Casei-me com minha atual esposa há quase sete anos e de cara vi que era uma mulher extremamente séria. Uma belíssima mulher, dona de um corpo com curvas maravilhosas.
Eu, um safado desde a adolescência e ela uma puritana. Aos poucos fui provocando-a nos nossos momentos de sexo onde sempre lhe perguntava como eram suas transas com os meninos, e na maior parte das vezes o que eu tinha de resposta era o silêncio ou evasivas. Mas, teve um dia que provocando-a fui conduzindo e quando perguntei qual era o maior pau que ela tinha levado ela me disse que foi de um rapaz de nome Rogério. A partir daquele momento sempre quando ela estava excitada em nossas transas eu a provocava e pedia para ela transar comigo pensando nesse rapaz e por várias vezes gozávamos de forma muito mais intensa com essas nossas brincadeiras.
Minhas provocações foram quebrando um pouco as barreiras de minha bela esposa até que comecei a pedir-lhe que ficasse mais safadinha e com muito custo ela passou a aceitar eu brincar que era o “Corno” dela ao ponto de aos poucos ela de forma mais natural, em certas situações, me chamava de Corno com boca cheia, mas, fato é que ela jamais havia demonstrado qualquer tendência a levar aquilo adiante.
Com o passar do tempo quando estávamos transando eu provocava-a pedindo chifre para ela e em certos momentos quando estávamos em algum barzinho ou baladinha ela vinha em meu ouvido e me chamava de Corno ou Boi, o que significava que ela estava flertando com algum macho, mas, ela jamais passou daquilo ou deu chances de alguém se aproximar dela. Aos poucos eu estava quebrando as barreiras e aquilo me deixava feliz e absolutamente tarado.
O tempo foi passando e um dia estávamos transando quando eu peitei minha mulher e pedi-lhe aberta e sinceramente que me colocasse um chifre de verdade, daqueles bem doídos. Ela nada disse, mas, na sequência chegamos ao clímax de uma forma deliciosa e ela com uma intensidade diferente. Permanecemos em silencio e acabamos adormecendo.
Passados cerca de uns dois meses dessa data, em uma quinta-feira, minha mulher foi para uma reunião com um grupo de empresários (BNI), e como ela chegava sempre no máximo próximo das 10 horas, estranhei sua demora e quando o almoço já estava por ficar pronto recebo uma mensagem dela dizendo: atrasarei. Estou cuidando de algo importante.
Fazendo ela parte do administrativo de referido grupo, absolutamente normal essas necessidades e nem de perto me passou pela cabeça que aquela esposinha poderia estar aprontando alguma.
O tempo foi passando e eu entretido no meu serviço só fui me dar conta da hora já eram quase 16 horas e acabei ficando preocupado com a demora dela, mas, por coincidência, cerca de 5 minutos após ela me liga e me pergunta se posso sair com ela quando, questionada para onde iríamos, respondeu que era para um motel! Meio sem entender o convite, especialmente por conta da hora, aceitei e ela então me disse que já estava chegando e que era para eu descer rapidamente.
Entrei no carro e vi que algo estava diferente, ela sorridente, perguntei o que estava rolando e ela disse que estava com tesão e como meus enteados estavam em casa, ela resolveu me fazer o convite. Rumamos para um bom motel e ao chegarmos ela deitou-se na cama e me chamou. Pela forma do que estava ocorrendo, claro, eu já estava tarado e fui pra cima dela e quando a beijei ela me abraçou forte e em meu ouvido me disse: tanto pediu que hoje meu presente para você foi transformá-lo em meu Boi! Faz muuuu pra sua esposinha! Corno. Meu corninho!
Confesso que passava longe de minha cabeça acreditar no que ela estava me dizendo e creio que exatamente pela falta de possibilidade de que aquilo pudesse ser real, continuei beijando-a até que ela me ordenou que tirasse a calcinha dela. Quando fui tirar constatei que estava toda lambuzada. Questionei-a sobre o fato dela estar tão molhada e ela disse que não era dela, mas, a porra que ela tinha me trazido de presente.
Ela, já tomada pelo tesão daquele momento, acabou de tirar a calcina e me colocou como um colar no pescoço e disse que antes de comê-la era para eu lamber sua barriguinha e a testinha de sua ppka para fazer jus ao chifre que eu havia tomado. Claro, chupei minha mulher nos mínimos detalhes e entramos noite adentro fazendo amor como se meninos fôssemos.
Saímos do motel já se passava das 23 horas e foram horas maravilhosas que passamos. Ao entrarmos no carro a questionei e ela disse que como ela conheceu um homem bonito, charmoso e que tinha um detalhe que ela adora, cabelos mais longos, resolveu atender meu pedido e tinha passado com ele horas maravilhosas. Em resumo, tudo podemos construir nesse mundo, demora, mas, o prazer da obra pronta nos recompensa. Minha obra, transformei minha puritana em uma hotwife maravilhosa.