COLEGAS SAFADAS
" Eu estava cheio de serviço aquela semana, por isso resolvi chegar bem mais cedo que o normal na quinta-feira. Como de costume, Ângela (nome fictício, é claro), a recepcionista do andar, já estava lá. Como fazia algum calor, ela estava sensualmente vestida com uma calça de lycra preta colada ao seu corpo, e um top minúsculo de alcinhas sob uma blusinha transparente. Ângela é uma garota deliciosa, 1,70m de altura, 55kg, peitos volumosos mas firmes, uma bunda de dar inveja a muita garota da Playboy, redondinha e arrebitada. Sempre tive um tesão especial por aquela mulher, especialmente quando ela vinha com roupas provocantes e seus longos cabelos negros soltos até a cintura. Vistosa, ela provocava qualquer homem apenas ao passar com aquele corpão de violão. Bem, cheguei, cumprimentei-a como de costume e me tranquei em minha sala, pois não queria ser incomodado. Mas a visão daquela escultura logo ao chegar me provocou. Ao sentar em minha mesa, fiquei pensando em como seria ter aquela mulher maravilhosa em minhas mãos nem que fosse por alguns instantes. Nisso, sentindo sinais de vida em meu membro, quase que instintivamente - afinal, eu estava sozinho em minha sala -, comecei a acariciar meu amigo de trepadas por sobre a calça. Nisto, repentinamente, entra Ângela em minha sala, sem bater, me pegando de surpresa com a "arma" na mão. Na hora eu não sabia o que fazer, se dava uma bronca por ter entrado assim, ou se me escondia debaixo da mesa de vergonha. Notei que ela também ficou meio sem jeito, pediu desculpas por ter entrado assim, mas tinha esquecido de me entregar um envelope assim que cheguei. Eu disse que tudo bem, que eu é que devia me desculpar. Mas ela, nitidamente com dificuldade de tirar os olhos do volume que se pronunciava sob minha calça, disse que estava tudo bem, que ela não havia visto nada, e foi virando as costas, quando de repente, num tom deliciosamente malicioso completou : "Por enquanto...". Na hora não me contive, tive um ímpeto de pular a agarrá-la ali mesmo, mas me fiz de desentendido, embora já tivesse percebido algumas vezes os olhares sorrateiros que ela jogava sobre mim quando eu passava pela recepção. Perguntei a ela o que ela queria dizer com aquilo. Ela voltou-se, fechou a porta e se aproximou de mim. Senti o calor de seu corpo de fêmea exalando um delicioso perfume de jasmim, e ela aproximou seus lábios dos meus. Esperei ela tomar a atitude e, quando aqueles lábios vermelhos e carnudos se colaram aos meus, imediatamente a agarrei pela nuca e cintura, levantei-me e a virei por sobre a mesa, e sorvi cada momento daquele beijo, apertando loucamente meus lábios contra os dela, enroscando nossas línguas numa dança lasciva e sensual, ao mesmo tempo em que apertava meu corpo contra o dela. Ainda nos beijando, desci uma mão até sua bunda, enquanto que com a outra agarrei um de seus seios. Ela estremeceu, gemeu gostoso, e aí eu voltei à realidade, percebi que se continuássemos aquilo, alguém poderia chegar e nos pegar naquela "festa". Parei o beijo mas, ainda agarrando sua bundinha, disse que se ela quisesse continuar, era só me dizer, mas deveria ser em outra hora, em outro lugar, sem ninguém saber, pois sou casado. Ela arfava de tesão, dava pra perceber os bicos de seus seios intumescidos sob o top, e disse que ela estava ansiando por este dia, apesar de ser noiva. Disse que sempre que eu passava por ela, vivia imaginando como seria me ter na cama, possuindo-a como fêmea. Foi como ter aberto as portas do Paraíso. Aquela potranca sensual também nutria por mim os mesmos desejos, e aquela "coincidência" da manhã foi a senha para liberarmos nossos instintos. Combinamos então de irmos almoçar juntos, mas ela queria que fosse na casa dela. Ela mora sozinha com mais uma amiga, e a amiga não estaria na hora do almoço em casa. É lógico que ela seria o prato principal. É desnecessário também dizer que até a hora do almoço foi um tremendo sacrifício me concentrar no trabalho. Ao meio dia, combinamos de nos encontrar no estacionamento. Fui seguindo seu carro até sua casa, na verdade um prédio em Moema. Ela não entrou no estacionamento, paramos os carros defronte o prédio e entramos juntos. O calor estava mais intenso e ela já havia tirado a blusinha, ficando apenas com o pequeno top e a calça apertadinha que delineava, além de sua espetacular bunda, uma buceta de dar água na boca. Começamos a sarração no elevador mesmo, enquanto subíamos até seu apartamento. Beijávamos, sugávamos os lábios um do outro, eu beijava sua nuca, seu pescoço, enquanto massageava seus seios e sua bundinha. Ela, por sua vez, apertava seu corpo contra o meu, se esfregando contra meu membro, a esta altura já explodindo dentro da calça. Chegamos e imediatamente entramos para o seu quarto. A cama de casal estava ainda desarrumada, com seu delicioso cheiro impregnado nos lençóis. O tesão era demais, e fomos imediatamente tirando a roupa um do outro, numa mistura de pressa, tesão incontido, gemidos, beijos e lambidas em cada parte do corpo que se descobria. Ao libertar seus seios, fiquei como que hipnotizado por aquela visão. Jamais tinha visto seios tão fartos e firmes ao mesmo tempo. Ao tirar sua calça e, depois, a minúscula calcinha enterrada, fiquei maravilhado ao descobrir, diante de mim, aquela buceta cheirosa, coberta por um pequeno tufo de pelos negros delicadamente depilados, cobrindo apenas o púbis. Fiquei imaginando o tamanho dos biquínis que ela usava, e da sanha dos homens vendo-a passar na praia exibindo aquele corpo de deusa. E fiquei mais tarado ainda, ao perceber que aquela musa estava todinha diante de mim, pronta pra se entregar. Ela por sua vez, soltou um gemido sufocado ao libertar meu membro, que se apresentou latejante, com a cabeça vermelha e brilhante apontando pra ela. Ela ficou impressionada com o tamanho da coisa, dizendo que agora que viu como era gostoso, queria ser comida por todos os buracos pela minha ferramenta. E foi logo abocanhando o seu novo brinquedo. Ela chupava muito gostoso, foi um dos melhores boquetes que já tive. Enquanto enfiava ritmadamente todo o comprimento do pau em sua boca, e o tirava apertando-o com os lábios, passando a língua macia em torno dele inteirinho, ao mesmo tempo batia uma punheta pra mim com uma das mãos, e com a outra tocava uma intensa siririca em seu grelhinho. Fiquei alucinado, comecei a mexer meu quadril ao ritmo de sua chupada, enquanto me inclinava para alcançar seus seios. Agarrei um deles e puxei seu braço que tocava a siririca, pegando sua mão. Levei seu dedo até minha boca, e pude sentir o cheiro delicioso daquela buceta perfumada, e o sabor de seu mel ao lamber seus dedos. Soltei seu braço novamente e agora ela enfiou o dedo na buceta, até o fundo, e ficou mexendo ali como louca, enquanto sugava meu pau com mais força. Logo, ela começou a estremecer e se jogou sobre a cama, ainda com o dedo enfiado, e pude ver seu corpo se contorcer todo em espasmos durante seu gozo, que molhou sua buceta e sua mão. Ela gemia feito louca, como se estivesse lhe faltando o ar. Eu não aguentei ver aquela cena tão excitante sem fazer parte dela, e pulei sobre seu corpo, encoxando aquela xana enquanto mamava seus peitos vorazmente. Ela começou a se rebolar toda sob meu corpo, me chamava de tarado gostoso e pedia pra ser chamada de puta, devassa, vadia gostosa, cadelinha. Eu fiz mais que isso, e disse que a foderia com gosto, pois ela era uma puta vagabunda, que se exibia toda pra mim no escritório, que ela queria mais é ser comida, lá mesmo, pelo meu caralho latejante. Misturadas a gemidos e gritos de tesão, nossas frases chulas e palavrões foram se tornando cada vez mais intensos e excitantes, e a ralação chegou a um pico de excitação que já não contínhamos mais. Virei-a bruscamente, deixando-a de quatro, puxando seu quadril pra perto da borda da cama. Me postei de pé atrás daquela anca maravilhosa e comecei a chupá-la com vigor, lambendo desde seu cuzinho até seu grelinho. Ela gritava e se contorcia deliciosamente, pedindo pra ser fudida de uma vez por aquele mastro vigoroso que ela já havia preparado com sua boca. Resolvi aplacar seu desejo (e o meu também) e, numa única estocada, enfiei aquele monstro de prazer, duro como pedra em sua gruta, a esta altura toda lubrificada com o seu gozo e minha saliva. Tive de forçar um pouco na entrada, mas isto fez aumentar ainda mais o nosso tesão. Gritamos feitos loucos ao sentir meu pau bater contra seu útero, as bolas pressionarem seu grelo, e começamos um frenético vai-e-vem, cada vez mais forte e rápido. Tanto eu forçava meu pau contra aquela buceta, quanto ela fazia o movimento ao contrário com seu quadril, aumentando ainda mais a sensação da penetração. Em poucos minutos, senti meu pau inchar de tal modo que o gozo veio intenso e abundante. A primeira jorrada a inundou e ela gritou pra que eu gozasse tudo, melando-a todinha, enquanto apertava seu grelinho contra minhas bolas. Ao sentir as latejadas que engrossavam mais ainda meu caralho, ela se entregou a mais um gozo, dessa vez mais intenso que o primeiro. Senti sua pele se arrepiar toda, ela gritava, mordia os lençóis, se esfregava no colchão enquanto arrebitava a bundinha deliciosa. Aos poucos fomos nos restabelecendo e ela se virou pra me beijar mais uma vez com aqueles deliciosos lábios carnudos. Nisto ela levou um susto. Atrás de nós, na porta de seu quarto, estava Paula, sua colega de apartamento. Paula também era uma gata, outra deliciosa morena, mas de cabelos curtinhos. Ela estava de mini-saia e o que vimos foi incrível. Ao chegar em casa, pois não ia mais ter aula à tarde aquele dia, nos pegou no início da foda. Ela começou a nos observar e tocar uma siririca, mas resolveu aplacar seu desejo com um vibrador que tinha guardado. Foi exatamente assim que a vimos, agarrada ao batente da porta de Ângela, com a blusa levantada deixando os seios à mostra, e o vibrador enterrado na buça que já escorria gozo pelas pernas. Ao perceber nosso susto, ela disse que era pra continuarmos, pois ela já tinha feito isto antes quando Ângela estava com o noivo. Mas dessa vez ela queria participar. Ângela não expressou nenhuma reclamação, o que me fez supor que elas já haviam dividido algum macho antes. Perguntei a elas se eram lésbicas, pois isso me broxaria imediatamente, pois não topo ver qualquer tipo de relação homo. Elas disseram que não, que cada uma queria apenas me sentir, queriam dividir um macho gostoso que as fodesse com vontade. Ângela já tinha tido sua parte de foda, mas Paula queria algo mais "vivo" que o vibrador dentro dela. Elas me deitaram sobre a cama e Paula foi logo se sentando sobre meu quadril, esfregando sua buceta em meu pau, que logo começou a dar sinais de vida. Ângela por sua vez se ajoelhou sobre meu rosto, e queria ser chupada mais uma vez. Aquilo me deixou louco : ter duas gatas maravilhosas, quentes e sedentas, se satisfazendo e me satisfazendo por completo. Paula finalmente se encaixou em mim, sua buceta era macia e mais apertadinha que a de Ângela. Ela começou a cavalgar deliciosamente, enquanto eu me entretia com as chupadas em Ângela. Enquanto o mexe-mexe ficava mais selvagem e gostoso, peguei o vibrador e resolvi satisfazer um dos desejos de Ângela : o de ter todos os seus buracos comidos. Segurei seus quadril com força e esfreguei o vibrador em seus sumos que escorriam abundantemente. Fui escorregando então a ponta em direção ao seu cuzinho. Ela percebeu minhas intenções mas tentou se esquivar, no que eu a segurei com mais força. Então eu disse que se ela queria se sentir mesmo uma fêmea realizada, eu iria arrombar seu cuzinho enquanto chupasse seu grelinho. Ela resistiu um pouco, mas logo consegui enfiar o vibrador por aquele buraquinho rosado, que piscava feito louco num misto de dor e prazer, que logo deu lugar a este último apenas. Liguei o vibrador e senti ela dar pinotes ao se rebolar sentindo aquele tarado eletrônico remexendo dentro dela. Enquanto isso, Paula ficava cada vez mais doida cavalgando em meu pau. Senti então que Paula, entre gemidos e gritinhos histéricos, gozava feito louca. Foi tanto gozo que escorreu pelo meu corpo, molhando até o lençol. Ela resolveu então ser egoísta, e disse que queria ter meu mastro enterrado no seu cú, como eu estava fazendo com o vibrador em Ângela. Para Ângela foi um alívio, pois finalmente deixei de sodomizá-la com aquela máquina. Ela se levantou rápido e foi lavar o coisa no banheiro, enquanto eu virava Paula de bruços e começava a lubrificar seu cuzinho com seu próprio gozo, que ainda escorria de sua buceta. Quando começava a posicionar a cabeça na entradinha, Ângela retornou e se sentou à nossa frente, e disse que queria ver a amiga ser enrabada pela minha tora enquanto se masturbava com aquele "brinquedinho". Obediente, continuei meu trabalho forçando a entrada aos poucos, alargando cada vez mais aquele cuzinho delicioso. Paula voltou a gemer, sentindo meu cacete lhe alargando o rego, mas estava adorando. Eu não sabia se me deliciava olhando para aquela bunda também gostosa voltada pra mim ou para a buceta de Ângela, toda arreganhada em minha direção com aquele vibrador entrando e saindo freneticamente. Vendo Ângela se masturbando daquele jeito, eu me inspirava cada vez mais, e comecei a fuder o cú de Paula no mesmo ritmo que Ângela se fudia. Meu pau já deslizava com mais facilidade naquela bunda lasceada, saia e entrava rapidamente, fazendo Paula rebolar gostoso a cada enfiada. Ângela foi ficando mais excitada, eu também, e Paula então já não continha mais seus gritos. Gozamos os três juntos, inundei a bundinha de Paula com meu leite quentinho, e Ângela tremia mais uma vez, segurando seu amante artificial com as duas mãos dentro dela. Vendo que o horário do almoço já estava acabando, eu e Ângela fomos tomar um banho enquanto Paula se refazia. Ao sairmos, Paula ainda me deu um beijo maravilhoso, mostrando ter uma boca tão deliciosa quanto o de Ângela. Depois ainda pude ter Ângela mais algumas vezes, sozinha ou com a Paula novamente, assim como acabei trepando com Paula muitas vezes, uma vez inclusive quando Ângela estava com o noivo no apartamento, mas isto conto depois. Se você quiser sentir o que as duas sentiram, basta me enviar um mail ([email protected]).
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COLÉGIO VELHO, VIDA NOVA (Cathy)
" Depois de descobrir o que o sexo realmente pode proporcionar , minha cabeça ficou a mil. Pensava que havia perdido anos com dois relacionamentos conservadores, sem ter acesso às coisas boas da vida. Na segunda-feira passada, então, tive certeza de que a chama que se acendeu em mim é incontrolável. Estava no colégio (estou no 3o. ano), assistindo à aula de História, e não conseguia evitar uma cara de tarada. Enquanto a professora falava de República Velha eu lembrava da noite inesquecível com os cinco rapazes do XXXX. Nisso, notei que o Eduardo estava me olhando atentamente, fixado nos meus peitos. Ele é um desses filhinhos de papai; tem 20 anos e ainda está no 3o. ano. Quando levantou os olhos, deu de cara comigo e ficou meio sem graça. Eu sorri maliciosamente. O sinal tocou e, como era a última aula do dia, todos começaram a sair. Já eram umas seis da tarde. Eu desci para o pátio e fiquei conversando com uma amiga, antes de ir embora. Vi que o Eduardo estava no pé de uma árvore, sentado, lendo alguma coisa. Uns vinte minutos depois, a mãe da minha amiga apareceu para buscá-la. Caminhando na direção do carro, cruzamos com Edu e, sabendo que ele tem carro, perguntei: "Tá esperando alguém, é?" Ele respondeu que tinha que falar com um professor, mas eu sabia que era mentira, pois àquela hora só estavam no colégio os inspetores e os porteiros. Minha amiga foi para o carro e eu continuei andando (moro perto). Nem tinha andado um quarteirão, lembrei dos cinco rapazes de novo e voltei ao colégio. Eduardo estava arrumando a mochila. Eu lancei um olhar de puta para ele e perguntei se ele estava com pressa. Ele disse que não. Sentei ao lado dele e ficamos conversando um pouco sobre as coisas do colégio. No meio do papo, disse que havia notado os olhares "gulosos" dele no meio da aula. Ele não se fez de rogado e confirmou. Então, começou a passar a mão no meu pescoço, descendo até bem perto dos seios. Achei aquilo um atrevimento, mas não conseguia controlar meu tesão. Segurei a mão dele e coloquei por dentro da blusa, abrindo dois botões para facilitar. Eduardo passeava habilidosamente e eu prestava atenção ao que se avolumava em suas calças. De repente, um inspetor passou e tomamos um susto enorme. Foi quando ele me puxou por um braço e me levou para o banheiro feminino do primeiro andar. Assim que chegamos, ele fechou a porta e me encostou contra ela. Abriu o resto da minha blusa, tirou meu sutiã e começou a chupar meus peitos avidamente. Pensei que ia ficar mal falada, porque Eduardo fazia aquilo com todas que deixavam. Mas ele começou a mordiscar meus mamilos e eu esqueci completamente do assunto. A essa altura, Edu já estava esfregando minha boceta por cima da calça, com movimentos nem um pouco sutis. Apesar da falta de delicadeza, aquilo me excitava e eu imaginava seu pênis ali dentro. Resolvi virar o jogo. Devagar, eu fui fugindo da boca frenética e finalmente consegui trocar de lugar com Edu, encostando-o na porta. Acho que ele ficou surpreso, afinal eu sempre fora considerada uma garota comportada. Fique agachada e abri sua calça lentamente, acariciando suas pernas, até libertar o cacete. Ao ver aquele membro pulsante, me descontrolei e abocanhei-o inteiro. Ajoelhei e comecei a mover a cabeça, sentindo cada centímetro do caralho deslizar dentro da minha boquinha. Seu gosto era simplesmente delicioso. Tirei-o da boca e passei a lamber seus testículos, abocanhando-os de vez em quando. Edu gemia e dizia que queria gozar. Como eu tinha adorado experimentar o gosto de porra duas semanas antes, voltei minha atenção para o membro em si. Depois de algumas lambidas na cabeça, coloquei-o na boca de novo e pedi: "Fode minha boquinha, Edu." Ele estava enlouquecido e, segurando minha cabeça, começou a estocar com força. Não demorou muito e senti o pau pulsando e liberando o líquido quente e viscoso, direto na minha garganta. Edu deixou-o ali dentro, me obrigando a engolir sua porra, o que acabei fazendo com prazer. Eu levantei e, levando um dedinho à boceta, comecei a me masturbar, pois estava encharcada e louca para ser penetrada. Edu, exausto, fez força para falar: "Deixa eu te foder." Tirando a mão de dentro da calça, respondi: "Hoje não." Passei o dedo umedecido pelos meus líquidos vaginais nos seus lábios e ele ficou doido: "Por favor, eu vou te foder bem gostoso." Disse que estava tarde, coloquei a blusa e saí.
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CONTRIBUIÇÃO E RECLAMAÇÃO
" Sexta-feira percebi que minha liberação passou dos limites. Era uma festa na casa da Anna. Infelizmente, meus "amigos" não puderam comparecer, e eu estava desconsolada, pensando que não daria uma boa trepada depois. Os amigos da Anna levaram muita bebida e eu me esbaldei, misturando cerveja com whisky. Fiquei completamente tonta, dancei com mil caras diferentes, sendo que beijei pelo menos dois na boca. Lá pela meia-noite, um cara louro e alto me convidou para dar uma volta no play (a festa era no salão do prédio). Eu nem pensei em recusar. Sentamos num banquinho bem distante e começamos a nos beijar calorosamente. Ele enfiava a língua fundo na minha boca, enquanto apalpava minhas pernas. Suas mãos deslizavam devagar, subindo, até encontrarem minha bocetinha, a qual massageavam por cima da calça. Inspirada por ele, procurei seu pau e comecei a apertá-lo, meio sem jeito, por causa do álcool. Num instante eu tinha aberto a calça dele, deixando à mostra um caralho que saía pelo buraquinho da cueca. Não era comprido, mas em compensação tinha um diâmetro respeitável. Fiquei punhetando um pouco, sentindo seu calor e suas veias pulsando nas minhas mãos. Diante das minhas carícias o louro agarrou minha cabeça, empurrando-a para baixo, louco por um boquete. Eu obedeci prontamente. Segurei o cacete pela base, deixando a glande bem exposta e abocanhei somente a cabecinha, que sugava gentilmente, roçando a língua na região do orifício. O rapaz gemeu alto... Logo senti um gostinho de porra na boca, apenas uma gotinha que me ensandeceu. Empurrei o pau para dentro, quase alcançando a goela, e passei a movimentar a boca, pressionando-o de leve, como se estivesse sendo comida. A cada pinguinho de esperma que eu experimentava, meu tesão crescia, até que não suportei e pedi para ele me comer, ali mesmo. Precavido, ele vestiu uma camisinha, deixando seu pênis ainda mais grosso. Sentado mesmo, abaixou a minha calça e já ia me virando... Mas eu senti um desejo incontrolável de dar o cu e avisei-o disso. Sem objeções, ele apontou a vara na minha direção, pronto para encravá-la no meu ânus. Eu dobrei as pernas um pouquinho, encostando na pontinha daquele pauzão plastificado. Mal podia esperar, porém consegui me controlar e fui descendo lentamente, até engolir a cabeça. Dei uma gemidinha e continuei a descida, rebolando de vez em quando para ajeitá-lo dentro de mim. Eu estava adorando dar o cu. Quando finalmente encostei a bunda no colo dele, tive espasmos de prazer. Havia agasalhado aquela pica toda, sem dar um grito... Nessa posição, peguei as mãos dele e coloquei-as na minha cintura, pedindo sua ajuda. Com esforço ele me agarrou e me suspendeu, tirando parcialmente o cacete quente do meu reto. Desci de novo, dessa vez mais rápido, escorregando naquele mastro lubrificado. Aceleramos o ritmo, aumentando o prazer e começando a arregaçar meu cuzinho. A dor apenas realçava as deliciosas sensações de preenchimento. Parei em cima dele e pedi para ele massagear meus peitos. Sua habilidade era impressionante. Afastando o sutiã para os lados, ele descobriu meus mamilos inchados e começou a apertá-los, carinhosamente. Foi quando apareceu um negão, de boa pinta, todo arrumado. O louro, para meu espanto, disse, rindo: "Não disse que ia comer essa gostosa." Ele não tinha parado de apertar meus mamilos e seu pau continuava dentro do meu cu, latejando, forçando minhas pregas. Era impossível desmontar dele e ir embora. O prazer era muito maior que a humilhação de ser a "fácil". Eu mordia os lábios, enquanto o lourinho forçava o caralho para cima, tentando enterrá-lo ainda mais. Pude notar que o negão estava de pau duro testemunhando aquilo. Entre grunhidos, disse: "Vem cá..." Ele se aproximou, meio indeciso. Estiquei o braço, alcançando o dele e puxando-o mais para perto. Quando estava ao meu lado, levantei sua camisa e comecei a beijar seu peito e morder seus mamilos. Ele foi a loucura. Pedi para fazer o mesmo em mim, ao que ele me atendeu imediatamente. Aquela massa de músculos mamou maravilhosamente, mordiscando meus mamilos e lambendo meus peitos inteiros, um por um, sem economizar saliva. Eu rebolava em cima do caralho do louro, que tremia de tanto tesão por mim. A essa altura, a impressão era de que um rio escorria de minha boceta. Afastei o negão de mim e abri suas calças. Ele próprio a abaixou e tirou a cueca, revelando um verdadeiro colosso, talvez o maior que já vi. Tentei punhetá-lo, mas a posição era inadequada. A única opção era recebê-lo também, porém mesmo tendo adquirido certa experiência em dupla penetração, aquilo me assustava. Mas o negão tinha vontade própria e avançou sobre mim. Abrindo minhas pernas ainda mais, meteu os dedos na entrada da minha vagina, espalhando os líquidos que escorriam. Ao enfiar um dedo, não segurei um gritinho de tesão. Em seguida, já estava esfregando a cabeçorra daquele cacete gigantesco nos meus lábios, no clitóris, anunciando uma penetração dolorosa. Seu pau era realmente enorme. Fiquei paralisada em cima do louro, que continuava gemendo, aguardando... Aos poucos, a cabeça entrou. Mal tinha me acostumado à sua presença, o negão continuou a penetração, me arreganhando completamente. Seu pau não tinha fim, ficou metade do lado de fora. Bastou que começasse a estocar para que eu gritasse e gemesse loucamente, obrigando o lourinho a tapar minha boca. Era uma sensação de plenitude indescritível: duas picas grossas me preenchendo. Parecia que os dois se tocavam dentro de mim. Eu me descontrolava, em berros contidos: "U.i... me arromba... me come... puta que pariu... me come... mexe... os dois... mexe..." Os dois me atendiam o quanto era possível. Eu olhava para baixo, vendo uma parte da ferramenta do negão desaparecer e reaparecer dentro da minha boceta dolorida. De repente, o louro começou a gemer mais alto... ia gozar... Ele acelerou os movimentos, disputando cada centímetro dentro de mim com o negão. Eu gozava seguidamente, sentindo as varas quentes me violando. Lamentei o desperdício daquela porra, que nem pude sentir no meu rabinho carente. Vendo o gozo do amigo, o negão se animou e passou a meter com mais violência, estocando com força. Meus músculos pareciam que iam se romper, mas resistiam bravamente, acolhendo o membro desproporcional. Um minuto depois, o negão anunciava: "Ai... vou gozar... vou gozar..." Rapidamente, eu avisei que tinha que gozar fora. Ele tirou o caralho, reluzente com aquela gosma o cobrindo e disse: "Então me chupa!". Eu desmontei do cacete que amolecia no meu rabo e agachei à frente do negro tesudo. Com a mão no seu traseiro, abocanhei o quanto pude, deixando que fodesse minha boquinha. Os jatos vieram em abundância, derramando um leite espesso, primeiro na minha boca, depois no meu pescoço. Eu engolia aquele gozo avidamente, aproveitando seu sabor primoroso e a consistência que nunca tinha experimentado. Continuei chupando o pau do negão por um longo tempo, limpando cada centímetro e acariciando seus testículos como prêmio. Ele mal conseguia ficar em pé. Ainda precisando de porra quente na boca, me voltei para o louro, que tinha acabado de tirar a camisinha. Vendo seu pau amolecido, me debrucei sobre seu colo, e comecei a lamber seu saco e pernas. Não demorou para o pênis mostrar sinal de vida e logo se reerguer. O negão sentou ao seu lado, com o caralho ainda meio duro, oferecendo uma visão deslumbrante das duas picas que tinham acabado comigo. Passei a chupá-los alternadamente, em demorados boquetes. Minha boquinha estava cansada, mas o desejo de engolir esperma não tinha passado e eu me dedicava ao objetivo. Lambia-os desde a base, depois colocava-os na boca, sugando a pontinha ou escorregando a boca em toda a extensão. Quando fiquei realmente exausta, segurei um com cada mão e iniciei uma punheta bem carinhosa. Eles me encaravam, dizendo entre gemidos: "Você é maravilhosa... você é um tesão..." Eu respondi: "Então gozem para mim..." Passados uns cinco minutos, entre mamadas e punhetadas, o louro avisou que ia gozar. Abri bem a boca, tentanto apontar o pau para dentro... Envolvendo-o com a mão, pude sentir as pulsações se intensificando até explodirem num jato de porra, seguido de outros menores. Ainda com a boca inundada, soltei seu pau e abocanhei o cacete do negão, derramando o gozo do outro nele. Não precisei fazer muito... logo ele também lançou sua porra na minha boca. O gosto de dois espermas diferentes me deixou alucinada. Enfiei o dedo na boceta e comecei uma siririca, depois auxiliada pelos dois. Eles ainda me fizeram gozar daquele jeito. Vestimos todos a roupa e voltamos à festa, lá para as três da manhã, separados. Fingi que tinha passado mal e vomitado, mas sabia que o gosto na minha boca era bem diferente. E inesquecível. Assim como a sensação entre as minhas pernas.
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CULPADO OU INOCENTE
" Quando tinha dezenove anos, casei-me com uma mulher de trinta e dois, de nome Kátia, conservadíssima apesar de ser mais velha do que eu, desquitada, tinha uma filha de nome Priscila com dez anos, fruto do seu primeiro casamento. No princípio, a menina me travava muito mal, pois não queria que sua mãe tivesse outro homem, com esperança de reconciliação entre seus pais, mas com o tempo ela se acostumou com a idéia e nos tornamos bons amigos. Hoje tenho 24, Kátia 37 e Priscila 15. Priscila se tornou o retrato da mãe, linda mas com 22 anos a menos. Há alguns meses atrás, aconteceu-me algo que me deixa com um sentimento de culpa e ao mesmo tempo muito feliz, veja porque. Estava eu deitado em meu quarto aproveitando meus últimos dias de férias, semi-nu assistindo um desfile da Garota Davene na Bandeirantes, tomava algumas cervejas e acariciava meu pau, quando que de repente, Priscila entra no quarto, acho que meu susto foi maior que o dela, pois eu imaginava que ela estava na aula de aeróbica. Ela olhou o volume entre minhas pernas que minha zorba mal conseguia esconder. Estático não sabia o que falar, apenas observava seus olhos subindo pelo meu corpo lentamente, sentia que ela saboreava a visão, até que seus olhos pararam fixos nos meus. Calada fechou a porta, meu coração disparou, não sabia o que fazer. Fiquei ali parado imaginando se deveria pedir ou não desculpas, pelo meu descuido. Como não encontrava uma solução, resolvi tirar a água do joelho, pois já havia tomado cervejas demais. Atrás da porta do banheiro percebi que o chuveiro estava ligado, mas como eu estava muito apertado e a porta estava entre-aberta, resolvi entrar. Pelo vidro do boxe, via as curvas daquela criança que se tornou moça tão rápido. Ela deixava a água escorrer em seu corpo como se ela estivesse acariciando suas curvas perfeitas. Levantei a tampa do vaso, com cuidado prá que não fizesse barulho. Nisso Priscila abre a porta do boxe, ela não demonstrou nenhum espanto, apenas me olhou fundo nos olhos e fechou a porta vagarosamente até que a porta cobriu sua visão. Voltei pro quarto sem saber o que pensar, milhares de coisas passavam por minha cabeça, deitei fechei os olhos e resolvi não pensar em nada. Cinco minutos depois, vejo a porta se abrir, Priscila embrulhada apenas numa toalha, caminhou lentamente em minha direção, parou ao lado da cama sem dizer nada, deixou a toalha cair, vi um corpo que confesso nunca havia visto antes, curvas perfeitas em uma pele morena com fortes marcas de biquíni, seus pelos pubianos eram ralos, fios dourados que podia se contar um a um. Me sentei a beira da cama e a abracei, senti seu corpo ainda molhado e seus seios, digo seios duros, roçavam minha cabeça. Ela levantou meu rosto e me beijou, seus lábios macios e finos, me excitaram de tal forma que não suportei mais, puxei-a para a cama, não me preocupando com nada. Beijei seus seios com seus bicos rosados, fui descendo em direção ao seu umbigo, fundo como seu olhar observando minha jornada, cheguei então em sua bocetinha, não acreditei, um lacre que pude sentir na ponta da língua, chupei seu grelinho, até que ela gozasse. Ela então me puxou de volta e me deitou por debaixo dela, ela seguiu os mesmos passos que eu, lentamente foi descendo me beijando até que vi sua boquinha linda em torno do meu pau, parecia que ela estava com uma maça na boca, me chupando sem jeito, sua inexperiência me excitava ainda mais, eu olhei aquele rosto lindo com seus olhinhos azuis entre seu cabelos loiros, não resisti e gozei como nunca, ela apenas fechou seus olhos e deixou que a porra escorresse em seu rosto. Ela limpou a porra do seu rosto com a toalha que estava no chão e voltou a me beijar, não demorou muito e meu pau já estava duro outra vez, ela então deu um beijinho na pontinha dele e sentou por cima dele vagarosamente, ela com os olhos fechados, uma nítida expressão de dor. Comecei então a chupar seus peitinhos e suas orelhas, senti ela toda molhada, foi quando senti seu lacre estourar, apenas a cabeça entrou, mas a dor era tanta que ela não aguentou e desceu de mim. Deitada comecei novamente a chupá-la, queria aproveitar cada segundo, como sua bocetinha era pequena precisei molhá-la mais com minha saliva, tive dúvidas em tentar novamente a introdução, mas resolvi tentar de novo. Ela fechou os olhos esperando a dor e eu lentamente fui colocando, a cada passo tirava o pau de dentro e lambrecava-o de saliva para que sua dor não fosse insuportável, e quando ela percebeu eu já estava todo dentro dela, podia sentir os cabelinhos da sua bocetinha relar nos cabelos do meu pau, comecei a entrar e sair de dentro dela, laceando para que ela não sentisse dor, e pudesse gozar junto comigo, e valeu a pena, ela gozou junto comigo num momento mágico, podia sentir o céu cair sobre mim, queria virar minha porra prá morrer dentro dela, transamos mais duas vezes e ela gozou todas junto comigo, algo que confesso nunca havia vivido. Ela desmaiou em meus braços de tão cansada e eu dormi vendo seu rosto de felicidade. Acordei vendo Kátia chorando, arrumando as malas, olhei pro lado e Priscila ainda estava na cama. Irada Kátia gritou o nome de Priscila, que acordou escondendo seus seios com o lençol. Priscila também arrumou as malas e partiu com a mãe. Achei que iria morrer de remorsos e ao mesmo tempo de saudades daquele corpinho lindo, eu que nunca havia me apaixonado antes agora estava louco por minha quase filha, bebia dia e noite tentando esquecer, só vi Kátia outra vez no fórum prá assinar o desquite. Mas um dia escuto a campanhia tocar, olho pelo olho mágico, só vejo um monte de malas, abro a porta e vejo Priscila mais linda do que nunca, olho mas não vejo sua mãe. Priscila pula em meus braços me perguntando se queria casar-me com ela. Antes que terminasse, disse que sim. Colocando as malas para dentro ela me pediu para ligar para sua mãe, avisar que estava tudo bem, mas ainda não deu tempo, porque fazem quatro dias que ela chegou e nos ainda estamos matando as saudades.
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DA MESA PARA O SOFÁ
" Olá. Meu nome é Sérgio, tenho 26 anos sou branco, porém todo queimadinho do sol de Maceió, cabelos lisos, olhos castanhos, 1,76 m., 75 kg., coxas grossas e peludas e um corpo malhado e bem definido, sou formado em Educação Física e proprietário de de uma conceituada academia. O que vou contar aconteceu quando eu tinha 18 anos, namorava com uma garota de 18 anos chamada Ana, ela era muito linda e gostosa. Tinha cabelos castanhos, um rostinho lindo e um corpinho de enlouquecer qualquer homem, coxas grossas e pernas compridas e roliças, seios médios com biquinhos róseos e fininhos e um bumbum de matar qualquer um de desejo! Aninha era bem safadinha, doida por uma sacanagem. Sempre ia namorar à noite na casa de seus pais, eu e ela sentados no sofá. A cada descuido deles, aproveitava para passar a mão no meu pau ou pôr minha mão em cima da sua bocetinha sem pêlos. A cada noite que passava, nossas loucuras e desejos iam ficando mais ousados, a ponto de eu sempre ir para a casa dela de bermuda e sem cueca; e ela me receber sempre com vestidinhos, sem calcinha ou soutien por baixo. Os pais dela de nada desconfiavam, pois planejávamos como faríamos as sacanagens sem que eles notassem. Depois de algumas semanas de namoro, estávamos bem avançados. Me sentava no sofá da sala, ela deitava no meu colo com uma almofadinha sobre a barriga e eu passava a mão por baixo, enfiando o indicador e o dedo médio na sua xaninha quente. Ficava masturbando-a por horas, fazendo-a gozar várias vezes. O que nos deixava mais excitados nessa situação era ouvir as vozes da mãe e dos irmãos dela conversando em seus quartos ou na varanda, enquanto a putinha ia à loucura com minhas carícias em seu grelinho. Na hora em que eu ia embora, ela me retribuía o prazer. Ficávamos encostados no portão da casa dela, eu de costas para a rua, e ela tocando uma punhetinha deliciosa em mim, levantando o vestidinho na hora em que eu gozava para receber os jatos quentes de esperma sobre a barriguinha ou sobre os pelinhos da deliciosa xoxotinha. Aquela situação começou a nos deixar loucos de tesão. Queríamos trepar de qualquer jeito!!! Mas ela não podia sair de casa sozinha comigo, por isso não podia leva-la a um motel. Porém, um dia, fui como de rotina para a casa dela e, chegando lá, Ana estava na companhia da mãe e de uma tia. O pai e os irmãos haviam viajado. Nos olhamos e nossos olhos diziam: "É hoje!" Ana usava um vestidinho com estampas floridas, sem nada por baixo. Sem trocadilho, eu estava com o tesão à flor da pele e meu pau latejava só de vê-la rebolando aquela bundinha deliciosa. A mãe e a tia não nos davam trégua, mas, para nossa sorte, foram para o quarto assistir à novela. Aproveitando a saída das duas, chamei Ana para tomar água na cozinha e, ao chegarmos lá, encostei-a numa mesa. Estava virada de costas para mim e eu, com pressa, levantei seu vestido, arriei minha bermuda e enfiei meu pau de uma só vez naquela grutinha maravilhosa. A sensação era indescritível. Metia com força, tapando sua boca para evitar barulhos e admirando aquela bundinha que tremia a cada estocada que eu dava na xaninha dela. Quando estávamos quase gozando, ouvimos um ruído e nos separamos bem rápido. Logo apareceu a mãe dela com a cara na porta da cozinha, mas já estávamos recompostos, com a cínica expressão de quem estava tomando um inocente copo de água. Voltamos para o sofá da sala e a mãe dela voltou para o quarto. O tesão que sentíamos era enorme e a "rapidinha" na cozinha não tinha nos satisfeito, queríamos mais. Em certo momento, tive a impressão de que a mãe e a tia dela estavam dormindo, pois não ouvíamos mais suas vozes. Pedi a Ana para verificar, ela foi ao quarto da mãe e saiu de lá levantando o vestidinho, pois as duas estavam dormindo. Entendi o recado e voltei a arriar minha bermuda, ela veio e sentou no meu colo, fazendo o meu caralho duro entrar fundo na xoxota dela. Ana, então, me proporcionou a melhor cavalgada, alternando movimentos rápidos e lentos de vaivém e rebolando a bundinha como se fosse uma putinha. Seus movimentos gostosos faziam o sofá tremer. Ana já havia gozado quando eu disse baixinho para ela que iria gozar também. A safadinha pediu para esperar um pouco, pois estava perto de gozar novamente. Ficou rebolando lentamente e contraindo o músculo da vagina, mastigando a minha vara com a sua xaninha gostosa. Gozamos simultaneamente, nos beijando para evitar os gemidos. Nos recompomos e fui para a minha casa. Ainda tivemos inúmeras transas fantásticas, como no dia em que tirei a virgindade anal dela, mas isso eu conto em outra oportunidade. Gostaria também de receber relatos e fantasias sexuais, e as garotas que quiserem se corresponder comigo basta me enviar um e-mail e responderei com o maior carinho...
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DEVORADA NA MESA DA COZINHA
" Essa história aconteceu a pouco tempo. Na festa junina do meu colégio, todos os meus amigos estavam, inclusive Raquel. Raquel é maravilhosa. Baixinha, porém com uma buceta pequena e apertadinha, seios fartos e durinhos e uma bunda de tirar o folego. Não perdendo a chance, peguei ela na festa. Já era 1 da manha, e ela queria ir para casa. Falou que não tinha com quem ir e pediu para eu ir leva-la. Não hesitei em aceitar. Andando pela rua, ela falou que seus pais viajara e que estava com medo de dormir sozinha em casa. Falei que iria dormir com ela, caso ela deixa-se. Ela respondeu que sim. Nessa hora, meu pau deu sinal de vida. Não iria perder a chance de fuder com essa mulher. Ao chegarmos no seu prédio, no elevador, comecei a beija-la, esfregando o meu pau, duro, na sua grutinha. Ela percebeu e empurrava a buceta no meu pau. Ao chegarmos ao seu andar, ela abriu a porta da sala e fomos para a cozinha. Sentei num banco e ela foi pegar uns copos no armário, porém como era muito alto, ela pediu minha ajuda. Cheguei por trás dela, espremendo-a na bancada, que ficava logo abaixo do armário. Não resisti e comecei a passar a mão pelas suas grossas pernas. Ela deixava. Virei ela e comecei a beija-la com força. Peguei ela e coloquei-a sentada na mesa, colocando as suas duas pernas em cima de dois bancos, abrindo suas pernas e deixando a calcinha a mostra. Comecei a tirar o seu vestido, querendo aquela buceta de qualquer modo. Tirei a calcinha e comecei a chupar aquela gruta. Era deliciosa. Pequena, apertadinha e com poucos pentelhos. Colocava a língua o mais fundo que podia, e eu conseguia ver ela se controcendo toda, já deitada na mesa. Tirei o vestido dela e deixei-a pelada. Tirei a minha camisa e quando abri o zíper da calça e botei meu pau para fora, ela tomou um susto. Ela nunca tiva visto um pau tão grande. Realmente, meu pau é grande (22 cm). Ela foi logo engolindo-o. Quase gozei na hora em que ela começou a mamar. Ela chupava muito. Ela tentava engoli ele todo. Ela chupava a glade e depois descia ao máximo. Ela parou de chupar e ofereceu a boceta. Já estava escorrendo líquido pela sua perna e fazendo poças na mesa. Arreganhei ela e comecei a botar. Primeiro a cabeça. Ela de um suspiro e pediu para enfiar todo. Obedeci e dei um estocada forte, para afundar todo o meu pau na sua bucetinha. Ela pulou. Comecei a acelerar as estocadas e ela começou a gemer muito alto. O nosso tesão subia cada vez mais. Ela forçava a boceta para frente no momento que eu a penetrava. Só faltava as bolas entrarem. Logo ela gozou e começou a tremer. Fazia tempo que ela não fodia. Coloquei mais umas vezes e gozei com fartura. Gozo ficou escorrendo pelas suas pernas. Deitamos na própria mesa. Alguns minutos depois, não resistindo, comecei a bolinar ela por trás, passando o meu pau pelo seu cu, querendo come-lo de qualquer modo. Deixei-a deitada na mesa, e comecei a beijar a sua bucetinha, por baixo, e seu cu. Ela estava toda molhadinha. Foi quando eu puxei-a, colocando as suas pernas para baixo da mesa, deixando a vista a sua buceta e o seu cu maravilhoso. Eu encostei a cabeça do meu pau no cu dela. Ela tremeu, e começou a falar besteiras, pedindo que eu metesse o mais rápido possível. Obedeci. A cabeça entrou e ela deu um suspiro e, de uma vez, botei o resto. Ela gritava, de dor e de tesão. Eu botava e tirava rapidamente e ela empinava o bumbum, querendo que tudo entrasse de uma vez. Ela já não falava coisa com coisa quando eu tirei o meu pau do seu cu. Ela virou e pediu para que eu gozasse no seu corpo, na sua boca. Gozei com muita fartura, deixando seu peitos brancos e sua sede saciada. Ficamos ali mais algumas horas e fomos tomar um banho. Depois eu conto essa história. Se quiserem aproveitar como Raquel aproveitou nesse conto, não hesite em mandar um E-Mail para mim.
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FAXINA NO GALPAO
" 0 Léo era meu amigo desde a adolescência. Éramos muito íntimos, e mais tarde ficamos "íntimos demais". Seu Jorge, pai de Léo, me tratava com muita cordialidade, como se fosse da fami1ia. Mas as vezes parecia que ele me olhava de um jeito diferente, estranho, principalmente quando não tinha ninguém por perto. Seu Jorge era um quarentão : bonito, tinha um peito largo e musculoso, de quem ja foi nadador profissional, coxas grossas e lisas, pele clara, barba rala ruiva e uma "mala" ' que me fazia viajar na imaginação. Ele olhava tanto que cheguei a encanar, achando que ele estava desconfiado de seu filho e de mim, mas depois vi que não era bem isso. Mas era o pai do meu amigo, né? Não podia dar mole. Era melhor ficar na minha pra ver no que dava. Sempre viajei com Léo e seus pais para Campos do Jordão, numa casa não muito distante da cidade. No ano passado, quando eu estava " com 19 anos, fomos passar um feriadao prolongado em Campos do , Jordão. Fomos todos no mesmo carro, do seu Jorge. Numa das paradas na estrada, quando ficou sozinho comigo, seu Jorge me disse: - Nesse feriado, tenho uma surpresa gostosa para você, mas isso fica como segredo - disse, com uma olha sacana e apertando de leve seu pau por cima da bermuda. Fiquei abismado e excitado. Durante toda a viagem, não me continha de curiosidade e tesão. Sera que o tal "segredo" era o que eu ' estava imaginando? E o que significava aquela massageada no pau? Chegamos tarde da noite, tomamos um lanche e fomos pra cama. : Fiquei no mesmo quarto do Léo e ele tentou transar comigo. Mas a '. imagem do pai dele não saia da minha cabeça. Dei uma desculpa qualquer, disse que estava muito cansado e me meti na minha cama para dormir. Ele ficou meio puto, mas acabou pegando no sono antes que eu. No dia seguinte, depois do café da manha, seu Jorge disse que ia ao galpão fazer uma faxina. Léo e sua mãe inventaram de ir até a cidade . fazer umas compras e me convidaram pra ir junto. Mas seu Jorge pediu ,. se eu não podia ficar para dar uma ajuda na faxina. Então acabei ficando. Léo e dona Olga partiram. Assim que se viu sozinho comigo no , galpão, seu Jorge começou a me dizer que sempre teve vontade de estar só comigo. - Por que? - perguntei, ja excitado. - Nunca percebeu? Tenho o maior tesão por você, Marcio - respondeu o pai do meu amigo, massageando de novo seu pau por cima da bermuda. Pelo volume, seu membro devia estar bem crescido. Ao ouvir aquilo, tentei desconversar, mas ele continuou falando que tinha um enorme desejo de transar comigo. Eu estava envergonhado, não sabia o que dizer. Eu também estava morrendo de tesão, mas estava meio constrangido. Seu Jorge se aproximou, me segurou pela cintura e tentou me beijar. Na hora entrei em pânico, escapuli do seu abraço e fui para o banheiro. Naquela altura, minha imaginação ja viajava e eu estava de pau duro. Ouvi batidas na porta. Era seu Jorge, pedindo pra eu abrir. Não resisti mais, abri a porta e dei de cara com ele so de sunga, com metade do seu pau, grande e grosso, pra fora. - Olha como você me deixa, Marcio - disse ele, com a voz rouca de tesão. - Pega nele, da uma chupadinha pra mim, da? Perdi toda a vergonha e me entreguei ao prazer. Ajoelhei-me na sua frente, tirei o resto da sunga, segurei sua pica e abocanhei aquela jeba inteira. Minha língua se enroscava naquele cabeçona vermelha e descia até as bolas do saco, enormes e peludas. Que pau delicioso! Seu Jorge me segurava pela cabeça, massageava meus cabelos e movimentava-se num vaivém lento, fazendo com que eu engolisse todo seu pau. As vezes eu engasgava, dai ele tirava a rola da minha boca, me dava um beijo e recolocava o pinto entre os meus lábios, metendo devagar, fodendo sem pressa. Eu lambia seu saco, descia por ele e quase tocava seu cu com a ponta da minha língua. Então, seu Jorge segurou minha cabeça com mais firmeza e aumentou o ritmo, passando a foder com vigor a minha garganta. Não demo. rou muito e ele inundou minha boca com seu esperma quente e agridoce, quase me afogando com tanta porra. Engoli o que pude, mas um pouco acabou escorrendo pelo canto dos lábios. Ele me ergueu e me beijou, sugando o resto da sua própria porra. Desceu pelos meus mamilos, mordiscando-os e me fazendo gemer de tesão. Dai ele me mandou debruçar sobre a pia e começou a lamber meu botão de carne, que piscava muito, louco para levar aquela jeba grossa e dolorida. Seu Jorge não perdeu tempo e continuou lambendo meu cuzinho, enquanto forçava um dedo nele. Quando entrou, dei um gritinho de dor - seu dedo era bem grosso, mas a rola era muito mais. Ele manteve seu dedo dentro de mim e depois começou a enfiar e tirar, tentando relaxar minha rosquinha. Assim que descontrai o rabinho, ele enfiou outro dedo. Dei mais um gemido dolorido, mas dessa vez ele enfiou com mais força. Vi estrelas e fiquei louco de vontade de sentir sua pica no cu. Quando reparou que eu ja estava mais acostumado e devidamente preparado para a penetração, ele se levantou, posicionou-se atras de mim, afastando minhas coxas com as suas. Ele passou um creme no pau, apontou aquele petardo na porta do meu cuzinho e forçou a chapeleta no buraquinho. Na segunda estocada, a ponta passou e entrou devagarinho, rasgando minhas pregas. Gritei alto e ele deu uma parada. Respirei fundo e pisquei o anus. Seu Jorge achou que eu estava pedindo mais pica e atolou um bom pedaço de vara no meu reto. Gemi de dor e prazer. Ele foi em frente e colocou tudo. Eu me movimentava como uma cadela no cio, rebolando minha bunda com aquela tora toda dentro. - Mete, ai... Mete mais, seu Jorge... Ssshh! Me fode... Me arromba... - eu suplicava. - Rebola, viadinho... Rebola pra apanhar... - gemia ele, aplicando uns bons tapas nas minhas nádegas, que ardiam em brasa por dentro e por fora. Aquilo me fazia ficar ainda mais louco de tesão. - Bate, bate no teu viadinho... Ai, me fode forte... Naquele frenesi, seu Jorge aumentou o ritmo, me comendo com bastante força e violência. Meu cuzinho latejava e eu estava tonto. Em meio a urros e gemidos, ele apertou minha cintura, enterrou toda a rola de uma vez e gozou, inundando meu reto de porra quente. Com a outra mão, ele me punhetava, o que me fez gozar também. Ficamos ali mais um pouco até que sua jeba amolecesse dentro de mim. Então fomos tomar um banho. Pensei que tudo havia terminado, mas estava enganado. Aquele coroa era bem tarado. Enquanto me ensaboava, seu Jorge acariciou meu corpo até chegar na minha pica mole. Logo meu pau estava duro com aquela massagem safada. Ele lavou bem meu pinto, ajoelhou-se na minha frente e abocanhou meu cacete. Engoliu tudo e chupou com carinho, deslizando seus lábios por toda minha rola, num vaivém gostoso. Enquanto isso, ele enfiou de novo seu dedo grosso no meu cuzinho dolorido. Não agiientei e gozei na sua boca. Seu Jorge gozou no meu pé, batendo punheta. Ele levantou-se, me beijou demoradamente e so então terminamos nosso banho. Não demorou muito pra Léo e dona Olga chegarem da cidade e nos encontrarem fazendo faxina no galpão. Ninguém desconfiou de nada. No resto do feriado, não tivemos chance de ficarmos sós de novo. Foram só olhares cúmplices. Depois de voltarmos para São Paulo, ele me convidou para sair e fomos varias vezes para motéis repetir tudo aquilo. Três meses depois, ele acabou alugando uma quitinete e sempre que podemos vamos la, fazer uma "faxina".
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FÉRIAS EM FAMÍLIA ? II
" Continuando ... Surpresa !!! Voltei a meu quarto e depois de outro banho revitalizante fui a sala assistir TV, havia um filme que estava próximo ao fim, depois do qual voltei a meu quarto. Minha irmã parecia dormir, eu pulei na cama e "peguei no sono" rapidamente. Em pouco tempo, acho eu, tinha outro sonho erótico ... e acordei, assustei-me tremendamente, minha irmã adotiva estava entre minhas pernas e chupava meu pau com força e sonoros barulhos molhados. Refeito do susto, nem mesmo tive tempo de reclamar, gozei rápido, provavelmente por achar que aquela carinha de anjo não poderia fazer aquilo ... E pensando bem ela era um tesão, seios grandes, bem redondos, e uma bundinha muito gostosa. Gozei fartamente. Ela então me pediu que não falasse nada, mas tinha ficado com tesão demais ao me ver com Ana e pediu desculpas por ter nos espionado nos primeiros dias, depois acabou confessando que também me havia visto transar com ela, e que o maior tesão que sentira foi ver meu pau sendo masturbado por aquela menina. Eu ficara atordoado com tudo aquilo. Me limpei de meu gozo, voltei ao quarto e ela estava em minha cama ainda, com a cabeça entre as mãos. Falei que não sabia como mas estava tremendamente excitado, ela emendando disse "É, dá pra ver daqui". Fez uma cara de putinha que nunca vou esquecer ... Pedi que ela tirasse o pijama, me deixou ver aqueles seios deliciosos ... meu pau estava molhado de tesão somente de ver aquilo, ela seguiu tirando o short e a calcinha, sua bucetinha era bonita também, tinha os pelinhos aparados e curtos, com salientes grandes lábios. Ela me provocou falando que eu lhe devia três gozos, fiquei assustado e lembrei dos sonhos molhados que tivera nos dias anteriores. Concordei e prossegui fazendo-a gozar em poucos instantes com a língua em sua xotinha molhadíssima e muito tesuda de chupar. Ela gemia muito e mordia o travesseiro, não temi que nossos pais ouvissem pois nosso quarto era no lado oposto ao deles, e com frente para outro lado. Ela me contou como me espionava as vezes em casa, e como se masturbava me olhando ou lembrando de mim. Disse ainda que vez por outra pegava os filmes, não pornôs, mas eróticos que eu alugava raramente e os via se masturbando. Em pouco tempo ela pulou sobremim, esfregando aquela buceta molhadíssima em meu peito o que me deixou louco de tesão, ela então foi abaixando e chupou levemente meu pau, alcançando uma camisinha próxima me vestiu rápidamente, e quando vi ela já me subia e deixava deslizar meu membro para seu interior, quase gozei nesse ponto, e puxando-a pra baixo de uma vez fiz com que enterrasse tudo em sua gruta, ela deu um gritinho mais abafado e gemido ao mesmo tempo, segurei-a imóvel por um tempo para que passasse a rápida subida de meu gozo, em pouco tempo nos mexíamos ferozmente, pedi pra ficar atrás dela e bombeava com força tudo dentro e a seguir fora, torturando-a vez por outra com a pontinha apenas de meu pau na entrada e esfregando seu clítoris, ela gozou e aproveitei a deixa para também deixar meu pau sair e coloquei na entrada de sua bundinha, ela se virou com cara de desesperada mas ainda gozando foi lenta, não perdoei e entrei a pontinha, fazendo com que ela gemesse alto e me fizesse gozar. Acho que quase estourei a camisinha com toda a força que fiz para entrar naquele cuzinho muito apertado. Caí sobre ela e ela sobre a cama, ficamos imóveis por um tempo e aproveitei para sair e ir ao banheiro, na volta ela me disse que aquilo era uma loucura e que eu nem tentasse de novo seu cuzinho pois ainda era virgem, e doía bastante. Mas que tinha sido bom pois ainda fizera ela gozar mais profundamente. Dormimos na mesma cama, ela nua a minha frente, quase não dormi direito, na manhã, meu pai bateu aa porta e dissemos que já íamos, ela subiu no meu pau de frente pra mim, não resisti e apertava muito seus seios, e esfregava seu clítoris de novo com o dedo ... enfiei ainda outro com meu pau, qdo ela gozou, eu estando muito próximo de meu gozo também tirei rapidamente dela, por medo de gozar lá dentro, sem camisinha, e ela o encaixou entre seus seios deslizou algumas vezes pra cima e pra baixo o suficiente para em segundos me fazer gozar novamente. Estava muito cansado. Saímos, tomamos café, fomos à praia e tomamos sol toda manhã. Quando fomos à cidade próxima ficamos por lá toda tarde. À noite nos recolhemos cedo, voltaríamos no dia seguinte, mas não queria descansar, somente transar com a garota que me dava tesão extremo, ficava com tesão quase todo tempo a seu lado agora, e ela antes mesmo de trancar a porta já estava com a mão dentro de meu short, apertando meu membro. Pulamos na cama e eu a despia com muita pressa, chupei todo seu corpo, num beijo muito prolongado ... em todo ele ! Não deixei que me chupasse. A tarde qdo na cidade providenciamos mais preservativos, pois estavamos sem. Passei óleo de bronzear nela e enfiava um dedo em sua bundinha gostosa, ela gemia muito enquanto falava impropérios em seus ouvidos. Chupava sua orelhinha, e tinha muito tesão por todo aquele corpo que agora descobria. Ela teve dois orgasmos com minha boca em seu clítoris e vagina, muito molhada. Penetrei sua vagina molhada em movimentos lentos e longos a princípio, mas logo eram fortes e rápidos, ela gemia muito forte o que me dava mais tesão. Senti que estava perto de gozar, tirei dela e tirando a camisinha esfreguei-me em seus seios e despejei lá enorme quantidade de gozo ... Tinha que descansar um pouco e ela me deixou para se lavar. Ao voltar, só mesmo de olhar seu corpo e dela fazer movimentos sexy e ousados com os dedos estava duro novamente, ela colocou nova camisinha e sentou-se sobre meu pau, o que era,já nossa posição favorita, ela por cima, e rebolava muito gostoso comigo totalmente dentro, era ótimo. E sem que eu esperasse havia passado óleo no seu cuzinho e subiu tirando meu membro de sua bucetinha tesuda e agora forçava a entrada de seu orifício mais estreito, quase gozei qdo senti aquilo, ela deixou passar a cabeça e gemeu forte um "ai" repetido de tesão e dor, me disse que se não aguentasse tiraria, procedeu baixando devagar e quando estava quase todo dentro sentou com mais peso deixando o restante entrar, era ótima a sensação. Em pouco tempo depois de acostumar com a largura ela se mexia quase que rápido para cima e para baixo. Trocamos de posição e para entrar novamente por trás dela, com ela de quatro dessa vez a resistência foi quase a mesma, entrei e me movimentava muito rápido, ela pediu que eu tirasse a camisinha e que gozasse em seu reguinho, e suas costas, tirei, ainda entrei por algumas vezes naquele tesão de bundinha, como era bom massagear aquelas carnes durinhas e grandes, eu a apertava muito e tirando meu pau dela gozei em fortes jatos, mas pouco, em suas costas e bundinha. Elra era realmente um tesão. Não lembro de mais nada, acho que dormi, e acordei com ela tentando me montar novamente, deveria ser perto de 6 da manhã. Gemi de tesão e ela deixou tudo entrar de uma só vez, com um gritinho, ela mordia meu ombro e mexeu rapidamente sobre mim, rebolando sua deliciosa buceta sobre mim, podia sentir como estava molhada, qdo tirou meu pau, depois de gozar, ele reluzia de seu gozo e lubrificação, pedi pra colocar entre seus seios novamente e fazer uma "espanhola", gozei novamente nela, desta vez molhando seu rosto ... Tomamos um rápido banho com muitos amassos e saímos para tomar café e seguir viagem. Ainda tivemos algumas experiências sensacionais, até mesmo involvendo outras pessoas que contarei assim que tiver mais tempo. Gostaria de receber histórias semelhantes de pessoas que tenham experiências parecidas, ou muito excitantes. Tenho ainda, muito tesão de tentar uma dupla penetração com minha irmãzinha, que já consentiu e também tem tesão com isso, por isso nos escrevam !
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FÉRIAS EM FAMÍLIA ? I
" Aconteceu em 1997, no início do ano. Estávamos em férias e a família tinha viajado para uma praia do litoral paulista. Estávamos em dois quartos, eu com minha irmã (que fora adotada e tem 19 anos) e meus pais na outra. A pousada era muito agradável e aproveitamos nossos primeiros dias a sós naquele lugar para apenas descansar. Alguns dias depois mais hóspedes chegaram, duas famílias de SP, Capital, eram todos muito simpáticos mas queria realmente era ficar mais íntimo de uma das filhas do casal mais velho que chegara, Ana era muito simpática e bem feita de corpo, cabelos castanho claros e simpática. Depois das habituais aproximações, dois longos dias sendo que na noite do segundo pude ficar com ela na rede fora da pousada de frente para o mar, próximo de meu quarto. Ficamos nos beijando muito e ela deixou que puxasse os lados de seu biquíni e apertasse e chupasse seus seios, que médios eram muito durinhos e com bicos que ficavam durinhos ... Adoro seios ! E aproveitei, ela gemia muito mas não deixou que fizesse mais nada naquela noite além disso. No dia seguinte ficamos o dia fora e ela me procurou a noite no meu quarto, eu pedi um tempo pra tomar uma ducha rápida e fui a seu encontro, estava muito cheirosa, perfumada mesmo, e permitiu depois de alguma insistência que fossemos mais adiante que na noite anterior, fi-la gozar com meus dedos não antes de ela me fazer despejar o que parecia interminável quantidade de esperma em sua mão, numa deliciosa punheta enquanto nos beijávamos...Ela era muito apertadinha e gemia na minha boca, um tesão completo ! Muito quente ... Não resistindo ao tesão ainda antes de irmos dormir a masturbei de novo, em pé, junto a parede de seu quarto e senti que ela tremia no momento de seu gozo. Era ótimo ver sua expressão de tesão e gozo, ela era realmente linda... No dia seguinte fomos a uma cidade próxima juntos passamos o dia juntos como namorados, minha irmã passeava com a irmã dela, um pouco mais nova que nós, pareciam se dar bem. A noite, como eu esperava, Anda deixou que fosse mais adiante ainda, Eu estava com muito tesão e esperava que nossa transa fosse boa, como foi. Depois de muitos amassos e de fazê-la gozar por duas vezes chupando-a e com os dedos ... aato contínuo esfreguei meu membro à entrada de sua xotinha que estava extremamente molhada e estrava devagar sentindo o seu corpo tão próximo ao meu, era ótimo eu puxava seus cabelos e apertava seus seios, ardendo de tesão, ela gemia em meu ouvido falando coisas excitantes e dizendo pra entrar mais forte nela pois estava à beira de outro orgasmo. Fiz e eu mesmo estava perto, apertando sua bundinha gostosa quase a levantando gozei no fundo de sua bucetinha quente, logo tirei meu membro dela e com todo o tesão ainda nao tinha perdido a ereção, tirei a camisinha colocando uma nova logo e mudando de lugar um pouco, ela segurou na cerca que rodeava o terreno da pousada e colocando uma perana à frente me facilitou a entrada em sua bucetinha ... Bombei muito tempo e ela gozou novamente, me sentia muito cansado já mas ainda não tinha gozado e tirei meu pau de sua grutinha mirei em seu cuzinho que parecia muito apertado entrei devagar, ela deixava, enquanto isso eu apertava devagar seus seios ... Ela estava tão quente quanto eu e qdo já tirava e recolocava com força ela pediu para parar pois estava doendo um pouco, por que era muito grosso segundo ela, e voltei a sua bucetinha que ainda parecia tão appertada quanto seu cuzinho, em poucas estocadas gozei ela junto comigo gemendo muito alto. Resolvemos acabar por aquela noite, estava muito cansado ... Nos despedimos e voltei a meu quarto, tomei um banho rápido e deitei logo. Antes de amanhecer tive sonhos eróticos e acordei com uma ultra ereção, meu pau doía, como se tivesse ficado duro por muito tempo, e notei que havia gozado na cama, mas não sabia como pois estava de short e não haveria como ter acontecido. No dia seguinte cada um pro seu lado ... No fim do dia, após a janta, novamente fiquei com Ana, nosso tesão era incontrolável, teria que dormir cedo, fomos rapidamente para a parte de fora da pousada, na areia da praia, onde ela me cavalgou rapidamente e antes mesmo de eu gozar, mas logo após seus próprio orgasmo, ouvimos seu pai gritando por ela. Então ela pulou de cima de mim, tirou a camisinha e me fez gozar rapidamente me chupando e masturbando rapidamente, atingi todo o seu rosto com grande quantidade de gozo, devido a meu tesão de ver aquele rosto extremamente sexy. Nos despedimos e ela foi dormir, não iríamos nos ver mais. Ela voltaria no dia seguinte para casa, tentou ficar na pousada para voltar depois de ônibus mas seu pai não deixou.
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3. A BUNDINHA APERTADINHA DA PRIMINHA
Minha mãe tinha contratado uma empregada nova, e coincidiu com a fase em que eu me masturbava todo dia. Um dia, vi que a safada estava me observando, mas mandei ver. Gozei pensando na boceta de Marta, a empregada que iria traçar de qualquer jeito. O problema era que eu tinha mais três irmãos meio tarados, e sempre um atrapalhava a foda do outro. O clima em casa ficava de cio completo quando nossas primas vinham nos visitar. Mas eu não estava nem aí para as priminhas. Queria mesmo era traçar Marta, uma mulher tesuda e com lábios carnudos. Na segunda vez que ela me flagrou numa masturbação, foi mais ousada: ?Conheço um jeito melhor de fazer isso...?. Entrou no meu quarto, encostou a porta, pegou meu cacete e começou a chupá-lo. Segurei aquela gostosa pelos cabelos e comecei a cadenciar os movimentos. Era como foder em uma boceta, mas com uma língua maravilhosa atiçando a cabeça do pau. Quando gozei, segurei firme a cabeça de Marta e enchi sua boca de esperma. Ela engoliu tudinho, e nem levantou a cabeça para ver minhas condições. Continuou o boquete, até meu cacete endurecer de novo. Quando ela sentiu o pau latejando, disse que tinha uma surpresa para mim. Tirou a saia, a calcinha, ficou de quatro: ?Enche meu cuzinho com esse mesmo leite quente, enche...?. O cacete demorou um pouco a entrar, pois seu buraquinho era muito apertado. Somente quando lambuzei a vara na sua xota, a penetração ficou mais fácil. Comecei a foder gostoso no cu daquele mulherão, e percebi um barulho na porta. Não vi direito, mas dava para notar uma movimentação de mulheres. Eram as primas. Cinco dias depois dessa trepada inesquecível, Marta me chamou. Minha prima mais nova, que acabara de fazer 18 aninhos, estava a fim de fazer a mesma coisa comigo, pois tinha visto tudo pela fresta. Fiquei eufórico! Marta organizou tudo, e até me aconselhou a ir com calma, para não arrombar a priminha. No dia e horário combinados, Marta iniciou um boquete. A priminha já estava no ponto. Quando a prima chegou, estava sem jeito, meio vermelha. A empregada tarada rapidamente resolveu aquilo: ?Ei, você, fique ali ao lado dele e comece a tocar uma punheta, vamos...?. Quando eu estava doido de tesão, ela mandou a priminha tirar a roupa. Marta me olhou e piscou o olho: ?O resto você já sabe como fazer". E saiu, me deixando sozinho com a prima ainda virgem. Fechei os olhos e mandei a priminha chupar meu cacetão. Ela começou meio timidamente, mas logo pegou gosto e mamava como uma veterana. A priminha já estava toda excitada... Tirei o cacete de sua boca, coloquei-a de bruços na cama e passei a lamber seu traseirinho. Quando encostei a cabeça no seu orifício, ela deu um suspiro. Mandei ver na priminha! Ela soltou um grito quando
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