Tínhamos por hábito passar as férias de verão no litoral de Santa Catarina, em acampamentos, pousadas ou hotéis bem baratos. Em uma dessas temporadas chegamos a Florianópolis com chuva e fomos direto para um hotel no centro da cidade para decidir o que fazer no dia seguinte. Enquanto meus irmãos ficaram negociando preços e acomodações, eu subi para ir no banheiro. O banheiro era daqueles coletivos, duchas e sanitários, tudo junto no final do corredor de cada andar. Entrei para mijar e vi que tinha um cara de uns 30 anos tomando banho e cantarolando uma música da época. Ele automaticamente se virou para ver quem estava entrando e ficou de frente para mim, se ensaboando e me cumprimentou com uma simpatia que eu não estava acostumado, um sorriso gostoso, aberto e um aceno com a mão como se fôssemos velhos amigos. Não pude deixar de olhar e vi que ele tinha um belo corpo, desses de rato de praia, bronzeado, liso, umas tatuagens tribais no peito e um pau com um belo formato. Tentei disfarçar, mas não consegui e acho que fiquei um bom tempo olhando aquela pica sendo ensaboada e virada de um lado e pra outro. Caí na real e fui até o vaso, tentei mijar, mas não consegui de imediato. Fiquei ali um tempo, forçando e o cara puxou assunto perguntando se eu estava hospedado no hotel, respondi que acabava de chegar e ele disse que eu era azarado, que até hoje havia feito sol e calor e que a chuva tinha previsão de durar mais uns dias. Relaxei um pouco e comecei a mijar. Ele terminou o banho e foi se secar na minha frente, ainda conversando e dizendo que ele estava no quarto tal, passava a toalha demorando no pau, saco e bunda. Secou os cabelos enrolando toda a cabeça na toalha e arqueando o corpo pra frente, deixando bem à mostra o pau que pude perceber que realmente era um pau bonito. Fiquei novamente hipnotizado pelo formato do pau, pela cabeça bem desenhada e rosada contrastando com o corpo bronzeado. Quando ele parou de secar os cabelos deu uma risadinha e disse que se eu quisesse ele estaria com uma cervejinha no quarto. Agradeci e disse que não tinha certeza porque estava com meus irmãos e dependia da programação deles também. Ele deu mais umas apalpadas no pau, vestiu a cueca, deixando um puta volume pro lado da perna. Lavei as mãos e passei por ele e ao sair ele repetiu o convite e disse que estava me esperando. Dei uma risadinha sem graça, mas fiquei todo trêmulo de tesão. Meus irmãos estavam subindo e disseram que íamos ficar os três no mesmo quarto no terceiro andar. Nos instalamos e eu fiquei na pior cama, a mais afastada da janela e mais próxima da porta, afinal era o irmão menor e o que menos contribuía para o orçamento das férias. Perguntei qual era a programação e meus irmãos disseram que estavam cansados de dividir a direção e que iriam dormir cedo, logo após comermos alguma coisa. Quando voltamos do restaurante eu fiquei na recepção lendo umas revistas em quadrinho quando chega o cara do banheiro e me diz para subir com ele que já tinha comprado as cervejinhas e mostrou a sacola do supermercado. Subimos até o quarto dele e ele já foi ligando o ventilador de teto, abrindo uma latinha e disse para dividirmos a mesma para não esquentar. Ele foi tirando a roupa, ficando só de sunga. Ele continuou conversando sobre a vida, que era do Paraná, que sempre vinha a Floripa curtir as praias, pegar umas ondas e perguntou se eu curtia um baseado. Como não estava acostumado, disse que não, mas que ele ficasse à vontade. Ele fechou um baseado, curtiu o clima, e me ofereceu um pega. Dei uma tragada e devolvi o beck como se fosse um criminoso. Ele riu e deu outra tragada mais funda. Deixou o baseado no criado mudo e pegou outra lata de cerveja. Ele deitou na cama de barriga para cima e começou a massagear o pau por cima da sunga. Não demorou muito ele estava com um volume formado e eu bebia a cerveja sem tirar os olhos daquela barraca que se formava na minha frente. Com o olhar fixo para o teto ele tirou o pau pela perna da sunga e começou uma punheta lenta, curtindo o clima do beck, da cerveja como se eu não estivesse ali. Não falou mais nada e fazia a mão percorrer toda a extensão da pica, puxando a pele expondo totalmente a cabeça, descendo até o saco para então repetir o movimento sem pressa. Nessa altura eu estava durasso, trêmulo de tesão e engolindo a seco a cerveja. Quando terminei a bebida levantei para deixar a lata no criado mudo e dei uma bela conferida naquele pau que se exibia. Ele me deu um comando com os olhos e cabeça do tipo “vai, tá esperando o que?” Peguei com a mão tremendo de tesão e instintivamente cheirei a cabeça, lambi o freio do pescoço, a cabeça, enfiei a ponta da língua na fenda do pau e comecei a mamar pra valer. Me entreguei completamente, em transe sugava aquele pau, batendo uma punheta de leve, massageando as bolas, tirando o pau da boca, dando uma bela olhada pra aquela ferramenta pra de novo enfiar na boca. O cara me segurou pela nuca e começou a foder minha boca, fazendo a cabeça entrar até a garganta. Nas primeiras estocadas mais fundas eu engasgava e tirava o pau da boca e via uma gosma espessa formando uma liga entre o pau do cara e minha boca. Ele deixava eu recuperar o fôlego um pouco e voltava a meter com força até as bolas encostarem no meu queixo. A cada nova metida, metia mais fundo e deixava eu engasgar por mais tempo, segurando minha cabeça com força e forçando o cacete. Quando ele via que eu estava sem ar, tirava o pau e dava uma risadinha debochada, me deixava recuperar e metia aquela tora de novo. Eu babava tanto o pau do cara que molhou as virilhas, saco e lençol. Quando parecia que ele estava quase gozando ele parou e me fez deitar de barriga pra cima com a cabeça pendente pra fora da cama. Mandou eu abrir a boca o máximo que eu pudesse e foi metendo a pica devagar até eu sentir a cabeça passando a garganta. Ele fez um sinal de “shhh” com o dedo na boca para eu ficar calmo. Ele deixou o pau lá no fundo e disse para eu relaxar e respirar com calma. Fiz o que ele mandou. Ele deu mais uma risadinha de satisfação e começou a foder minha garganta, que nessa posição não oferecia nenhuma resistência. Sentia vontade de vomitar quando ele se empolgava e dava uma estocada com mais força, empurrando ele pelas coxas e aí sim, engasgava e via aquele rio grosso de saliva e baba de pau escorrerem da minha boca. Recuperado já sabia que ele ia meter de novo. Ele meteu assim por mais um tempo e disse que ia gozar. Parou de foder minha boca e bateu uma punheta na minha cara na mesma posição. Eu acelerei minha punheta e abri a boca para receber o leite. Ele gozou muito e os primeiros jatos passaram longe da minha cara e boca, então eu peguei o pau dele e fiz com que gozasse o resto na minha boca. Quando terminou de gozar esfreguei o pau na minha cara, sentindo o cheiro e gosto de porra. Quando senti que eu ia gozar, mostrei pra ele a porra ainda na boca e, no momento que gozava, engoli tudo. Ele abriu minha boca com os dedos pra ver se eu realmente havia engolido tudo e me deu um tapa de leve na cara. Fumou o que tinha sobrado do beck, deu uma apertada no pau tirando um pouco mais de baba ou porra e passou na minha boca. Me deu uma olhada e disse “que loucura” e deitou na cama. Sai do quarto e fui para o meu. Meus irmãos já estavam ferrados no sono. Tirei a roupa e, sem tomar banho ou escovar os dentes, apaguei na cama.
Cervejinha no Quarto
Enquanto escrevo este conto o Mundo está confinado em função do COVID-19. Por isso resolvi compartilhar algumas memórias para driblar o isolamento que nos afasta fisicamente de nossos desejos, fetiches e das transas maravilhosas que poderíamos estar realizando, mas segurança e saúde em primeiro lugar.
Tínhamos por hábito passar as férias de verão no litoral de Santa Catarina, em acampamentos, pousadas ou hotéis bem baratos. Em uma dessas temporadas chegamos a Florianópolis com chuva e fomos direto para um hotel no centro da cidade para decidir o que fazer no dia seguinte. Enquanto meus irmãos ficaram negociando preços e acomodações, eu subi para ir no banheiro. O banheiro era daqueles coletivos, duchas e sanitários, tudo junto no final do corredor de cada andar. Entrei para mijar e vi que tinha um cara de uns 30 anos tomando banho e cantarolando uma música da época. Ele automaticamente se virou para ver quem estava entrando e ficou de frente para mim, se ensaboando e me cumprimentou com uma simpatia que eu não estava acostumado, um sorriso gostoso, aberto e um aceno com a mão como se fôssemos velhos amigos. Não pude deixar de olhar e vi que ele tinha um belo corpo, desses de rato de praia, bronzeado, liso, umas tatuagens tribais no peito e um pau com um belo formato. Tentei disfarçar, mas não consegui e acho que fiquei um bom tempo olhando aquela pica sendo ensaboada e virada de um lado e pra outro. Caí na real e fui até o vaso, tentei mijar, mas não consegui de imediato. Fiquei ali um tempo, forçando e o cara puxou assunto perguntando se eu estava hospedado no hotel, respondi que acabava de chegar e ele disse que eu era azarado, que até hoje havia feito sol e calor e que a chuva tinha previsão de durar mais uns dias. Relaxei um pouco e comecei a mijar. Ele terminou o banho e foi se secar na minha frente, ainda conversando e dizendo que ele estava no quarto tal, passava a toalha demorando no pau, saco e bunda. Secou os cabelos enrolando toda a cabeça na toalha e arqueando o corpo pra frente, deixando bem à mostra o pau que pude perceber que realmente era um pau bonito. Fiquei novamente hipnotizado pelo formato do pau, pela cabeça bem desenhada e rosada contrastando com o corpo bronzeado. Quando ele parou de secar os cabelos deu uma risadinha e disse que se eu quisesse ele estaria com uma cervejinha no quarto. Agradeci e disse que não tinha certeza porque estava com meus irmãos e dependia da programação deles também. Ele deu mais umas apalpadas no pau, vestiu a cueca, deixando um puta volume pro lado da perna. Lavei as mãos e passei por ele e ao sair ele repetiu o convite e disse que estava me esperando. Dei uma risadinha sem graça, mas fiquei todo trêmulo de tesão. Meus irmãos estavam subindo e disseram que íamos ficar os três no mesmo quarto no terceiro andar. Nos instalamos e eu fiquei na pior cama, a mais afastada da janela e mais próxima da porta, afinal era o irmão menor e o que menos contribuía para o orçamento das férias. Perguntei qual era a programação e meus irmãos disseram que estavam cansados de dividir a direção e que iriam dormir cedo, logo após comermos alguma coisa. Quando voltamos do restaurante eu fiquei na recepção lendo umas revistas em quadrinho quando chega o cara do banheiro e me diz para subir com ele que já tinha comprado as cervejinhas e mostrou a sacola do supermercado. Subimos até o quarto dele e ele já foi ligando o ventilador de teto, abrindo uma latinha e disse para dividirmos a mesma para não esquentar. Ele foi tirando a roupa, ficando só de sunga. Ele continuou conversando sobre a vida, que era do Paraná, que sempre vinha a Floripa curtir as praias, pegar umas ondas e perguntou se eu curtia um baseado. Como não estava acostumado, disse que não, mas que ele ficasse à vontade. Ele fechou um baseado, curtiu o clima, e me ofereceu um pega. Dei uma tragada e devolvi o beck como se fosse um criminoso. Ele riu e deu outra tragada mais funda. Deixou o baseado no criado mudo e pegou outra lata de cerveja. Ele deitou na cama de barriga para cima e começou a massagear o pau por cima da sunga. Não demorou muito ele estava com um volume formado e eu bebia a cerveja sem tirar os olhos daquela barraca que se formava na minha frente. Com o olhar fixo para o teto ele tirou o pau pela perna da sunga e começou uma punheta lenta, curtindo o clima do beck, da cerveja como se eu não estivesse ali. Não falou mais nada e fazia a mão percorrer toda a extensão da pica, puxando a pele expondo totalmente a cabeça, descendo até o saco para então repetir o movimento sem pressa. Nessa altura eu estava durasso, trêmulo de tesão e engolindo a seco a cerveja. Quando terminei a bebida levantei para deixar a lata no criado mudo e dei uma bela conferida naquele pau que se exibia. Ele me deu um comando com os olhos e cabeça do tipo “vai, tá esperando o que?” Peguei com a mão tremendo de tesão e instintivamente cheirei a cabeça, lambi o freio do pescoço, a cabeça, enfiei a ponta da língua na fenda do pau e comecei a mamar pra valer. Me entreguei completamente, em transe sugava aquele pau, batendo uma punheta de leve, massageando as bolas, tirando o pau da boca, dando uma bela olhada pra aquela ferramenta pra de novo enfiar na boca. O cara me segurou pela nuca e começou a foder minha boca, fazendo a cabeça entrar até a garganta. Nas primeiras estocadas mais fundas eu engasgava e tirava o pau da boca e via uma gosma espessa formando uma liga entre o pau do cara e minha boca. Ele deixava eu recuperar o fôlego um pouco e voltava a meter com força até as bolas encostarem no meu queixo. A cada nova metida, metia mais fundo e deixava eu engasgar por mais tempo, segurando minha cabeça com força e forçando o cacete. Quando ele via que eu estava sem ar, tirava o pau e dava uma risadinha debochada, me deixava recuperar e metia aquela tora de novo. Eu babava tanto o pau do cara que molhou as virilhas, saco e lençol. Quando parecia que ele estava quase gozando ele parou e me fez deitar de barriga pra cima com a cabeça pendente pra fora da cama. Mandou eu abrir a boca o máximo que eu pudesse e foi metendo a pica devagar até eu sentir a cabeça passando a garganta. Ele fez um sinal de “shhh” com o dedo na boca para eu ficar calmo. Ele deixou o pau lá no fundo e disse para eu relaxar e respirar com calma. Fiz o que ele mandou. Ele deu mais uma risadinha de satisfação e começou a foder minha garganta, que nessa posição não oferecia nenhuma resistência. Sentia vontade de vomitar quando ele se empolgava e dava uma estocada com mais força, empurrando ele pelas coxas e aí sim, engasgava e via aquele rio grosso de saliva e baba de pau escorrerem da minha boca. Recuperado já sabia que ele ia meter de novo. Ele meteu assim por mais um tempo e disse que ia gozar. Parou de foder minha boca e bateu uma punheta na minha cara na mesma posição. Eu acelerei minha punheta e abri a boca para receber o leite. Ele gozou muito e os primeiros jatos passaram longe da minha cara e boca, então eu peguei o pau dele e fiz com que gozasse o resto na minha boca. Quando terminou de gozar esfreguei o pau na minha cara, sentindo o cheiro e gosto de porra. Quando senti que eu ia gozar, mostrei pra ele a porra ainda na boca e, no momento que gozava, engoli tudo. Ele abriu minha boca com os dedos pra ver se eu realmente havia engolido tudo e me deu um tapa de leve na cara. Fumou o que tinha sobrado do beck, deu uma apertada no pau tirando um pouco mais de baba ou porra e passou na minha boca. Me deu uma olhada e disse “que loucura” e deitou na cama. Sai do quarto e fui para o meu. Meus irmãos já estavam ferrados no sono. Tirei a roupa e, sem tomar banho ou escovar os dentes, apaguei na cama.
Tínhamos por hábito passar as férias de verão no litoral de Santa Catarina, em acampamentos, pousadas ou hotéis bem baratos. Em uma dessas temporadas chegamos a Florianópolis com chuva e fomos direto para um hotel no centro da cidade para decidir o que fazer no dia seguinte. Enquanto meus irmãos ficaram negociando preços e acomodações, eu subi para ir no banheiro. O banheiro era daqueles coletivos, duchas e sanitários, tudo junto no final do corredor de cada andar. Entrei para mijar e vi que tinha um cara de uns 30 anos tomando banho e cantarolando uma música da época. Ele automaticamente se virou para ver quem estava entrando e ficou de frente para mim, se ensaboando e me cumprimentou com uma simpatia que eu não estava acostumado, um sorriso gostoso, aberto e um aceno com a mão como se fôssemos velhos amigos. Não pude deixar de olhar e vi que ele tinha um belo corpo, desses de rato de praia, bronzeado, liso, umas tatuagens tribais no peito e um pau com um belo formato. Tentei disfarçar, mas não consegui e acho que fiquei um bom tempo olhando aquela pica sendo ensaboada e virada de um lado e pra outro. Caí na real e fui até o vaso, tentei mijar, mas não consegui de imediato. Fiquei ali um tempo, forçando e o cara puxou assunto perguntando se eu estava hospedado no hotel, respondi que acabava de chegar e ele disse que eu era azarado, que até hoje havia feito sol e calor e que a chuva tinha previsão de durar mais uns dias. Relaxei um pouco e comecei a mijar. Ele terminou o banho e foi se secar na minha frente, ainda conversando e dizendo que ele estava no quarto tal, passava a toalha demorando no pau, saco e bunda. Secou os cabelos enrolando toda a cabeça na toalha e arqueando o corpo pra frente, deixando bem à mostra o pau que pude perceber que realmente era um pau bonito. Fiquei novamente hipnotizado pelo formato do pau, pela cabeça bem desenhada e rosada contrastando com o corpo bronzeado. Quando ele parou de secar os cabelos deu uma risadinha e disse que se eu quisesse ele estaria com uma cervejinha no quarto. Agradeci e disse que não tinha certeza porque estava com meus irmãos e dependia da programação deles também. Ele deu mais umas apalpadas no pau, vestiu a cueca, deixando um puta volume pro lado da perna. Lavei as mãos e passei por ele e ao sair ele repetiu o convite e disse que estava me esperando. Dei uma risadinha sem graça, mas fiquei todo trêmulo de tesão. Meus irmãos estavam subindo e disseram que íamos ficar os três no mesmo quarto no terceiro andar. Nos instalamos e eu fiquei na pior cama, a mais afastada da janela e mais próxima da porta, afinal era o irmão menor e o que menos contribuía para o orçamento das férias. Perguntei qual era a programação e meus irmãos disseram que estavam cansados de dividir a direção e que iriam dormir cedo, logo após comermos alguma coisa. Quando voltamos do restaurante eu fiquei na recepção lendo umas revistas em quadrinho quando chega o cara do banheiro e me diz para subir com ele que já tinha comprado as cervejinhas e mostrou a sacola do supermercado. Subimos até o quarto dele e ele já foi ligando o ventilador de teto, abrindo uma latinha e disse para dividirmos a mesma para não esquentar. Ele foi tirando a roupa, ficando só de sunga. Ele continuou conversando sobre a vida, que era do Paraná, que sempre vinha a Floripa curtir as praias, pegar umas ondas e perguntou se eu curtia um baseado. Como não estava acostumado, disse que não, mas que ele ficasse à vontade. Ele fechou um baseado, curtiu o clima, e me ofereceu um pega. Dei uma tragada e devolvi o beck como se fosse um criminoso. Ele riu e deu outra tragada mais funda. Deixou o baseado no criado mudo e pegou outra lata de cerveja. Ele deitou na cama de barriga para cima e começou a massagear o pau por cima da sunga. Não demorou muito ele estava com um volume formado e eu bebia a cerveja sem tirar os olhos daquela barraca que se formava na minha frente. Com o olhar fixo para o teto ele tirou o pau pela perna da sunga e começou uma punheta lenta, curtindo o clima do beck, da cerveja como se eu não estivesse ali. Não falou mais nada e fazia a mão percorrer toda a extensão da pica, puxando a pele expondo totalmente a cabeça, descendo até o saco para então repetir o movimento sem pressa. Nessa altura eu estava durasso, trêmulo de tesão e engolindo a seco a cerveja. Quando terminei a bebida levantei para deixar a lata no criado mudo e dei uma bela conferida naquele pau que se exibia. Ele me deu um comando com os olhos e cabeça do tipo “vai, tá esperando o que?” Peguei com a mão tremendo de tesão e instintivamente cheirei a cabeça, lambi o freio do pescoço, a cabeça, enfiei a ponta da língua na fenda do pau e comecei a mamar pra valer. Me entreguei completamente, em transe sugava aquele pau, batendo uma punheta de leve, massageando as bolas, tirando o pau da boca, dando uma bela olhada pra aquela ferramenta pra de novo enfiar na boca. O cara me segurou pela nuca e começou a foder minha boca, fazendo a cabeça entrar até a garganta. Nas primeiras estocadas mais fundas eu engasgava e tirava o pau da boca e via uma gosma espessa formando uma liga entre o pau do cara e minha boca. Ele deixava eu recuperar o fôlego um pouco e voltava a meter com força até as bolas encostarem no meu queixo. A cada nova metida, metia mais fundo e deixava eu engasgar por mais tempo, segurando minha cabeça com força e forçando o cacete. Quando ele via que eu estava sem ar, tirava o pau e dava uma risadinha debochada, me deixava recuperar e metia aquela tora de novo. Eu babava tanto o pau do cara que molhou as virilhas, saco e lençol. Quando parecia que ele estava quase gozando ele parou e me fez deitar de barriga pra cima com a cabeça pendente pra fora da cama. Mandou eu abrir a boca o máximo que eu pudesse e foi metendo a pica devagar até eu sentir a cabeça passando a garganta. Ele fez um sinal de “shhh” com o dedo na boca para eu ficar calmo. Ele deixou o pau lá no fundo e disse para eu relaxar e respirar com calma. Fiz o que ele mandou. Ele deu mais uma risadinha de satisfação e começou a foder minha garganta, que nessa posição não oferecia nenhuma resistência. Sentia vontade de vomitar quando ele se empolgava e dava uma estocada com mais força, empurrando ele pelas coxas e aí sim, engasgava e via aquele rio grosso de saliva e baba de pau escorrerem da minha boca. Recuperado já sabia que ele ia meter de novo. Ele meteu assim por mais um tempo e disse que ia gozar. Parou de foder minha boca e bateu uma punheta na minha cara na mesma posição. Eu acelerei minha punheta e abri a boca para receber o leite. Ele gozou muito e os primeiros jatos passaram longe da minha cara e boca, então eu peguei o pau dele e fiz com que gozasse o resto na minha boca. Quando terminou de gozar esfreguei o pau na minha cara, sentindo o cheiro e gosto de porra. Quando senti que eu ia gozar, mostrei pra ele a porra ainda na boca e, no momento que gozava, engoli tudo. Ele abriu minha boca com os dedos pra ver se eu realmente havia engolido tudo e me deu um tapa de leve na cara. Fumou o que tinha sobrado do beck, deu uma apertada no pau tirando um pouco mais de baba ou porra e passou na minha boca. Me deu uma olhada e disse “que loucura” e deitou na cama. Sai do quarto e fui para o meu. Meus irmãos já estavam ferrados no sono. Tirei a roupa e, sem tomar banho ou escovar os dentes, apaguei na cama.
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