Eu realmente estava com bastante tesão naquele momento. Havia voltado a chupar sua rola e ele ainda estava tentando se livrar de mim; mas ele foi traído pelo próprio cacete, que já estava voltando a ficar duro. O pau dele era grande e quando duro ficava reto; pendia um pouco pra baixo. Devia pesar. Seu saco também era bastante grande; mas minutos antes suas bolas haviam se contraído, enquanto ele gozava, porém já estavam voltando a ficar penduradas novamente.
Tratei logo de colocar aquela rola inteira na minha boca, bem no fundo, até a garganta; enquanto sentia ela crescer. Tirei ela da boca e respirei fundo. Quando dei por mim, João estava de olhos fechados com o rosto virado levemente para cima e sua mão já forçava minha cabeça contra o seu corpo, fazendo eu engolir novamente aquela rola. Ele gemia baixinho.
- Chupa! Isso... - disse ele com certo tesão na voz. Eu estava indo a loucura. Aquilo tudo era uma loucura.
Passava a língua na cabeça de seu pênis e chupava toda a extensão do seu pau. Ele tremia de tesão. Tirava a boca, levantava seu pênis enquanto o masturbava de leve e começava a chupar suas bolas; chupava uma de cada vez e voltava a mamar aquela vara. Nessa segunda rodada já estava mais acostumado e engasgava menos.
Ele voltou a passar as mãos pelo meu corpo, até chegar na minha bunda, novamente. Eu ainda estava com as calças abaixadas. Aliás, desde que entrei nesse banheiro eu estou de joelhos.
- Levanta! - disse ele num tom razoavelmente autoritário, me puxando pela camisa. Me apoiei na parede e ele voltou a dar linguadas no meu cuzinho. Ele fazia isso com maestria, de quem realmente sabe o que está fazendo; dava linguadas desde o meu saco até chegar ao rego da bunda. Me surpreendi quando ele ficou de pé e se posicionou, pronto para me penetrar.
- Não João! - exclamei.
- Só a cabecinha!
Confesso que estava fazendo um pouquinho de charme. Porque eu estava devidamente preparado para aquilo. Eu queria dar pra ele, queria transar com João. Ele passou três dedos na língua e passou no meu cu, depois cuspiu na cabeça de seu pau e forçou contra meu cu. Travei. Um arrepio percorreu meu corpo naquele momento.
- Relaxa! - disse ele, com a boca bem próxima ao meu ouvido. Aquilo me excitou. Ele cuspiu na portinha do meu cu e forçou novamente, seu pênis entrou em mim. De fato ele deixou só a cabecinha, por alguns segundos e socou rola no meu cu. Gemi. Um pouco mais alto do que gostaria.
- Shhh... - falou enquanto colocava o dedo em meus lábios.
A dor foi momentânea. Acredito que o maior causador foi ele mesmo, ao ter me penetrado daquela forma; mas estava gostoso. Enquanto ele tapava meus lábios, ficou parado com aquele mastro dentro de mim. Foi o tempo que precisei para me acostumar com aquela jeba, logo ele segurou em minha cintura e começou com os movimentos de vai e vem, de forma leve, porém firme.
- Quero gozar! - era só o que ele dizia enquanto afundava cada vez mais seu pau em mim. Eu comecei a gemer de prazer enquanto ele ia aumentando o ritmo da foda. Ambos começaram a ficar ofegantes. Estava uma delícia aquilo tudo.
- Vou gozar! - anunciou ele, tirando seu pau de dentro de mim e se masturbando. Gozou na portinha do meu cu e socou a vara em mim novamente. Eu achei que logo ele iria parar, mas ainda sentia seu pau bastante duro dentro de mim.
- Não me pediu rola, safado? - disse ele bastante ofegante - Então toma rola!
- Que delícia! - era só o que eu conseguia dizer entre um gemido ou outro. Nesse momento ele gemia bastante e nós nem estávamos mais ligando para o fato de alguém poder entrar no banheiro naquele momento. Mas nós ainda falávamos em tom de sussurro. Mas a chance de ser pego no flagra era mínima. Acho que aquele andar em que estávamos nem havia sido usado naquele dia. A faculdade realmente estava vazia e pelo horário, as poucas pessoas que iam já estavam indo embora.
Ele me segurava pelos ombros e a cada minuto sentia suas estocadas cada vez mais fortes e fundas, eu gemia a cada tranco que ele me dava. Estávamos selvagens. Meu pau babava muito e João chegou a me masturbar algumas vezes, durante alguns minutos.
- Para, se não eu vou gozar!
- Goza pro seu macho, putinha! - disse ele enquanto aumentava o ritmo da punheta que ele batia pra mim. Devido ao local, nós não mudamos de posição. Eu fique em frente ao vaso sanitário, com as pernas levemente flexionadas; ora apoiava na tampa da privada, ora na parede. Ele por sua vez, ficou em pé atrás de mim.
Quando ele disse aquilo, deitou sobre minhas costas e começou uma punheta frenética em mim. Eu estava com tanto tesão que não aguentaria por muito tempo e ele já havia gozado duas vezes; não sei como ainda estava com toda aquela energia.
- Não! - falei quase gritando. - Vou gozar!
- Isso! Ah, goza pra mim - disse ele.
Senti uma explosão. Meu pau soltava jatos de porra que caiam no chão e na tampa da privada. Percebi que João também estava gozando, ele gemia alto e forte. Quase um urro. Pude sentir seu pênis indo fundo e pulsando dentro de mim com suas ultimas estocadas que foram bastante fortes.
- Gozei! - disse ele exausto. Ele ainda permanecia deitado sobre as minhas contas; logo após dizer isso, me deu uma lambida no pescoço,até chegar na minha orelha. Ele havia inundado meu cu de porra. Eu estava cansado, mas aquela experiencia havia sido intensa e bastante prazerosa. Ele tirou o pau de dentro de mim, ainda meia bomba; aquele pau não amolecia? Senti a porra escorrer por minhas coxas.
Nos vestimos, trocamos mais alguns beijos e saímos do banheiro. De fato aquele corredor estava vazio, inclusive metade estava com as luzes apagadas. Voltamos pelas mesmas escadas que nos levaram até aquele andar. Começamos a descer as escadas e eu chupei o pau dele mais um pouco; eu ainda estava pegando fogo. Ele sorriu e fomos embora...
Tratei logo de colocar aquela rola inteira na minha boca, bem no fundo, até a garganta; enquanto sentia ela crescer. Tirei ela da boca e respirei fundo. Quando dei por mim, João estava de olhos fechados com o rosto virado levemente para cima e sua mão já forçava minha cabeça contra o seu corpo, fazendo eu engolir novamente aquela rola. Ele gemia baixinho.
- Chupa! Isso... - disse ele com certo tesão na voz. Eu estava indo a loucura. Aquilo tudo era uma loucura.
Passava a língua na cabeça de seu pênis e chupava toda a extensão do seu pau. Ele tremia de tesão. Tirava a boca, levantava seu pênis enquanto o masturbava de leve e começava a chupar suas bolas; chupava uma de cada vez e voltava a mamar aquela vara. Nessa segunda rodada já estava mais acostumado e engasgava menos.
Ele voltou a passar as mãos pelo meu corpo, até chegar na minha bunda, novamente. Eu ainda estava com as calças abaixadas. Aliás, desde que entrei nesse banheiro eu estou de joelhos.
- Levanta! - disse ele num tom razoavelmente autoritário, me puxando pela camisa. Me apoiei na parede e ele voltou a dar linguadas no meu cuzinho. Ele fazia isso com maestria, de quem realmente sabe o que está fazendo; dava linguadas desde o meu saco até chegar ao rego da bunda. Me surpreendi quando ele ficou de pé e se posicionou, pronto para me penetrar.
- Não João! - exclamei.
- Só a cabecinha!
Confesso que estava fazendo um pouquinho de charme. Porque eu estava devidamente preparado para aquilo. Eu queria dar pra ele, queria transar com João. Ele passou três dedos na língua e passou no meu cu, depois cuspiu na cabeça de seu pau e forçou contra meu cu. Travei. Um arrepio percorreu meu corpo naquele momento.
- Relaxa! - disse ele, com a boca bem próxima ao meu ouvido. Aquilo me excitou. Ele cuspiu na portinha do meu cu e forçou novamente, seu pênis entrou em mim. De fato ele deixou só a cabecinha, por alguns segundos e socou rola no meu cu. Gemi. Um pouco mais alto do que gostaria.
- Shhh... - falou enquanto colocava o dedo em meus lábios.
A dor foi momentânea. Acredito que o maior causador foi ele mesmo, ao ter me penetrado daquela forma; mas estava gostoso. Enquanto ele tapava meus lábios, ficou parado com aquele mastro dentro de mim. Foi o tempo que precisei para me acostumar com aquela jeba, logo ele segurou em minha cintura e começou com os movimentos de vai e vem, de forma leve, porém firme.
- Quero gozar! - era só o que ele dizia enquanto afundava cada vez mais seu pau em mim. Eu comecei a gemer de prazer enquanto ele ia aumentando o ritmo da foda. Ambos começaram a ficar ofegantes. Estava uma delícia aquilo tudo.
- Vou gozar! - anunciou ele, tirando seu pau de dentro de mim e se masturbando. Gozou na portinha do meu cu e socou a vara em mim novamente. Eu achei que logo ele iria parar, mas ainda sentia seu pau bastante duro dentro de mim.
- Não me pediu rola, safado? - disse ele bastante ofegante - Então toma rola!
- Que delícia! - era só o que eu conseguia dizer entre um gemido ou outro. Nesse momento ele gemia bastante e nós nem estávamos mais ligando para o fato de alguém poder entrar no banheiro naquele momento. Mas nós ainda falávamos em tom de sussurro. Mas a chance de ser pego no flagra era mínima. Acho que aquele andar em que estávamos nem havia sido usado naquele dia. A faculdade realmente estava vazia e pelo horário, as poucas pessoas que iam já estavam indo embora.
Ele me segurava pelos ombros e a cada minuto sentia suas estocadas cada vez mais fortes e fundas, eu gemia a cada tranco que ele me dava. Estávamos selvagens. Meu pau babava muito e João chegou a me masturbar algumas vezes, durante alguns minutos.
- Para, se não eu vou gozar!
- Goza pro seu macho, putinha! - disse ele enquanto aumentava o ritmo da punheta que ele batia pra mim. Devido ao local, nós não mudamos de posição. Eu fique em frente ao vaso sanitário, com as pernas levemente flexionadas; ora apoiava na tampa da privada, ora na parede. Ele por sua vez, ficou em pé atrás de mim.
Quando ele disse aquilo, deitou sobre minhas costas e começou uma punheta frenética em mim. Eu estava com tanto tesão que não aguentaria por muito tempo e ele já havia gozado duas vezes; não sei como ainda estava com toda aquela energia.
- Não! - falei quase gritando. - Vou gozar!
- Isso! Ah, goza pra mim - disse ele.
Senti uma explosão. Meu pau soltava jatos de porra que caiam no chão e na tampa da privada. Percebi que João também estava gozando, ele gemia alto e forte. Quase um urro. Pude sentir seu pênis indo fundo e pulsando dentro de mim com suas ultimas estocadas que foram bastante fortes.
- Gozei! - disse ele exausto. Ele ainda permanecia deitado sobre as minhas contas; logo após dizer isso, me deu uma lambida no pescoço,até chegar na minha orelha. Ele havia inundado meu cu de porra. Eu estava cansado, mas aquela experiencia havia sido intensa e bastante prazerosa. Ele tirou o pau de dentro de mim, ainda meia bomba; aquele pau não amolecia? Senti a porra escorrer por minhas coxas.
Nos vestimos, trocamos mais alguns beijos e saímos do banheiro. De fato aquele corredor estava vazio, inclusive metade estava com as luzes apagadas. Voltamos pelas mesmas escadas que nos levaram até aquele andar. Começamos a descer as escadas e eu chupei o pau dele mais um pouco; eu ainda estava pegando fogo. Ele sorriu e fomos embora...