__Quero ver seu pau!
Depois de um breve momento de indecisão, analisando a situação e vendo que também estava interessado nela , n]ao como irmã, mas como mulher, ele desceu o calção expondo um pau duro e convidativo que alegrou os olhos de Carla, que se debruçou sobre ele e o tomou na boca, chupando a cabeça da rola, sentindo seu irmão estremecer. Chupou, os ovos dele e depois quando subiu para a glande a engolfou e levou a mesma até a garganta. Começou a balançar a cabeça de um lado para o outro, subindo e descendo, num boquete alucinante, que levava seu irmão a segurar em seus cabelos para que nada atrapalhasse aquela chupada. Quando ela parava por alguma razão, ele continuava estocando sua boca como se fosse uma boceta e tanto fez, que acabou por gozar e derramar um grande quantidade de porra na boca dela. Carla, quase que sufocada, engoliu tudo e ainda sugou a cabeça da rola para retirar o que poderia ali ficar. Refeitos daquela, quase ejaculação precoce, conversaram e se declaram amor, não apenas fraterno, mas amor físico. Ficaram nas caricias, um reconhecendo o corpo do outro, até que recuperados, ela se deixou possuir. Sentiu a vara entrar e teve um surto de extrema euforia, onde os palavrões se sucederam, enquanto era estocada selvagemente. Ficaram naquele embate por longo tempo, até que ela desejou que ele a enrabasse. Deitou de bruços e levando ambas as mãos atrás, separou as nádegas e ofertou o cu ao irmão. Pedro, olhou para aquele orifício que se contraía e ficou alucinado, desceu a boca até ele e o chupou, lambeu e o deixou bem lambuzado de saliva, logo após, fez o mesmo na glande e com as pernas separadas montou nas coxas da irmã, indo de encontro ao cu oferecido, onde posicionou a glande e foi empurra, escutando ela gemer de dor. Reconheceu que seu pau era grosso, mas recuar naquele momento não queria e por isso foi em frente, mesmo ela batendo os pés atrás de si, sobre a cama. Milimetro por milimetro ele foi entrado, se perdendo no delicioso esconderijo que abrigava a passos lentos, toda sua vara, até os ovos baterem na pele. Se estirou sobre o corpo dela, apoiou o peso do seu corpo, nos braços esticados ao lado do corpo dela e começou a bombar o pau no cu que o recebia. A cada estocada se ouvia um gemido, que o deixou preocupado a ponto de perguntar se devia parar:
__Se parar eu te mato, seu filho de uma puta - disse Carla entre dentes e até ensaiou rebolar sob o corpo do irmão para dizer que estava tudo bem, então ele continuou e foi dando mais rapidez aos avanços. Fodeu a bunda dela e a deixou bem recheada de porra, pela segunda vez naquele dia. E assim sempre que tinham um oportunidade de foder, fodiam, como estavam fazendo no banheiro,. sobre o piso frio, onde ele bombava a rola sem dó nem piedade, para delírio de sua irmã, que absorvia cada golpe dado pela pica, com alegria e satisfação. Depois brincar na boceta dela, se retirou em meio ao seu suco farto e pedindo que ela elevasse as pernas, salivou sua bunda e direcionou a pica para o cu, que o recebeu sem impor barreiras. Carla, gostava de sexo anal, e nele dava vazão a todo seu tesão, que sentia pelo irmão e sua rola deliciosa. Olhavam´se ele mandava beijos que depois eram selados, lábios com lábios, na fusão do grande amor que sentiam.