Pouco tempo atrás convidei minha mãe pra ir à praia e ela demostrou interesse, mas queixou-se de que não estava depilada, então fiz um teatrinho de infelicidade que a deixaria com culpa, mas logo consertei sugerindo eu mesma fazer a depilação dela. Ela me perguntou se eu sabia depilar com cera e respondi que faço minha depilação com barbeador e sugeri que ela experimentasse. De inicio ela não gostou da ideia, mas topou. Fiquei igual uma maluca de tanta ansiedade pra preparar os materiais e o local, mas fiz com naturalidade pra não despertar nenhuma suspeita. Ajeitei-a em cima da mesa e pedia que ela se ajeitasse naturalmente porque percebi uma certa vergonha de se mostrar pra mim.
Confesso que fiquei surpresa de ver uma buceta enorme e linda na frente da minha cara e imaginei meu padrasto lambendo aquele grelo enorme sem contar que ao pensar nele metendo aquele cacete ali me deixou com a xoxota piscando de excitação.
Depilei-a com muito cuidado e fiz com tanta qualidade que tinha certeza que dali por diante seria eu quem iria cuidar desse serviço. No final ela elogiou e então fomos à praia. Até esse dia não tinha notado como minha mãe tem um corpo lindo, mas sempre a notei sendo uma mulher extrovertida e com opiniões bem liberais e a frente de sua idade.
Foi um dia maravilhoso e a noite ao deitar pra dormir lembrei-me de cada detalhe do corpo dela, principalmente de quando ela estava deitada na mesa de pernas abertas e eu pedi pra dobrar os joelhos e segurar no alto que foi quando notei aquele cu rosado que piscava quando ela fazia algum movimento. Nos dias seguintes demostrei mais carinho por ela e me senti muito bem.
Passado uma semana perguntei se queria a depilação; ela hesitou e eu não deixei ela se negar e insistentemente pedi pra me deixar depilar ela até que concordou e marcamos fazer mais à tarde; eu nunca vi a hora passar tão devagar como naquele dia. Preparei a vasilha de água quente e o resto do material; ajeitei a mesa com uma toalha enquanto ela tomava banho e ao sair deitou-se na mesa nuinha e sorriu de forma safada e retribui sentindo que o clima de intimidade estava iniciando. Dessa vez minha mão ajeitou a pele daquela buceta com mais naturalidade e já pude abrir os lados e esticar pra cima e pra baixo pra facilitar a depilação; ela nem questionou e aceitou tudo de forma natural. Aproveitei e ao terminar passei agua pra tirar o creme de barbear do meu padrasto e enxuguei com uma toalha com muita delicadeza e deu uma beijoca de estalar no grelo dela e disse “pronto”; ela se contorceu e me chamou de maluca; adorei.
No dia seguinte notei que ela estava com um vestido fino e sem calcinha e rapidamente pensei que não podia deixar escapar aquela oportunidade de fazer alguma coisa até que a ideia veio e eu esperei que ela fosse pra cozinha lavar alguma louça como costumava. Abracei-a por trás como já estava fazendo nos últimos dias e coloquei a mão na cintura dela e perguntei inocentemente, só que não, se estava sem calcinha, ela respondeu timidamente que sim e eu respondi “que legal, também adoro ficar sem”, mas não me lembro de algum dia eu ter ficado sem calcinha mesmo em casa.
Com muito sacrifício deixei-a e fui ajudar em outras coisas pra agrada-la, mas rapidamente fui ao quarto e troquei o short por uma saia e fiquei sem calcinha também, mas por vezes tive que ir ao banheiro enxugar a xana que melava sem parar. Puxei assuntos bem polêmicos sobre amor, sexo, sexualidade, gêneros e fiquei surpresa com a naturalidade e aceitação da parte dela, já que nunca tínhamos tido conversas como aquela. Então comecei contar as aventuras que tinha com meu namorado e ela resolveu me dar mais atenção me convidando pra sentar no sofá. Contei que não sou mais virgem e que estou em uma faze de ter muitos desejos sexuais e quero realiza-los, mas que não quero ter um relacionamento dito normal pela sociedade; ela perguntou qual era esse desejo e respondi que ainda não estava preparada pra falar. Ela percebeu que teria que respeitar esse tempo se quisesse saber mais sobre mim.
Nos dias seguintes ela me adotou como confidente e contou-me coisas que me fez senti-me uma criança e em um desses assuntos eu me lembrei de um momento que meu padrasto pediu pra mijar na boca dele, mas eu não consegui, e contei a ela como se fosse um namorado que me pediu; ela sorriu e disse que era normal pra ela isso e perguntei se ela já fez isso e respondeu sorrindo, “eu sempre faço”, arregalei os olhos e perguntei, como¿ se eu tranco na hora e não sai nada! E ela me disse que eu teria que abrir uma torneira próxima pra relaxar e ouvir a agua caindo e isso ia facilitar pra eu mijar na boca do meu namorado. Logo imaginei: então meu padrasto vai ter o que quer e ele vai até se engasgar com a mijada que vou dar na boca dele.
Nesse momento não me contive e enfiei a mão debaixo da saia e comecei a alisar a xoxota e minha mãe reparou e disse: é melhor você ir pro seu quarto resolver isso. Dei um salto do sofá e corri pro quarto tocar uma siririca até que gozei alucinantemente.
Nos dias seguintes aconteceram coisas maravilhosas que só vou contar-lhes na próxima semana pra isso não ficar muito extenso ok. Tchau.