Isso que vou relatar aconteceu no Rio de Janeiro. Estava saindo do trabalho na zona sul e tentando ir pra zona norte, naquele horário de trânsito insuportável, meu ônibus demorou para chegar e quando chegou, estava cheio. Apenas um assento e lá no fundo. Por vários motivos, sempre evito o fundo dos ônibus mas, diante do cansaço e do tempo que levaria o trajeto, fui me sentar no tal assento livre, ao lado de um rapaz. Ele é magro, moreno claro e mais alto que eu. Traços bonitos. Enquanto eu caminhava, percebi que o rapaz me olhava de maneira discreta, tentando disfarçar para que os outros passageiros não percebessem. Quando me sentei, pude perceber que ele virou a cabeça pra me olhar de maneira rápida mas mesmo assim ele me mediu da cabeça aos pés. Olhei pra ele, que virou o rosto rapidamente e começou a olhar para a janela, que estava fechada. Então, comecei a olhar para ele através do reflexo do vidro. Ele percebeu, olhou pra mim novamente e encostou a coxa na minha. Como sou meio tímido, baixei o olhar mas, quando fiz isso, mirei na mala do cara.
O safado percebeu e já pegou no pau, sempre cuidando para ser discreto. Quando ele fez isso, pude perceber que o puto já estava com a mala pronta: o pau parecia ser muito grande e já estava bem duro. Percebendo que queria descrição, tirei meu celular, e escrevi "delícia" e virei a tela discretamente para que ele pudesse ler. O safado entendeu o recado e fez o mesmo. Daí por diante, terminamos a viagem assim: cada um digitando em seu celular mas sempre deixando o outro ver para poder responder. Nessa brincadeira, o convidei para descer no mesmo ponto que eu, já que meu apartamento estaria vazio naquele horário. Ele aceitou e assim foi.
Fábio, esse é o nome dele, é muito simpático e fomos conversando do ponto até em casa e, o tempo todo, ele dava um jeito de "esbarrar"a mão na minha bunda. Sempre com toques sutis e certeiros, ele encontrava meu reguinho e tirava a mão. Como estava a noite e tinham muitas árvores na calçada, ninguém via um carinho tão discreto e rápido, mas que me deixava de pau duro.
Entramos no apartamento e, mal fechei a porta, ele me agarrou me beijando com muita vontade. Enquanto nos beijávamos, fui nos direcionando ao quarto. Luzes apagadas, apenas a luz da lua pela janela do quarto. Fábio me fez uma pergunta que mexe muito comigo: "Gosta de chupar rola?". Na hora, deixei escapar um sorriso e uma carinha de putinha que os caras adoram. Já abri o zíper do jeans dele e do meu. Me agachei enquanto ele descia a calça e fiquei de frente aquele volume imenso, coisa linda se ver. Comecei a cheirar e beijar sua rola por cima da cueca até que ele não aguentou e colocou o bichão para fora. Levei um susto! Muito grande! Nunca havia visto um pau com 23 centímetros. Só na net mas, ali, na minha frente... O susto deu espaço ao desejo de mamar. Adoro chupar e babar uma vara.
Comecei como gosto: expondo a cabeça do pau, segurei forte sua vara e comecei a beijar a cabeçona deliciosamente rosada. Ela brilhava de tanto tesão. Fábio gemeu alto e puxou minha cabeça contra seu pau, que foi fundo, parando na minha garganta. Ele não soltou minha cabeça. Eu me engasgava no pau ao ponto de correr lágrimas. Consegui escapar e segurei suas mãos, assumindo o controle e fazendo como gosto. Ele ficava louco com minhas sucções na glande, seguidas de engolir o bichão todo. O tmepo todo ele dizia "quero te comer, seu gostoso", "socar meu pau no seu cuzinho rosado, você aguenta?" Quando ele disse isso, senti um puto tesão e me senti desafiado. Parei de chupar, me levantei, fui em direção à cama e fiquei de quatro pra ele, empinando bem minha bundinha. Ele ficou doido, já chegou colocando na entradinha do meu cuzinho.
Desviei, novamente cara e sorrisinho de putinha e disse para ele: "só depois de você molhar bem meu cuzinho". Recado dado, recado entendido. O puto gostoso começou a chupar e a lamber meu buraquinho. Eu gemendo feito louco, até soltei uns gritinhos de tanto tesão. O cunete dele é tão bom, que minhas perns ficaram bambas e perdi qualquer sinal de resistência que eu poderia oferecer. Foi aí que o puto se aproveitou e de uma vez, enfiou aquilo tudo no meu rabo empinado e molhadinho. Não sei dizer se gritei, se gemi ou suspirei. Acho que foi um mixto de tudo. Tesão, dor, não sei ao certo o que era mais forte, só sei que deixei ele ser feliz e me fuder feito louco. Estávamos loucos e ali, sem camisinha, ele socava muito forte e muito gostoso, do jeito que gosto: eu de quatro e ele em pé, metendo fundo. Eu gritava, tanto que enfiei a cara no travesseiro mas, pra isso, acabei empinando mais ainda meu rabo que levava tora. Fábio foi à loucura e, por mais que pareça impossível, ele começou a meter mais forte ainda, me segurando pelos ombros.
Não havia o que fazer a não ser aceitar todo aquele cacete maravilhoso e enfurecido dentro do meu cu. Eu comecei a rebolar e a gemer mais alto, ao mesmo tempo que ele começou a gemer também. Fábio, sem sair de dentro de mim, desceu da cama, me puxou pra beirada e me virou de pernas para cima. Coloquei meus pés atrás de sua cabeça. Ele segurava em meus tornozelos e metia bem gostoso. De vez em quando, ele puxava minhas pernas pra cima ao ponto de eu ficar só com os ombros, pescoço e cabeça no colchão. Não aguentando mais de tesão, ele me colocou de bruços meteu algumas vezes, muito rápido, forte e gemendo de mais e (ah, que delícia), tirou seu pau o gozou nas minhas costas. Adoro isso! Ele gozou muito, e gemia como louco, eu também. Terminando, ele caiu sobre mim e ficamos ali, pelados, acabados mas muito, muito satisfeitos. Depois tomamos banho juntos, onde mamei ele mais uma vez até ele gozar no meu rosto. Foi uma trepada maravilhosa.
Trocamos telefone e ele foi pra casa.
Os ativos de BH e região que quiserem conversar pra ver se rola algo, só adicionar e mandar mensagem.
QUEM CURTIU, VOTA AÍ.