restaurantes de Paris. Explicou-me que como levava muitos clientes a esse tipo de restaurantes, como paga, os restaurantes nunca lhe cobravam nada.
Ligámos bem, conversa interessante na base da calcinha molhada. Explicou-me que se eu lhe desse o meu contacto ele me podia arranjar muitos clientes. Alguns clientes de hotel e também muitos industriais estrangeiros que faziam viagens para fora de Paris e que muitas vezes lhe pediam uma companhia feminina para os acompanhar por dois ou três dias. Outros adoravam fazer sexo na parte traseira da limousine em movimento, à noite, enquanto ele os passeava por Paris.
Foi um almoço muito bom e quando saímos perguntou-me se eu preferia ir para um hotel (nalguns ele também não pagava) ou se preferia brincar no banco traseiro da limousine. Achei excitante a ideia e disse que preferia a limousine. Ali mesmo, no parque de estacionamento, entrámos para a parte de trás. Como os vidros eram totalmente fumados nada se via do lado de fora. Uma música muito boa e bem escolhida ligava bem naquele ambiente e luxo. Durante duas horas estivemos muito bem. Com muita competência usou sabiamente os meus três buraquinhos. Tudo começou num 69. Homem possante e muito bem dotado fodeu-me prolongadamente enquanto com os dedos me foi preparando o rabinho. Aí sim, gozou a jorros ao fim de muito tempo. Também eu gozei loucamente. Acalmámos, ele recuperou, voltou a ter um enorme tesão e acabou gozando desta vez na minha boca.
Ficámos amigos e mantivemos o contacto.

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