Chupa, vadia!

Por: eta-tessera-1 24/07/2026 477 leituras
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Uma dica de como conseguir um boquete fácil

Galera! Recentemente encontrei esse site e adorei os contos. Obrigado!
Passei várias horas descabelando o palhaço e desfrutando de vossas experiências. Agora chegou a minha vez de compartilhar uma dica contando algumas de minhas aventuras.
Há 5 anos que todo ano consigo pelo menos um boquete fácil de uma novinha aleatória. Existe uma época no ano que é muito especial e as oportunidades aparecem a mil. É a época do Enem, onde milhares dessas lindas jovens saem de casa sonhadoras a fim de decidir o futuro delas. É aí onde tudo começa.
Costumeiramente, uma hora e meia antes do fechamento dos portões dos colégios, aviso pra patroa que vou dar uma voltinha, tiro o carro da garagem e dou uma saidinha como quem não quer nada, em busca da oportunidade perfeita.
E pessoal, a dica é muito simples, é tão boba que parece mentira: tudo que você tem que fazer é dirigir o carro prestando atenção naquelas meninas com aspecto de nervosas, principalmente as que estão numa total impaciência, andando pra lá e pra cá nas paradas de ônibus, ter coragem de parar o carro e oferecer uma carona.
É óbvio que a quantidade de “NÃOs” que você irá receber será enorme, mas a ideia é nunca desistir, até porque quanto mais a hora avança, mais bate o desespero nas mais atrasadas. Uma hora dá certo e a oportunidade aparece.
Confesso que na primeira vez não foi intencional. A oportunidade surgiu sem eu ter planejado nada. Apenas saí de casa pra comprar a merenda na padaria e na frente desta, na parada de ônibus, vi uma menina quase chorando de desespero. Sentindo pena dela, fui lá e perguntei se ela estava precisando de ajuda. Com os olhos cheios de lágrimas, me respondeu que estava super atrasada para fazer a prova do Enem. Perguntei onde era e falei quase institivamente se ela aceitaria uma carona. Ela respondeu que sim e entramos apressadamente no carro.
Somente quando já estávamos dentro do carro, foi que o anjo bom se calou e o diabinho começou a talaricar. A novinha estava com uma saia curta, mostrando um belo par de pernas e uma blusa, que apesar de ser de propaganda de um colégio, delineava os seios deliciosamente. A novinha retocava a maquiagem do rosto que as primeiras lágrimas tinham borrado e mantinha o olhar sempre em frente, muito pensativa e concentrada. Passei mais ou menos um quilometro a admirando e pensando em algumas “besteiras”. Não sabia se eu tinha a coragem de sair daquela inércia, mas a sorte me sorriu e eu sorri para ela.
- Muito obrigada! Ela iniciou o assunto.
- O quê? Foi o que consegui responder naquele momento.
- Muito obrigada por estar me ajudando. Disse ela esboçando o primeiro sorriso.
- Por nada! Foi um prazer. Como é o seu nome?
- Aline, e o seu?
- Marcos. Prazer!
- Prazer!
E essa foi a nossa conversa inicial até o silencio reinar novamente.
Após mais um quilômetro, depois de muito olhar aquelas pernas perguntei:
- Você pode me ajudar também?
Ela olhou para mim e respondeu:
- Claro, Marcos! Podemos ser amigos.
Sabendo que se eu não fosse mais incisivo, com certeza, nunca mais iria vê-la, então do nada, disparei com muita coragem:
- Aline, pode me fazer um boquete agora?
Ela arregalou os olhos de forma assustada e respondeu:
- Nossa! Não!
E mais coragem ainda tive quando parei o carro e falei:
- Se não pode me ajudar, também não ajudarei você. Desce do carro!
- Que isso, Marcos! Não faz isso comigo! Pede outra coisa, por favor!
- Aline, você não acha que está sendo mal-agradecida?
Ela olhou para baixo, colocou a mão na porta como se realmente fosse descer e insistiu:
- Por favor, Marcio! Preciso muito chegar a tempo. É muito importante pra mim.
Peguei na mão dela e falei:
- Aline, a gente está quase chegando. Só mais uns 20 a 25 minutos. É só um boquete, rapidinho, você resolve a sua vida e eu resolvo a minha.
Ela pensou por uns 20 segundos e disse:
- Eu estou super atrasada! Não temos tempo de fazer isso. Pode ser outro dia? Nesse momento me mostrou o relógio querendo me convencer.
Mas macaco velho como sou, já passei da época que eu acreditava nos “depois isso, depois aquilo” que as mulheres costumam usar para nos enganar.
- Aline, você pode me fazer um boquete agora? Se não puder... Apontei para a porta mostrando a saída.
- Tá bom! Mas é só por um minuto. Não temos tanto tempo. Decidiu a Aline.
- Só um minuto nada. Você vai chupando daqui até lá. Respondi jogando o short para o banco de trás, ficando somente de cuecas e tirando o pau pra fora já duro feito pedra.
Ela se posicionou no banco da frente e maravilhosamente chupou com maestria. Pensei “essa puta tem muita experiência e fica se fazendo de difícil”. Liguei o carro e pé-na-estrada. Como a bunda dela estava pra cima e a cabeça entre as minhas pernas, aproveitei pra alisar aquele traseiro. Mas de vez em quando ela retirava a minha mão e reclamava, dizendo para eu não fazer aquilo. Eu nem ligava e continuava a alisando, até que fiquei com raiva das atitudes dela, afastei a calcinha e enfiei o dedo na vagina dela. Imediatamente, ela parou o boquete, me olhou e reclamou:
- Se fizer isso novamente eu vou parar!
Tranquilo e dono da situação como estava, respondi cinicamente:
- Se você parar, vadia, eu paro o carro e expulso você pra fora desse carro.
Como percebi que ela não iria reagir com nada que eu fizesse, a segurei pelos cabelos, forcei a descida e comecei a cadenciar o boquete dela, segurando-a pelos cabelos e fazendo os movimentos de sobe e desce, inclusive de garganta profunda e foi em uma dessas que a segurei forte e gozei muito. Tive que controlar o volante e o meu prazer, sem deixar os meus olhos se fecharem, pra continuar dirigindo em segurança. Quem passou por isso sabe o quanto é difícil.
Ela levantou a cabeça, passou a mão na boca que estava toda babada e brigou:
- Babaca!
- Puta! Retruquei com um sorrisinho no rosto.
No restante do caminho, nos mantivemos calados, enquanto ela se ajeitava. Por sorte, já estava mesmo muito próximo do colégio onde ela iria fazer a prova. Naquele auê de carro em todo buraco, chegando e saindo com os participantes, a deixei em uma esquina próxima, mas sem antes deixar de perguntar:
- Nos vemos novamente?
Ela bateu a porta do carro e saiu sem responder nada. Dei meia volta e fui pra casa. Eu estava mazelado de fome, rsrsrs. É problema dela ter que fazer a prova sentindo o meu gostinho de porra. Tomara que dê sorte!

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