— Pô, você não podia fazer isso comigo... me humilhou na frente dos outros!
— Foda-se... Sua mãe disse pra você não sair!
— Foda-se você... eu vou sair e vou jogar até eu não querer mais!
— Ah, é... então vamos ver... — Ele disse isso e me empurrou sobre o sofá da sala e, sem nem haver tempo de pensar no estava acontecendo, puxou meu short, tirando, e me deixando nu da cintura pra baixo, eu não uso cuecas. Fiquei ainda com mais raiva,tentei me soltar, mas ele era grande e bem mais forte que eu. Ele segurava meus braços bem firme, de forma que eu mal conseguia me mexer.
— O que você está fazendo?
— Cala a boca, veadinho, apartir de agora você só tem o direito de abrir a boca pra gemer ou pra me chupar. — Dito isso, ele começou a chupar meu pau, que já estava meio duro, pois ele era o maior tesão e ele falando comigo assim de maneira tão bruta e sexy ao mesmo tempo, me deixou rapidamente excitado. Ele me chupava com vontade e sede, Na sua boca entrava todo o meu pau, não sei como ele conseguia fazer aquilo, mas ele chupava muito bem, dando lambidas e beijando a cabeça, nessa hora ele puxou meus pés, deixando o meu corpo mais deiado na cadeira, ele começou lambendo meus testículos, mas não era isso que ele queria, logo ele desceu e me deu lambida de tirar o fôlego literalmente, eu nunca tinha recebido uma chupado ali e até hoje nunca recebi uma tão boa.
— Agora é sua vez putinha. — Ele me lentou e me deu um beijo, apertando nossos corpos, eu sentia o peitoral e sua barriga definida, além do delicioso volúme na calça, que eu fazia questão de ficcionar contra o meu pênis, me virei e enquanto ele me agarrava e passava a mão por meu corpo eu ficava com minha bunda rebolando bem grudadinha no seu pau.
— Nossa, que pau grande! Falei — Dando uma reboladinha bem assanhada na sua piroca. Ele resolveu partir pra ação. Me agarrou sarando aquele pica grossa na minha bunda.
Me ajoelhei e já fui abrindo o zíper do short dele pra poder chupar seu bilau todinho, mesmo ele de cueca era possível ver o tamanho e a excitação dele passei a dar beijos na sua rola, sobre a cueca. Meu vizinho, que nem imaginava que eu aceitasse tão facilmente e que tivesse esse tipo de reação. Abaixei a cueca e ele pulou na minha cara, maior do que imagina pela cueca, veiúdo e com uma cabeça roxa avermelhada, bem grande, tão grande que já me imaginava sentando naquele carralho. Parti pra cima do pauzão, aquela glande, que só ela mal cabia em minha boca, mas que era deliciosa, me deixava preocupado, o meu cuzinho, nunca tinha dado pra um cacete tão grosso, principalmente com uma cabeça tão grande. Nós estávamos ficando loucos de tanto desejo e excitação. Em dado momento abocanhei, com um certo esforço (tive que abrir bem a boca), a sua rola, enfiei o máximo que pude e meu vizinho soltou um grito meio gemido bem gostoso. Não aguentava de tanto tesão, Ele me agarrou pela cabeça e passou e socar sua pica dentro da minha boca. Minha mão estava antes passeando em seu corpo musculoso, mas ele socava forte demais, e com minhas mãos em seu quadril, tentava limitar o seu pau na minha boca, estava me deixando sem fôlego e quase me engasgando. Seu peru entrava e saia de minha boca muito rápido. Vai e vem, vai vem, apesar da dificuldade. Não sabia se erra mais difícil, ou mais excitante receber algo tão grande na minha boca, eu estava adorando a experiência de dar pra alguém mais velho. Num dado momento ele empurrou minha cabeça e falou que ia me fuder. Nessa hora fiquei apreensivo.
— Eu não sei se eu quero te dar, sua pica é muito grande, o meu cuzinho, ainda é muito apertadinho...
— Você vai dar sim.
...